Encontro com o novo


Após a saída do Jornal Nacional no final do ano de 2011, Fátima Bernardes vem conquistando um novo público com a realização do seu programa Encontro. O programa reúne informação, humor e atrações musicais, buscando sempre uma interatividade com o público, que contribui tanto da plateia como nas redes sociais com as discussões com os convidados.


Para ter um contato mais direto com seu telespectador e aumentar a divulgação do programa, surgiu a ideia de um novo formato para a atração, percorrendo diferentes cidades brasileiras num caminhão que se transforma num palco montado ao ar livre.


A Cria UFMG esteve presente no primeiro Encontro com Fátima Bernardes fora do estúdio e pôde ver de perto as novidades que esse novo formato trouxe.

O propósito do Encontro ao ar livre em BH – que teve a Praça da Liberdade como palco - já começou a ser atingido no domingo 27/04. Tudo estava sendo preparado e os apresentadores ensaiavam para programa, verificando o esquema das câmeras e de transitar pela plateia, por exemplo. Muitas pessoas que passavam pela praça pararam curiosas para observar o caminhão e, posteriormente, ao ver os apresentadores, tirar fotos e conversar. Esse já é um diferencial da versão em estúdio, pois muitos que não sabiam da gravação na capital resolveram assistir ao programa, aumentando o alcance do público mineiro.

A plateia do programa na nova proposta também mudou. Foram oferecidos 200 lugares sem contar com o público de fora das cadeiras reservadas. Geralmente no estúdio são oferecidos 60 lugares. Uma grande quantidade da plateia era formada por jovens universitários, principalmente da área de Comunicação Social, que puderam aprender mais sobre os processos para a gravação de uma atração televisiva. Essa proximidade maior com o público jovem condiz muito com o novo posicionamento da Rede Globo.





Ao contrário do que foi divulgado em alguns portais da internet, Fátima não está em viagem através das capitais brasileiras por causa da Copa do Mundo. Segundo a apresentadora o propósito é realmente conhecer seu público e conquistar mais telespectadores pelo país. Em entrevista no site do programa, a jornalista também contou que o próximo destino do caminhão do Encontro ainda não foi definido. Agora só nos resta aguardar mais novidades trazidas por esses encontros de Fátima Bernardes com o Brasil.

Invertendo valores


Qual a primeira coisa que vem a sua cabeça quando você pensa em Coca Cola? Aposto que aquele fundo vermelho, a onda branca, a garrafinha, e claro, aquele pensamento de felicidade. Mas porque tudo isso? Parece fácil, mas essas associações são construídas com tempo, esforço, e muito trabalho publicitário. Duvida? Imagine o “abra a felicidade” isolado. Parece que falta algo? E agora isso: trocamos slogans famosos, e sim, também estranhamos muito!





Marcas procuram, de toda forma, serem constantes na cabeça das pessoas, por isso prezam tanto por elementos visuais e escritos que sejam fortes, marcantes, e que traduzam de maneira rápida e fácil todos os conceitos pretendidos pela empresa.

Um ponto muito importante dos aspectos da construção da imagem de uma empresa ou produto, são os slogans: essas frases pequenas, com ritmo, que nos saltam à cabeça quando falamos da marca. Alguns deles são traduções da marca, e grudam que nem chiclete. Afinal, como não lembrar dessas: O mundo é dos NETS. Amo muito tudo isso. Recuse imitações. Just do it. Got milk. Simples assim. Porque se sujar faz bem. Conhece todas? Acho bom, caso contrário você pode se considerar de outro planeta!

Mas engana-se quem pensa que isso é por simples memorização da mensagem. A importância do slogan está, na verdade, no poder de fixação da marca na mente do consumidor, ajudando na fixação do posicionamento pretendido.Por isso os slogans trocados acima causam tanto estranhamento. Não são só por serem frases diferentes, mas por carregarem conceitos diferentes daqueles mostrados no logo ou nos conceitos da empresa. Então melhor deixármos os slogans em suas respectivas marcas, afinal, não queremos dar um nó na sua cabeça, nem mexer em times que já estão ganhando! 






A fim de mudança? Rebranding!


