Branding, uma estratégia quase infalível



Nos dias de hoje, estamos vivendo em um mundo de excesso de informação e oferta. Por isso, apesar de termos muitas opções a escolher, o pouco tempo não nos permite exercer tanto esse nosso poder de escolha e acabamos sendo “conquistados” por aquela marca com que mais nos identificamos, e essa é a função do branding

Ultimamente, o termo branding vem sendo utilizado de maneira tão genérica pelos profissionais de comunicação (marketing em especial), que o conceito real de tal estratégia passa a não ser entendido em sua totalidade. 

O brand ou a marca é a primeira impressão que um consumidor tem de um produto. Mas para que essa impressão não seja apenas passageira, perdendo um futuro cliente, a marca precisa elaborar certas estratégias. Itens como a cor ou o design de uma logo podem, mesmo que superficialmente, chamar a atenção de um consumidor. Porém, o que certamente criará uma relação de fidelidade da marca com seu público é que se diz por branding. 

O conceito de branding se caracteriza pela construção de uma relação da marca com seu público que vai muito além do “pagar e levar”, e sim, fazer com que as pessoas se sintam parte da empresa e que, optando por aquela marca e não por outra, o consumidor será muito mais realizado. Nem mesmo por este ser um produto de qualidades maiores que o outro (isso já é outro tipo de estratégia), mas que, a partir de uma relação muito maior do que apenas a de compra e venda, o consumidor descubra que aquela marca é a única que irá cumprir todas as suas necessidades. 

Necessidades que, muitas vezes, são provocadas pela própria marca, ou seja, procura-se mostrar para esse consumidor que ele não só precisa daquele produto para satisfazê-lo individualmente e até socialmente, mas que precisa do produto produzido por aquela marca. 

Porém essa adesão do público às vezes pode não ser muito fácil de conquistar. Principalmente em países como o Brasil, por exemplo, que se caracteriza como um lugar de diferentes tipos de públicos, com diferentes desejos e formas de pensar. Ainda mais com o avanço tecnológico, por exemplo, que fornece um mundo de informações às pessoas e acaba ampliando a capacidade crítica destes futuros consumidores. E esse desafio, cabe às empresas resolver. O branding, nesse caso, será realizado pensando nos diferentes públicos que tal marca pode atingir. 

Hoje, encontramos empresas que conquistaram muito sucesso no branding de suas marcas. O McDonald’s, por exemplo, uma das maiores empresas no ramo alimentício do mundo, tenta conquistar o seu consumidor logo nas ruas, como nessa campanha:


Ou então, percebe-se esse cuidado com a relação com o cliente no próprio estabelecimento, no qual a marca deseja que ele desfrute não apenas da comida, mas sim da atmosfera do lugar, das relações com seus amigos, com os atendentes, da identidade visual, etc.


Outro exemplo é a Brahma, que criou o termo “Brahmeiro” para não só reunir e designar todos aqueles que são consumidores da cerveja, mas fazer com que eles se sintam dentro de uma unidade, na qual as pessoas têm a mesma maneira de pensar e agir e dividem as mesmas paixões (como o futebol, por exemplo), fazendo com que os consumidores se sintam diferenciados frente aos que consomem outras cervejas.


Portanto, analisando a campanha dessas empresas e o cenário de consumidores no Brasil e no mundo, o branding se faz decisivo no posicionamento e na consolidação de uma marca. A tendência é que estas empresas tentem entrar cada vez mais no cotidiano das pessoas, de forma que a abordagem e a relação entre ambos fique cada vez mais íntima.

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