Um chip e uma pipoca, por favor


O que acha de um cinema ao ar livre? Uma ótima ideia, não é? Pensando nisso, a Vivo criou um evento maravilhosos Para todos aqueles que gostam de um programa cultural diferente e de qualidade em nossa querida capital mineira: o Vivo Open Air. Entre os dias 13 e 30 de novembro ocorre no Mirante Olhos D’água este que é o maior festival de cinema ao ar livre do planeta!

Durante os 14 dias de duração, serão exibidos longas e curtas metragens na maior tela de cinema do mundo, com 325m², não haverá como alguém reclamar que não está enxergando! Para agradar todos os gostos, a programação conta com os clássicos do cinema como “Kill Bill”, “Laranja Mecânica” e “O Poderoso Chefão 1”, produções recentes como “Vizinhos” e “Trapaça”, e duas pré-estreias: “Uma longa viagem” e “As férias do pequeno Nicolau”.


Curtiu a ideia? Mas não é só isso! Os festeiros de plantão também devem se empolgar, pois o festival inclui apresentações musicais de vários gêneros e quatro festas temáticas. Assim, todos têm a chance de experimentar um evento novo, sair da rotina de que tanto nos esgota e apreciar as oportunidades acessíveis que estão sendo disponibilizadas.

           
Então vem a pergunta: Por que a Vivo, uma empresa de telefonia móvel, investe em um evento desse tipo? A marca valoriza muito os eventos culturais, como é possível ver neste trecho de sua política de patrocínios “A empresa busca projetos inovadores que tragam conhecimento, diversidade, empreendedorismo, criatividade e que tenham a capacidade de conectar ideias e pessoas em novas experiências”. Mas não se deixe enganar pela aparência de bom moço! Aliando o nome da empresa a um evento de tal porte, a Vivo constrói sua imagem e reputação com o público, que passará a fazer a relação de bom entretenimento e iniciativa à empresa.

Não só a Vivo, mas outras grandes empresas já realizaram ações publicitárias como essa, tendo como exemplo o “Natura Musical” e o “TIM Festival”. Tal estratégia é chamada de Marketing Cultural, e vem ganhando cada vez mais força pois ao patrocinar um projeto cultural a marca toma para si certos valores relativos ao projeto relacionado (por exemplo modernidade, tradição, popularidade etc.) Além disso, demonstra para a sociedade que ela não se importa apenas com seu lucro e seus negócios, ao passo que pega para si uma responsabilidade social.

Enfim, uma boa jogada publicitária e de marketing, com grande alcance e repercussão, que agrada o público e deixa uma ótima imagem. Assim deixamos o nosso “muito obrigado” a Vivo pelo evento lindíssimo que os belorizontinos estão curtindo e amando!

Por: Maria Carolina Ferreira Netto

Melhorias?

Por Carolina Lodi

Já não bastassem as eleições, agora um novo acontecimento está aí para desestabilizar algumas amizades: os tiques azuis do Whatsapp. Um dos maiores dilemas que envolvem o aplicativo são as mensagens enviadas e não lidas, mas agora, a atualização disponibilizada para Android, iOS e Windows Phone dedura o destinatário que leu a mensagem dizendo até a que horas ela foi lida. Antes, só era possível saber se a mensagem chegou à operadora e em seguida ao aparelho do destinatário. Tal atualização causou certo paradoxo de sentimentos nos usuários, pois, ao mesmo tempo em que todos querem saber quando estão sendo ignorados, eles também querem ignorar sem serem descobertos.
            Algo parecido ocorreu anos atrás quando o Orkut, rede social que teve fim em Setembro desse ano, disponibilizou a função que permitia que os usuários soubessem quem visualizou seu perfil e, em ambos os casos, foi gerado muito burburinho que colocava em cheque a questão da privacidade e discrição nas interações entre as pessoas que tais plataformas sugeriam no início.
            Por conta disso surge a questão: as atualizações não eram pra ser melhorias? Além dos exemplos já citados, aplicativos como o Twitter também possuem atualizações muito frequentes e que, em sua maioria, recebem inúmeras criticas a seu respeito. Com a intenção de manter seus produtos interessantes ao público, em sua maioria jovem, seus desenvolvedores muitas vezes, no caso do Orkut e Whatsapp, pecam na proposta original dos mesmos.