Em fevereiro deste ano, a loja virtual Netshoes, que atua principalmente na venda de artigos esportivos, mudou sua identidade visual e reformulou seu posicionamento, buscando modernizar sua comunicação e firmar-se cada vez mais como nome referência de e-commerce na área em que atua.



A marca, que alterou seu logo, layout do site e modo de comunicação verbal em e-mails, redes sociais e centrais de relacionamento com o cliente, passou por cerca de um ano de estudo de branding, considerando a opinião de clientes, potenciais clientes, colaboradores e parceiros. Tudo isso para conseguir transmitir a ideia de movimento e energia, muito ligada aos produtos esportivos, que são o carro-chefe de vendas da loja virtual.


O rebranding da marca parece ter sido bem aceito pelo público, o que pode não acontecer se tratando de outras empresas que decidem mudar seu posicionamento ou seu logotipo. Algumas acabam sofrendo inúmeras críticas pelo trabalho final, tanto do público, como de especialistas no assunto.

É o caso da Stock Car, cuja alteração de logotipo recebeu críticas dizendo que o novo logo parece mais o de uma marca de carrinhos de brinquedo do que o de uma empresa de competição automobilística.


Outro exemplo é do Mercado Livre, que funciona como um site de comércio eletrônico com vários vendedores, disponibilizando para compra produtos novos e usados. Em maio de 2013, contratou para renovar seu antigo logotipo a empresa argentina Imaginity, que fez valer a simplicidade no resultado final. Enquanto o desenho do cumprimento das mãos foi elogiado por uns, a tipografia escolhida para o logo foi motivo de revolta para outros.


Já a GAP recebeu uma série de reclamações quando, em 2010, divulgou seu novo logotipo. O barulho na internet foi tamanho que designers e estúdios de todos os lugares se ofereciam para criar um novo logo, de graça. Depois de receber queixas por todos os lados, a marca resolveu voltar atrás em sua escolha.


Modernizar é sempre bom, e, tendo o cuidado necessário, tudo pode sair como planejado e alavancar o nível de adesão do público. Porque o público, nessa ótica, é a parte mais importante do rebranding: é ele quem vai aprovar, reprovar, ou xingar muito no Twitter, a mudança. Mas e você, o que achou das mudanças da Netshoes e dessas outras grandes empresas?

Ah! E sabe quem tá chegando de cara nova por aí? O Cria Plano! Mas é segredo nosso, viu? Acompanha o blog pra ficar por dentro da nova identidade, que vem com tudo, feita especialmente pra você ;)



Como não morder esta maçã?


Quando você você leu ali a palavra: maçã. O que veio à sua cabeça? Talvez fome, mas talvez tenha vindo a tradução dessa palavra para o inglês: Apple. Quem sabe foi um nome: Steve Jobs? Ou talvez um celular? Iphone? Ou Ipad? Ipod? Itunes?

Quem diria que uma distração na garagem iria mudar o cenário tecnológico no mundo. Em 1976 um jovem brilhante chamado Steve Wosniack e um hippie visionário e muito convincente chamado Steve Jobs, inventaram uma traquitana feita de madeira e cheia de teclas, que mais parecia um brinquedo, mas se transformou num dos primeiros computadores pessoais já feitos. O que eram computadores enormes, ocupando salas inteiras, agora tinham um tamanho muito reduzido, podendo ser usados por apenas uma pessoa. A invenção de Wosniack, encantou Jobs, que não teve dúvidas de que isso era um grande passo para uma revolução no mundo da tecnologia.



Os jovens visionários tiveram ideia de vender esse produto e a partir daí, abrirem a própria empresa. Um desafio seria, além de ter que vender uma caixa de madeira, que, a não ser os dois, ninguém mais apostava muito, também criar um nome para o computador e para a futura empresa que formariam depois disso.

Jobs, nos início dos anos 70, fez uma viagem para Índia que mudaria suas perspectivas pessoais e instigaria nele uma verdadeira vontade de mudar o mundo. Ele e seus amigos hippies ficaram numa fazenda onde haviam diversas macieiras, e a distração era essa, tocar violão e comer maçãs. Com isso Jobs logo teve a ideia, por esta experiência e como uma homenagem ao seu ídolo Isaac Newton. Ele pensou em algo que faria toda a diferença para a sua empresa tomar uma grande proporção e sair da garagem. O nome Apple Computers.

