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Nesse clima de despedida dessa rede social que todos já mexemos pakas, relembramos aqui alguns dos motivos pelo qual o querido Orkut não deu muito certo. 

O Orkut foi uma rede social muito marcante principalmente entre os brasileiros. Só aqui tiveram mais de 30 milhões de usuários, mudou a forma de nos relacionarmos e era uma plataforma ótima para se interagir. Porém, não no quesito marca e consumidor.



Ele não era muito prático para as empresas, pois se mantinha sem o auxílio de anunciantes, diferentemente do Facebook. Não era comum ver páginas oficiais das marcas, pois já eram criadas e administradas pelos próprios usuários.
Poucas delas conseguiram seu espaço no Orkut. Uma foi a Nestlé no Case Nescau 2.0. Em 2007, a empresa resolveu trocar o Nescau tradicional por uma nova fórmula que substituía a antiga. Uma consumidora e fã da marca decidiu criar uma comunidade no Orkut para reivindicar a mudança. Ela conseguiu muitos adeptos à sua campanha e os membros da comunidade discutiam bastante sobre o assunto. A partir disso, a Nestlé resolveu atender a demanda do consumidor e optar pelo produto na versão Tradicional e 2.0. Além disso, foram enviados e-mails para cada membro da comunidade notificando a ação.

Entretanto, não eram muitas marcas que conseguiam essa visibilidade. Algumas optavam pelo relacionamento com o cliente de forma não convencional, através de fakes, por exemplo, que faziam divulgações e coisas do gênero. Apenas no fim da rede social, em 2011, que perfis oficiais das marcas foram criados.

Ao observarmos esses e outros pontos percebemos que o Orkut foi uma plataforma importante, exemplo de aposta em um nicho de mercado com muito potencial e pouca exploração, mas não foi muito visionária. Além disso, não soube acompanhar a mudança comportamental do usuário.
No Facebook temos como principal diferencial a forte presença das marcas e o contato direto com o consumidor. Além disso, a empresa procura acompanhar o comportamento dos usuários e ter sob controle suas mudanças. Outro ponto é que o CEO da rede social, Mark Zuckerberg, é conhecido por ser visionário e investiu em outras plataformas que acabaram por concorrer com o Facebook.

Nos despedimos desse antigo amigo com muita nostalgia e observando os erros dele como empreendimento. Isso nos faz pensar em como a Publicidade na internet e principalmente nas redes sociais está em constante mutação.
É, não tem jeito, tem que ser criativo e flexível mesmo pra permanecer no topo.

O smartphone perfeito. Ou não.


Finalmente. O produto tão esperado chegou. A marca mais valiosa do mundo lança seu ultima novidade no mercado, a evolução do seu produto mais vendido. Filas e mais filas nas lojas e pessoas esperando a emoção de ter em mãos um mundo de informação em apenas 7,1 mm de espessura. E depois do lançamento a repercussão é espetacular. Nem tanto.  Depois de tanta espera e ansiedade pelo lançamento do Iphone 6, a repercussão à primeira vista, não foi tão boa assim.

A empresa do eterno Jobs é conhecida pelo seu branding eficaz. Sem publicidade apelativa a marca da Apple ainda sim é uma das mais firmadas na mente dos consumidores.

Outro ponto que é o diferenciador da marca é o seu design. É fácil identificar se um produto foi feito pela Apple ou não. Sempre prezando pela simplicidade em seu desenho Iphones, Ipads e Macs são inconfundíveis. Já o design interno dos produtos é uma característica bastante estuda e que está em constante evolução. O Ipod, por exemplo, te possibilita ouvir mais de 50 mil músicas em um produto que cabe no seu bolso e esse foi um dos pontos usados por Jobs para encantar os consumidores e deu certo. A Apple sempre está tentando colocar o máximo de tecnologia possível dentro de algo de fácil identificação e ao mesmo tempo de fácil manuseio.

Essa aposta no design também foi feita no último produto lançado pela Apple. O smartphones Iphone 6 e Iphone 6 Plus vieram dessa vez em um shape bem fino, porém com uma estrutura, dita pela empresa, como bem sólida, com aço inoxidável e inserções de titânio. Em três dias, a venda dos novos Iphones chegou a um número  exorbitante de 10 milhões de exemplares. Porém, o design avançado do produto acabou dando o que falar nos últimos dias. Há muitos relatos na internet de pessoas que tiveram seus smartphones entortados.

                              

E esse fato ganhou bastante notoriedade com um vídeo feito pelo canal Unbox Therapy, que hoje ultrapassa os 36 milhões de acessos.

                                 
       

E é claro que isso não ia passar despercebido por blogs e outras marcas, que se aproveitaram para tirar uma com a marca mais valiosa do mundo.