            No fim, mesmo desaprovando essas modificações nos aplicativos e redes sociais, a internet não perdoa. Assim como na Copa e nas Eleições da Zueira o que não faltam são montagens e posts, que ironizam o que era pra facilitar a vida do usuário e que acabou complicando.










O amor que se converte em arte

Em uma história pautada por viagens e pelas mais variadas descobertas proporcionadas pela carreira de jornalismo foi surgindo um sonho; a criação de um espaço, inicialmente virtual, para valorizar a cultura de Belo horizonte. Em mais uma dessas viagens, especificamente para a apaixonante cidade de Amsterdã esse sonho começou a ganhar mais forma. E foram surgindo muitas perguntas: como criar algo que valorize e ressalte as belezas e riquezas de BH? A ideia surgia da necessidade de valorizar as bandas locais, o grafite e as mais diversas manifestações de arte, além dos mais inusitados eventos que acontecem nessa cidade, que muitas vezes passam despercebidos. Mas muito eram os desafios.


Tudo o que ia acontecendo aumentava a vontade dessa galera e fazia com que eles acreditassem cada vez mais em  BH, pois eles viam nessa cidade um potencial muito grande. Era preciso um espaço para a criatividade com ocupações, e eles começaram a desenvolver ações para promover o ciclismo, discotecagem, experimentar novos caminhos, mostrar o grafite e pichações como expressão, valorizando a street art. Tudo documentado em vídeo. Toda essa mobilização acontecia porque os idealizadores do projeto se incomodavam muito com todo o status que envolve a arte atualmente e queriam trazer essa arte para o nosso dia-a-dia.

Poucos não foram os obstáculos que eles encontraram no caminho e o principal deles foi o dinheiro. Como manter o projeto? Como transformar isso em um negócio? Então a partir de um evento em Nova Lima iniciou-se o projeto da galeria arte Quartoamado. E se depararam com mais uma pergunta: Quanto custa um quadro? A partir dai se viu uma oportunidade de trasformar tudo isso em um negócio e proporcionar para as pessoas a vivência da arte, tornar aquilo um espetáculo.

A galeria está crescendo a cada dia, e hoje já tem um alcance bem maior, contando com treze artistas, que já participaram de festivais, alguns deles bem renomados. E com isso a necessidade de mostrar o amor a BH vai se tornando algo concreto. Outro diferencial do negócio é que todas as entregas das compras feitas pela internet são feitas de bicicleta que incetiva também a mobilidade urbana. O objetivo desde o início não é além tornar a cidade um lugar harmonioso, também mostrar que já existem muitas coisas legais por aqui e que elas só precisam de um pouco mais de visbilidade.

Uma escola pra lá de diferente



Agora vamos falar sobre educação. Iiiih, desanimou? Mas pode pensar de novo. Vamos falar de uma escola completamente inovadora: a Perestroika!

Não, não é sobre a política russa, nem algo de ensinar o bê-a-bá. Trata-se de uma escola de atividades criativas. Como assim? Bom, vejamos alguns exemplos: Curso profissional de poker, skate para meninas, maternidade para gestantes, novos rumos da comunicação, branding, negócios da música, curso de como ser criativo, feliz. E se só esses cursos não bastassem pra te animar, imagina uma aula com cerveja, e com o professor vestido de vaca. Pois é, acho que podemos dizer que esse é um lugar bem único mesmo.



Mas vamos ao que interessa: Por que falar justamente deles? Primeiro porque não tem ninguém igual a eles. Vamos lá, você estudante, novo no mercado, confia no seu currículo só com a faculdade e alguns bicos? Sabe como se comportar no mercado, e mais importante, sabe o que quer da vida? Pois bem, essa escola quer te ajudar a conhecer, entender, e, porque não, empreender.