O logo, inicialmente era uma imagem bastante complexa esteticamente, cheia de elementos, sendo que Newton e a tal árvore da maçã, eram as figuras principais. O público não entendeu muito bem a mensagem que o logo queria passar, pois era bem difícil compreender todos os elementos rapidamente. Por isso, Jobs pensou em transformar toda a ideia contida primeiramente, numa segunda tentativa, muito mais simples e que conseguia atingir o objetivo inicial com elementos bem mais simplificados. O logo seria uma simples maçã, colorida, e que tivesse uma mordida. Muitos dizem que a mordida seria para simbolizar o senso de descoberta, outros e, até mesmo Jobs, diziam que era apenas para diferenciar a fruta de um tomate.


Depois do relativo sucesso, para uma máquina que aparentava ser muito rústica e complexa, o Apple I, Jobs e Wosniack criaram o Apple II, que refletia um avanço considerável tanto nas funções como em seu design (agora com monitor e drive de disco), começando a assumir a postura que a Apple mantém até os dias de hoje, de um design diferenciado das outras marcas, que faz com que o público a reconheça de imediato. A estratégia deu certo, Jobs apostou na publicidade para conquistar as famílias americanas e transformar seu produto em um objeto de consumo em massa. A Apple atingiu seu objetivo e, de uma empresa em que a sede era na garagem dos pais de Jobs, transformou-se, no final dos anos 80, em uma das maiores empresas do ramo tecnológico dos Estados Unidos, começando a incomodar as grandes como a IBM.


Jobs agora assumiria o completo controle da empresa. Ambicioso como sempre, queria que a Apple crescesse ainda mais e passasse a, até então, líder no campo da informática IBM. Ele convidou na época um mestre em marketing, John Scully, diretor executivo da Pepsi Cola, empresa que, muitas vezes, estava desbancando a gigante Coca-Cola no mercado americano.

Em 1984, sob a liderança de Steve Jobs a Apple lança o Macintosh. Um verdadeiro estouro de vendas, em grande parte devido ao polêmico comercial lançado na apresentação do produto:


Nesse comercial, as pessoas cinzas e sem expressões representavam os consumidores da IBM, sendo retratados como verdadeiros escravos da empresa. A mulher que acabara com todo o sistema e libertaria aquelas pessoas, seria uma representação do Macintosh e da Apple, consequentemente.

Mas não é só de graças que a história da Apple é feita. Ainda na década de 80, explode a grande concorrente da empresa até os dias de hoje. Liderada pelo também brilhante Bill Gates, a Microsoft, que desde seu início apostava no mercado de aplicativos, agora também aposta no mercado dos computadores pessoais. Com funções e design muito próximos aos que tinham no computador da Apple, o navegador Windows possuía uma interface muito mais interativa e moderna. A empresa conquistou o mercado e a Apple diminuiu as vendas, entrando em uma verdadeira maré negra.


Jobs, que não era acionista majoritário na empresa, acaba sendo demitido e John Scully, sim, aquele da Pepsi, assume o controle. Porém, o estrago já estava feito. Durante toda a década de 1990 a Microsoft liderava, inquestionavelmente, o mercado de computadores, tendo seu produto em mais de 95% dos computadores em todo o mundo. Por outro lado, a Apple, ultrapassada no mercado e sem o seu principal visionário, caminhava em direção a falência.

Scully acabou também sendo afastado da empresa, que agora tinha um novo comando, Gilbert Amelio. O novo CEO (diretor executivo) da empresa, toma uma atitude enérgica. Chama novamente, o idealizador da empresa Steve Jobs, que, depois de sua saída da empresa a qual foi o fundador, criou a NeXT, uma empresa que chegou a ter um relativo sucesso no campo da informática. Uma curiosidade é que o nome NeXT, significava o próximo passo que Jobs estava dando, depois de sua saída da Apple.

Jobs, agora mais experiente e, como sempre, cheio de ideias, lança uma inovação: o iMac. Os computadores coloridos viraram febre, principalmente entre as crianças, reerguendo a poderosa empresa, que sem Jobs, estava próxima a falência.