                          
                          

                         


                                 

Outras falhas como o sistema operacional e problemas na tela também estão sendo apontados, o que indica que a empresa terá muita dor de cabeça com a provável queda de vendas e os reparos que terão que ser feitos. E você aí? Vai arriscar comprar um Iphone agora ou vai esperar mais um pouco? Ou vai optar por outra marca?

O surrealismo fugiu das pinturas


Você gosta de fotografia? Daquelas simples, de paisagens, ou aquelas doidas, com situações absurdas? Cada vez mais, essas segundas são mais e mais encontradas em sites e páginas artísticas. O Photoshop deu esse espaço para que o surrealismo saísse das pinturas e permitisse que qualquer um com um pouquinho de talento em programas de edição, fizesse milagres com suas fotos.


Um exemplo disso são as fotos do argentino Martín De Pasquale, que com muita criatividade e humor transforma seus próprios retratos em imagens pra lá de bizarras e super divertidas, como essas: 



E essa questão da invasão do Photoshop esteve em alta há pouco tempo, quando uma holandesa, Zilla vam der Born, deu o que falar manipulando suas fotos para parecer que tinha feito uma viagem de 42 dias pelo sudeste da Ásia, quando na verdade estava no conforto de casa. O por quê disso? Provar como é fácil manipular situações nas redes sociais.

Mas calma, se você quer revolucionar suas selfies não é preciso ser um expert em Photoshop. Olha esse fotografo Ben Zank, cuja criatividade supre a necessidade de edições mirabolantes.



 Sem dúvida a fotografia se tornou mais uma opção de expressão das pessoas, e pela quantidade de selfies espalhadas pelo Instagram e Facebook, quem sabe você não investe nessas ideias inovadoras pra conquistar mais fãs?


Vende-se: emoções


O grande mundo da publicidade se torna cada vez mais diferenciado. As propagandas e campanhas não buscam mais oferecer um produto, vender uma marca ou promover um sonho, mas sim mostrar um sentimento. Elas querem e precisam se ligar emocionalmente aos públicos: as corporações colocam no mercado emoções. Se produtos vendem, emoções vendem ainda mais.

Uma das últimas ações liberadas, e que pode ser usada como exemplos, é a da Coca-Cola. Nada muito complicado: a proposta é, no final, agradecer as pessoas do seu dia a dia pelo seu nome próprio e não pela sua função, entregando-as garrafas de Coca personalizadas. Esse gesto, por mais simples que seja, abre um sorriso enorme no rosto do pessoal. O sorrio indica a felicidade. A Coca abre a felicidade. A ação se liga ao slogan e o sentimento é posto como produto. Afinal, a Coca é uma bebida ou uma felicidade?



Pegando esse exemplo, percebe-se o quão forte é esse tipo de publicidade. Porque ao vender algo que o consumidor sente, a identificação público-empresa é infinitamente maior. Quando isso acontece, tem-se uma parte importante de um processo chamado branding, que nada mais é do que o gerenciamento e construção de um produto ou marca de uma empresa. Um ponto central é quando a relação entre os dois lados de um processo comercial (cliente/empresa) se torna tão forte que a marca começa a valer cada vez mais. E é por isso que, ultimamente, vemos cada vez mais propagandas, campanhas e ações que mexem com esse lado mais sentimental.

A publicidade emocional, então, é uma ótima ferramenta para as corporações, que reafirmam sua hegemonia em determinados setores. Ligar-se sentimentalmente com seu público-alvo é algo que nem todas conseguem fazer e que traz um retorno grande para ambos os lados. Primeiro, a empresa tem seus lucros aumentados e renova a fidelidade do cliente. Segundo, o público se sente “amparado” pelo que ele compra. Afinal, pegando o mesmo exemplo acima, todo dia você pode encontrar a felicidade e abri-la. 

Lugar de Modelo?

Que a Gisele Bündchen é uma grande modelo e estrela de diversas campanhas não  é nenhuma novidade. Mas, sua presença em uma campanha de artigos esportivos gerou grande estranhamento no público.

Ao anunciar a modelo como sua garota propaganda, a Under Armour passou a receber uma série de comentários negativos e positivos. Além de diversos tipos de questionamentos a cerca da escolha de Gisele como a cara da marca, que ela não era consideravam forte ou atlética o suficiente para representa-la, por se distanciar do esteriótipo da atleta tradicional.

Aproveitando-se dessa questão, a marca decidiu criar um anúncio em cima daqueles comentários. No comercial, Gisele é apresentada de maneira inusitada, socando um saco de pancadas, com uma imagem muito diferente da vista convencionalmente na mídia, em meio a comentários realizados sobre a sua participação na campanha.


A campanha obteve enorme sucesso, mexendo com o mercado e fazendo com que as ações da companhia valorizassem 4% na bolsa de valores, um aumento real de US$ 591 milhões.