A Perestroika veio no último dia do TipCom pra contar um pouco pra gente de como nasceu essa vontade de realmente inovar, e por que ela existe. Pra começo de conversa, segundo o Dudu, o diretor de whatever de BH,  a missão da empresa é a de causar impacto positivo no mundo pela educação, transformando-o num lugar mais criativo, subversivo, sensível e do bem.



Eles acreditam na força da revolução digital, e creditam no futuro brilhante que os jovens de hoje podem ter, e é nesse contexto que lidamos com a experiência do empreendedorismo. Hoje em dia, ao invés de quererem ser funcionários em lugares que muitas vezes não se identificam, os jovens querem, eles próprios, ser seus chefes, fundar sua própria empresa, com base em valores mais humanos, ou seja, preferindo a felicidade ao invés do rápido retorno financeiro.
Eles deram algumas dicas pra quem tem esse sonho:

  • Saia do planejamento. Claro, pensar e planejar é importante, mas colocar essas ideias em ação é fundamental. Fazer é maior que dizer.
  • Não se contente com o que tem. Hoje em dia as mudanças do mercado e do ambiente são muito rápidas, e as empresas devem estar dispostas a acompanhar essas mudanças.
  • Dê a cara a tapa. Nunca vamos satisfazer todo mundo, mas não desista de seus próprios ideias
  • Se conheça, e entenda seu negócio. Tenha um propósito sólido e deixe ele te guiar.


Depois dessa incrível experiência com a Perestroika só temos uma coisa a dizer: Vai lá e faz! 




Posição legal, segue o jogo


No dia 12/11 tivemos a satisfação de receber no evento semestral da Cria UFMG, TipCOM – Tendências, Ideias e Práticas em Comunicação, o pessoal do canal Desimpedidos. André Barros, Rafael Grostein e o personagem Bolívia contaram pra gente um pouco mais sobre o surgimento do projeto e mostraram que existe muito mais estratégia por trás dele do que imaginamos. Com experiências em diversas áreas como administração de empresas e Comunicação, essa galera conseguiu criar um canal presente em várias plataformas digitais e conquistar o público através do humor e conteúdo diverso sobre o universo do futebol.

O Desimpedidos surgiu do conceito de que o futebol é para ser tratado com liberdade e humor, assim como se fala dele com amigos numa mesa de bar. Além disso, o canal tem a pretensão de mostrar o que a televisão não mostra e provocar uma interação direta com o público, coisa que a mídia tradicional faz de forma limitada.

Durante a conversa com a Cria, os sócios do canal ressaltaram que um dos principais diferenciais do objeto produzido é a ajuda do público para construí-lo. A escolha do conteúdo por relevância é bem interessante, tendo em vista que o usuário hoje procura apenas coisas que tiver interesse. Os meios digitais escolhidos por eles também vão muito da observação, do acompanhamento de tendências e da percepção em relação à utilidade deles para o projeto. 


                                        Foto por: Cria UFMG

Outro ponto é que o Desimpedidos está associado à NWB - Network Brasil, uma rede de entretenimento online que oferece principalmente conteúdo audiovisual e o distribui por diversas plataformas sociais. Além do Desimpedidos, a NWB conta com mais canais relacionados ao esporte e outras formas de entretenimento como o São Paulo FC, canal oficial do São Paulo Futebol Clube,  e o Fatality, sobre Games e Consoles. Atualmente, a iniciativa conta com perfis em quatro principais mídias sociais: Facebook, Twitter, Instagram e recentemente grupos no Whatsapp.

Desde seu surgimento durante a Copa das Confederações e o “boom” de seguidores na Copa do Mundo, o Desimpedidos vem conquistando cada vez mais fãs. Continuamos acompanhando as jogadas zueiras desse pessoal e rezando para que eles continuem mitando com a inovação do conteúdo.
 
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