Depois do estouro do iMac, a Apple procurou investir em outros mercados, como a música, lançando o iPod. Além do design característico, as funções também eram inovadoras. Agora você poderia guardar milhares de músicas no seu bolso. Completando a grande interferência da Apple no mercado da música, surge o iTunes, uma loja virtual, onde encontrar os mais variados discos e artistas do mundo virou uma tarefa fácil. A empresa vende faixas e discos, fazendo parcerias com as gravadoras e se estabelecendo como referência no mundo dos amantes da música.

Para completar toda essa revolução, a Apple aposta no mercado da telefonia móvel, criando o seu maior sucesso de vendas atualmente, o iPhone. Sem contar numa aposta arriscada, mas que também deu muito certo, o iPad, que faz parte de uma nova visão para o mercado da informática.


Mac, iMac, iPod, iPhone, iPad, todas estas plataformas assumem uma posição certa, que é demonstrar qual é o real interesse que a Apple tem em meio às pessoas. Jobs tinha um sonho e, certamente ele se realizou, trazer o mundo às mãos das pessoas comuns. E não vale apenas idealizar o produto, mas deve-se mostrar o que a marca é, em sua essência. A Apple de Jobs é isso. Da caixa de madeira chamada Apple I aos iMacs moderníssimos dos dias de hoje. O design, a publicidade, as plataformas, tudo conectado e disposto a fazer com que todos pensemos diferente.


Agora com a morte de Steve Jobs, ficam muitas perguntas sobre o futuro dessa marca. Como será a relação da Apple com o seu público? Será que os produtos virão com a mesma intenção? Será que os ideais de Jobs permanecerão? A empresa mais valiosa do mundo será reformulada? O novo CEO da empresa, Tim Cook, diz que serão lançados "produtos e serviços que só a Apple pode colocar no mercado". Cabe a nós, consumidores dessa famosa maçã, aguardarmos.

E você num vídeo viral, já pensou?

Pense na última propaganda mais legal ou interessante que você viu. Pensou? Então, ela era dessas super produções, com efeitos especiais, vários atores contratados; ou era mais simples, com poucas pessoas envolvidas, na maioria desconhecidas?

Se você respondeu a segunda opção, você está antenado nas últimas campanhas atuais! Cada vez mais, as empresas vêm buscando se conectar mais ao seu público, sem artifícios muito forçados, apenas mostrando eles em situações inusitadas, por exemplo.

Podemos citar várias dessas, mas olha só algumas que selecionamos: Uma mais atual, que saiu essa semana mesmo, foi uma entrevista para o emprego mais difícil do mundo, lançada por uma agência. Não vou estragar a surpresa, mas se trata de uma campanha para uma data comemorativa vindo aí, onde as pessoas filmadas só descobriam do que se tratava ao fim de várias propostas, um tanto loucas, sobre o trabalho misterioso.


O segundo exemplo é um filme colaborativo, ideia que surgiu para mudar a visão da Intel como uma empresa “high tech” e fria. Nesse filme, há um personagem principal , que a cada dia acorda como uma pessoa diferente, usando assim, vídeos de consumidores para criar essa mini série. A ideia principal que se quer levar é “The Beauty inside” (a beleza de dentro), mostrando que o que se tem por dentro é mais importante que o exterior. A marca em si, aparece apenas ao enquadrar esses novos rostos. O que ela vende é o conceito de marca, preocupada com o bem estar de seus consumidores.

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De modo sutil, descontraído, as empresas, ao colocarem as pessoas em seus vídeos, mostram a proximidade que mantêm delas, procurando conhecê-las, construindo, em alguns casos, uma campanha toda com a ajuda de vídeos ou comentários dessas pessoas.

O uso de novos meios, como o Twitter, Facebook, Vine, são fundamentais para essa aproximação, que além de querer vender algo, quer construir e dividir experiências, tendo cada vez mais, uma relação mais próxima com o consumidor. A internet viabiliza essa interatividade, falando, interagindo e obtendo respostas de mais de 80 milhões de usuários (só no Brasil), facilitando levar sua marca para mais pessoas, e conhecendo mais seus clientes.