Essa forma de publicidade evidencia como um bom planejamento e a estratégia adequada podem reverter uma situação. Nesse caso, a modelo que era vista como muito magra e frágil para representar a marca e não muito aceita pelo público, é evidenciada de outra forma, dando a volta por cima e reafirmando o slogan (I Will What I Want) adotado para a campanha de que ela é capaz de fazer o que quer.

O Conto de Fadas de Nikita Gill


E em mais uma dessas buscas por referências, me deparo com o trabalho de uma artista que consegue unir de maneira esplêndida a fotografia e os mais modernos recursos de edição. Ela mostrou que dentre as infinitas possibilidades desses recursos está a de transformar uma imagem em um reino encantado, com princesas, dragões, e tudo isto com muita sensibilidade. É impossível escolher uma imagem preferida!


Nikita Gill é designer gráfico, artista digital, fotógrafa e escritora. Seu trabalho ainda é uma novidade e surpreende muito, mas a maneira como os contos de Fadas deixaram de ser só para as crianças e passaram a acompanhar pessoas de todas as idades, é uma tendência para temática de filmes, séries, peças publicitárias, até de produtos de beleza, sendo, na maioria das vezes, sinônimo de sucesso, já que não são poucos os apaixonados pelas histórias encantadas.

Grandes produtoras como a Disney, ou a Dream Works sentiram a necessidade de mudar a forma como faziam filmes. Elas trouxeram esse tipo de história para a atualidade,  as transformou em novos filmes, que conquistam cada dia mais adeptos. Além disso, eles também aderiram a temas como; as princesas que viraram heroínas, e não precisam mais de um príncipe para ser feliz.

Bons exemplos dessas produções são as novas versões que fizeram das histórias de João e Maria, Alice no País das Maravilhas, A Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, que passaram de crianças a jovens heróis. A série Once Upon a Time também traz uma mistura de vários contos de fadas e inclui em sua trama: mistério, drama e fantasia. E tem ainda as novas animações como a da princesa Valente que decide e mostra que não precisa se casar para se tornar uma rainha.


Já na história das marcas: a Melissa foi ainda mais ousada. Mostrou nossas princesas de uma maneira bem sensual e o mais surpreendente, a Chapeuzinho fugindo como Lobo Mau, ou a Branca de Neve e seu príncipe escondido embaixo da cama. Já Mary Kay, trabalhou em uma linha de cosméticos toda inspirada nesses contos. Essas são algumas dentre as várias outras campanhas que ganharam destaque.



E depois de todas essas demonstrações quem vai dizer que princesas, fadas madrinhas ou dragões não existem? Eles não só existem como fazem o maior sucesso e se reinventam todos os dias. Ainda mais com o talento e sensibilidade de uma artista que faz tudo ficar mágico!


O humor que vende



Todos sabemos que comerciais de televisão têm o poder de influenciar na hora da compra, não é mesmo? Quantas vezes você já se pegou cantando um jingle ou imitando uma locução que ouviu em uma propaganda? Aposto que muitas. Nos últimos tempos, uma nova onda tem tomado conta das propagandas e se tornado comum: o uso do humor.


Em 2011, a OLX começou a lançar seus vídeos humorísticos na rede. Neles, personagens famosos, como o Compadre Washington, aparecem incorporados nos objetos anunciados e reproduzem falas que se tornaram populares e geraram muita repercussão, como “sabe de nada inocente!”.



Essa campanha alcançou um sucesso gigantesco, se tornou febre no meio dos diversos veículos de mídia e, além de conseguir fazer com que a propaganda ficasse marcada na cabeça das pessoas, conseguiu também levar status para a empresa.


Agora, outra empresa decidiu investir no uso do humor um suas propagandas: a Oi. A campanha da vez tem o objetivo de divulgar os planos de telefonia e oferta da Oi TV e conta com a participação da atriz e comediante Tatá Werneck. A campanha tem no total quatro filmes, dos quais três têm relação com a telefonia, e um fala sobre os pacotes de banda larga. Com o enredo totalmente bem-humorado, a campanha tem conquistado lugar nas principais mídias e está se destacando cada dia mais em veículos como jornais, rádio, televisão e internet.


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A pergunta que fica é: por que as empresas têm investido tanto em propagandas bem-humoradas? Bom, a resposta é fácil: conquista do público jovem. Atualmente, os jovens são considerados o público-alvo, ou target, da publicidade. Isso ocorre porque, além de ter um poder de consumo crescente e exercer uma influência considerável no consumo da sua família, esse público é o que mais se envolve com a tecnologia, a mídia e a propaganda.

Músicas, cores, piadas, paródias, tudo que o público jovem gosta. As empresas estão apostando muito e o resultado tem se mostrado positivo. O que nos faz ter uma certeza: propagandas direcionadas aos jovens e com o tom humorístico terão ainda mais destaque e investimento pelas empresas.