Outras variáveis são consideradas para essa predileçãoo pelas mídias digitais: a agilidade das interações, a melhor gestão da imagem da empresa, uma fonte de informações para melhorias. Alguma dúvida de que esse mercado não tem tudo para crescer cada dia mais e mais?

Nome? Valesca. Apelido? Quero inovar, mudar, arrasar...


Não é somente no mundo da Publicidade que se busca inovação e adesão a novos públicos. Isso também acontece com as celebridades. Os famosos são como marcas, pois têm produtos associados aos seus rostos, possuem um público a ser atingido e precisam de determinada vendagem de discos.

Um dos casos mais novos e marcantes que ilustra esse fato é Valesca Popozuda e seu (digamos assim) novo posicionamento. Passando de funkeira vulgar para ícone pop, além de ser a protagonista de um clipe numa produção estipulada em 437 mil reais, Valesca vem ganhando fãs da elite, porém sem deixar de agradar seus ‘popofãs’ que a acompanham desde o início da carreira.


Atualmente, a cantora encontra-se associada ao luxo e a causas sociais como o feminismo e a luta contra o preconceito relacionado ao grupo LGBT. A visão sobre Valesca não é mais a mesma. Isso é claramente perceptível nos meios em que ela aparece, como programas de televisão de grande audiência, eventos de moda, matérias em revistas influentes e na recente menção como pensadora contemporânea numa prova da rede pública do Distrito Federal. Mas o que a fez mudar assim?

O empresário de Valesca, Leandro Pardal, curiosamente pai do seu filho, achou que a funkeira deveria cantar sozinha, já que a imagem do grupo da qual participava, o Gaiola das Popozudas, se baseava principalmente nela. Valesca também declarou acreditar que o funk mudou e não somente ela. Assim, podemos comparar sua  transformação às marcas que se adaptam às necessidades do mercado em constante mutação.

A música Beijinho no Ombro foi a escolhida para estrear seu novo momento, explorando uma faceta até então desconhecida, elegante, bem produzida e diva POP da artista. No videoclipe oficial, é até exibido um logotipo exclusivo com o nome da cantora. Porém, Valesca ressalta que não quer abandonar o funk popular e, por acreditar no potencial do gênero surgido nas periferias, deseja continuar levando-o para diversos meios.


Recentemente, Valesca também deixou sua ‘marca’ sendo madrinha da campanha da prefeitura do Rio de Janeiro "Rio Carnaval Sem Preconceito — Beijinho no Ombro e Camisinha no Bolso", organizada pela Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (Ceds). A iniciativa ganhou as ruas na sexta-feira de Carnaval  do dia 28/02/2014, buscando conscientizar as pessoas sobre a importância da prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis.

Beijinho no ombro foi apenas o primeiro sucesso da "Valesca reformulada" que rendeu muitos comentários. E o que podemos aguardar para as próximas ações? Menos baixaria ,mais glamour e coreografias marcantes são promessas da rainha Valesca e que nós, pequenos súditos, esperaremos ansiosamente.

Qual o seu pedido?


Até onde vai o desespero das pessoas? Até o facebook com certeza.

Luciano Huck é famoso por seu programa na TV Globo, o Caldeirão do Huck. Nele o apresentador ajuda diversas pessoas com seus quadros, como “Lata Velha”, “Agora ou Nunca” e “Lar Doce Lar”, nos quais os participantes ganham dinheiro ou seus bens reformados.

Devido à popularidade e ao grande carisma, o apresentador é frequentemente procurado nas redes sociais, principalmente no Facebook, onde pessoas deixam seus comentários em diversos posts do artista pedindo os mais variados tipos de coisas, ou apenas comentando sobre a vida dele.

Como sabemos, na internet as coisas não se abafam ou somem assim tão facilmente, principalmente quando se tratam de virais e memes. Eles têm sido cada vez mais presentes nas redes sociais se tornando muito populares, geralmente por seu tom humorístico. Ai a gente já imagina o que pode acontecer né? #AjudaLuciano 

A página Ajuda Luciano foi criada a partir da reunião dos comentários mais inusitados da fanpage do artista, que rende aos seus seguidores boas e exageradas risadas, por ter desde comentários convidando sua mulher, Angélica, para sair, pedidos como mansões e, até mesmo, desabafos sem sentido.