Netflix e a era do vídeo on demand



Com certeza você deve estar acompanhando uma série no Netflix fala que não? Que depois de um dia cansativo na faculdade ou no trabalho, você fica louco para chegar em casa, ligar seu note e assistir àquela série que ou você já tá acompanhando a um tempão, ou então aquela que você vai começar a ver, porque seus amigos já não te deixam mais em paz e ficam dando spoiler atrás de spoiler.

É fato. O Netflix já faz parte da vida e da rotina das pessoas. Antigamente o ritual era reunir a família inteira na frente de uma televisão e assistir o que tivesse para passar na hora. A TV era o meio mais acessível e as emissoras que decidiam o que o público deveria assistir.



Hoje a história é diferente. Cada um, agora, escolhe não só o que assistir, mas como e quando. Você pode pausar, voltar, assistir de novo, o poder está na suas mãos. E é isso o que está se tornando mais comum, principalmente com a internet e a mudança na forma de acesso das pessoas ao entretenimento em geral. As grandes figuras da TV já assumiram que precisam rever os conceitos e dar maior liberdade ao público, porque no final das contas, agora quem escolhe o que vai assistir ou não, é o próprio público.

A Netflix veio como uma estratégia de quebrar essa unilateralidade e, com preços muito mais acessíveis do que a TV à cabo, locadora e outras formas de acesso a programação na qual você mesmo “escolhe” o que assistir, acaba predominando no gosto dos vidrados em filmes e séries. E essa alternativa está dando muito certo. Já diria as próprias grandes emissoras que já estavam perdendo bastante público com a internet, ou então empresas como o Blockbuster, que perdem em preço e comodidade e muitas já  estão, inclusive, fechando às portas. Mesmo os sites de filmes gratuitos, que muitas vezes eram a alternativa de muitos, agora saem perdendo, devido a pior qualidade.

A empresa investe cada dia mais pesado no streaming de filmes, séries, shows, etc. Além disso, a Netflix está se destacando por investir pesado na produção das suas próprias séries e está recebendo reconhecimento por isso.

As indicações ao Emmy são uma prova. No ano passado as produções do Netflix conseguiram três premiações. Porém nesse ano, o Emmy ainda se mostrou um pouco conservador nesse sentido e acabaram valorizando ainda as séries de TV. Porém, com o crescimento dos investimentos nessas novas plataformas e com a demanda do público, que está cada dia mais integrado a essas novas plataformas, a tendência é de empresas com atuações semelhantes as do Netflix, dominarem o mercado de produção audiovisual. 

Eleições da Zueira


Em ano eleitoral, a gente detesta o quanto somos bombardeados pelo marketing político e atrapalhados a ver nossos programas na TV para ouvir um monte de propostas que não serão cumpridas, certo? Mas, com a popularização das mídias sociais, época de eleição virou um tempo exclusivo para a zueira. Os internautas são criativos e nem um pouco generosos na hora de fazer piada com os candidados em suas particularidades. Temos como exemplo a página da personagem Dilma bolada, criada nas eleições presidenciais de 2010 e idealizada em 2011.

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No ano de 2014, a moda tem sido principalmente brincadeiras com fatos ocorridos nos debates. Deles tem saído memes, gifs, tweets, sátiras e novas fanpages, como Marina Publicitária criada após a confusão da candidata no debate do SBT na parte em que falava sobre os direitos dos gays no seu programa de governo. De manhã eram 400 e poucas curtidas e agora de noite são 4.000, digo 5.000, na verdade até então 7.386.  Além dessa, podemos identificar outra página humorística sobre o assunto, a Eleições da Zueira, que conta com 28.798 curtidas e um grande engajamento. Assim, percebemos que as falas, atitudes e gestos dos candidatos têm viralizado os debates.

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Além dos conteúdos produzidos pelos usuários das redes, os portais da internet têm investido no humor também para descontrair um pouco o tema eleições. O portal UOL mesmo realizou um encontro entre candidatos inusitados à deputado federal. Mulher Pêra, Kid Bengala e Toninho do Diabo protagonizaram um debate um tanto zueiro na página.

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O humor vem sendo um modo de fazer com que a população se interesse mais pela política, fazendo com que ela assista aos debates, por exemplo. Além disso, pode ser uma ótima estratégia de marketing para os candidatos, pois os aproxima do meio onde grande parte das pessoas estão inseridas, principalmente o público jovem. Temos o exemplo do perfil Dilma Bolada, mostrando que essa não é uma tendência de hoje e que teve sucesso ao fazer com que muitos jovens se aproximassem da imagem da presidente, sendo fake ou não. Enquanto os momentos decisivos não chegam, nos resta continuar acompanhando e dando risadas por um bom tempo, afinal a zueira ,até mesmo nas eleições, não tem limites.



 
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