A página atingiu um estrondoso sucesso com 321 mil seguidores no Facebook e chegou a ser citada por outro hit da internet, PC Siqueira em seu canal Rolê Gourmet que criou um milk-shake Ajuda Luciano para que o apresentador o leve para a França.

As redes sociais são, atualmente, uma forte forma de acessibilidade e de proximidade entre pessoas: os ídolos e seus fãs, as marcas e seus consumidores. Esse contato pode ser muito benéfico tanto para as marcas quanto para famosos, que podem assim conquistar novas pessoas e manter a comunicação com seus clientes fiéis. Perceber isso não é tão difícil, visto que as redes sociais se enchem de bons comentários que rendem repercussões positivas, desde que saibam cuidar bem daquilo que passam com sua imagem virtual para seus fãs ou clientes (confira algumas aqui!). Entretanto, é necessário tomar cuidado com tamanha proximidade, que pode acabar virando uma intimidade excessiva e assim possibilitar que toda a situação vire uma piada, como aconteceu com o Luciano Huck.

Esperamos que logo o Luciano venha ajudar, ou não, porque a gente ri tanto que #AjudaLuciano

A nova Globo! Plim Plim


A Globo, posicionada como uma das maiores emissoras da TV brasileira, já percebeu que mudanças são necessárias e que uma marca, para acompanhar seu público e até mesmo se manter atualizada, precisa se renovar e se rever constantemente.

O evento “Vem aí” anunciou aquilo que todos já previam: muitas mudanças na marca, que busca mais do que nunca se modernizar, alcançar e se aproximar dessa “sociedade da juventude” que vemos hoje.

A Globo com uma nova marca

Depois do resultado de uma pesquisa feita com jovens sobre a visão destes sobre a marca da Globo, o resultado obtido mostrava que a emissora era vista como uma “senhora rica, elegante e austera, sem muitas novidades e com uma programação engessada". Sendo assim, a mudança era inerente, não apenas em seu conteúdo, mas também no seu visual. Assim, já no ano de 2013, continuando em 2014, percebemos algumas dessas mudanças indo ao ar.

Quanto ao conteúdo, é necessário ressaltarmos o fortalecimento de seriados ou novelas das onze, como “Amores Roubados”, “Serra Pelada” e “A Teia”, que lançaram a Globo em um terreno ainda pouco explorado por ela, mas que permite maior abertura para experimentação e produção, além de já fazer grande sucesso entre os jovens.




Além disso, este ano vimos em seu horário nobre o primeiro beijo gay televisionado pela emissora, e agora vemos, também nesse horário nobre, a promessa de um beijo lésbico. Outro fator relevante foi a inserção de nova voz narradora dos intervalos - uma voz feminina.

Essas mudanças nos conteúdos não poderiam vir sozinhas. Assim, vimos junto a isso investimentos na identidade visual da marca, tanto na apresentação dos novos conteúdos, quanto na revitalização dos já existentes. Vários programas, como “Vale a Pena Ver de Novo”, “Sessão da Tarde”, “Vídeo Show”“Esporte Espetacular” ganharam caras e vinhetas novas.







Vale destacar que todas essas mudanças vêm de um novo posicionamento que a marca pretende passar; sendo assim, o logo da emissora não poderia ficar de fora. E como o bom filho à casa torna, Hans Donner, criador do primeiro logo, de 1975 - do globo terrestre que se confunde com uma televisão -, voltou para, segundo ele, “limpar meu filhote e adicionar vida”.



Depois de todos esses “vem aí” revelados, fica o pensamento de que a Globo pretende se revitalizar totalmente, uma promessa de nova emissora que vem se concretizando a cada nova vinheta, nova novela e a cada plim plim. Aquele visual mais metalizado, que aposta em luzes, no 3D e no apelo futurista, segue sendo deixado de lado, até porque os conceitos de modernidade e tecnologia que temos hoje na sociedade são outros, diferentes daqueles do tempo em que a emissora produziu suas vinhetas e seu logo. Agora, o apelo se volta ao flat design e ao aspecto clean

O plim plim, som que remete a metais se tocando, está ganhando um tom diferente, um tom jovem. Será que vai pegar?
 
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