No dia primeiro de abril nossa timeline das redes sociais fica cheia de mentiras, a maioria bobas. A novidade da vez é na verdade, campanhas feitas por grandes empresas, e que mostram produtos falsos.
A bola da ve foi o Goole, que ressuscitou o código Morse, usados nos antigos telégrafos (não sei o que é, mas deve ser legal). Dessa vez, eles "enganaram" seus usuários, fazendo-os pensar que o teclado dos celulares Android passaria a ter apenas duas teclas, o ponto e o traço. Pelo menos parece realmente mais simples que o atual, de 102 teclas...
A notícia também foi parar no The Huffington Post
Marketing da Red Bull decola em eventos
A Red Bull é uma bebida energética criada em 1984 pelo austríaco Dietrich Mateschitz e que hoje é sucesso em mais de 240 países. Grande parte do status da marca se deve ao seu genial departamento de marketing. Em uma entrevista Mateschitz disse: "O marketing é a nossa principal matéria-prima, sem esquecer o produto, que é a pré-condição”.
O empresário, que estava de viagem à Tailândia quando descobriu o príncipio da receita, conseguiu de fato tornar a imagem da marca à sua semelhança. Conhecido como “bom vivant”, sempre bronzeado e com um sorriso no rosto, o criador aos 61 anos ainda exala jovialidade. O sucesso vem em grandes números, o tornando hoje um dos homens mais ricos do mundo segundo a revista “Fortune”.
Desde a fundação da empresa a marca foi responsável pela transmissão de um estilo de vida. Posicionando a construção da sua imagem no público jovem e nos esportes radicais, a bebida representa aqueles que se identificam com riscos, desafios e superação de limites. Em média, a empresa investe 35% do seu faturamento anual bruto em marketing, sendo mais da metade destinada à realização de eventos criativos e ousados.
O diretor de marketing Paulo Navio acredita que quanto maior o risco, maior é o retorno para a marca. Modalidades desafiadoras, segundo ele, colocam a marca como objeto de desejo. Um evento da Red Bull significa “a concretização de loucuras e sonhos que temos, acreditamos e gostamos”.
Além de mega eventos como o Red Bull Air Race, que ultrapassou as previsões e levou quase um milhão de pessoas à praia de Botafogo (Rio de Janeiro) em 2007, e o Red Bull X-Fighters no sambódromo carioca, a empresa também investe em ações de menor escala no Brasil, como o Red Bull Paper Wings que aconteceu no último dia 23 em Belo Horizonte.
Confira a reportagem completa em:
O evento é uma competição eliminatória de aviõezinhos de papel que acontece em várias cidades do país, tendo como etapa final uma disputa mundial na Áustria. A brincadeira que envolve diversão, nostalgia, curiosidade e até conhecimento técnico movimenta estudantes de faculdades e universidades no mundo todo, ao mesmo tempo promovendo a marca e a inserindo na consciência dos consumidores.
Como as propagandas mudam
Marcadores: comerciais antigos, Mudança
É incrível como uma mesma marca depois de alguns anos muda tanto o estilo de propaganda. Não se trata apenas de épocas diferentes, as propagandas vão se transformando ao longo dos anos por também mudarem seus objetivos com o comercial. Antes os produtos eram o foco com suas características e pontos fortes para demostrar ao consumidor que ele era o melhor em sua categoria.
Atualmente a disputa entra em outro campo, o do desejo, da satisfação, do estilo de vida que aquele determinado produto passa. Hoje, o que se vai parecer quando se compra determinado produto é um fator determinante para compra. Se você será aceito socialmente seja com uma roupa, seja no lugar que você vai para fazer um lanche rápido.
Somos o que consumimos...você é o que?
Veja essas duas propagandas da Lacta, um ótimo exemplo !
Campanha em rede social
No dia 01 de Dezembro de 2011 (dia mundial da luta contra o HIV) a
agência "Quê", junto com a Rádio Mix Fm - Rio, elaboraram
uma campanha para ser disseminada no Facebook em prol da conscientização sobre
o uso da camisinha. A campanha consistia em uma espécie de viral em que você
assistia o vídeo e o compartilhava de forma automática e inconsciente no seu
mural. Fazendo o que viria a ser uma analogia a forma como a Aids é transmitida.
O case:
Essa campanha, que foi bastante eficaz, comprova que, com as redes
sociais, podemos atingir diretamente um público alvo específico. Com o
crescimento cada vez maior do tempo que os usuários utilizam as redes, torna-se
um ótimo negócio pensar em estratégias que usufruem da internet para chegar
diretamente aos consumidores daquele produto ou mensagem.
Público-alvo, qual é o seu?
Marcadores: gerações, marketing, PLANEJAMENTO ESTRATEGICO, publicos
Quem compra seu produto? Quais as características dos consumidores? Eles compram pela internet ou em lojas físicas?
Essas e outras perguntas ajudam na definição do seu público-alvo. Para facilitar mais ainda as coisas, existe uma divisão de gerações, determinando a característica de cada uma delas.
Há diversas divisões, cada uma dá um nome diferente para determinada geração, mas nada muito destoante.
Essas e outras perguntas ajudam na definição do seu público-alvo. Para facilitar mais ainda as coisas, existe uma divisão de gerações, determinando a característica de cada uma delas.
Há diversas divisões, cada uma dá um nome diferente para determinada geração, mas nada muito destoante.
Cheguei à seguinte divisão:
Silent generation (ou geração silenciosa) é a geração de pessoas que possuem 65 anos ou mais, que cresceram durante a grande depressão e a segunda guerra mundial. Passaram por muitas adversidades e dificuldades durante a infância e adolescência. Como reflexo disso, geralmente os silents buscam segurança nos investimentos e têm dificuldade em gastar as economias.
Os baby boomers, diferente dos silents, cresceram em uma época muito boa economicamente. Foi uma geração revolucionária, conhecida por terem conquistado o direito de ser e viver como jovens, além de terem batalhado pela igualdade social e racial. Os boomers tendem a buscar no dinheiro o prazer e o bem-estar. São os que tem hoje entre 44 e 65 anos.
A Geração X (ou geração mutante) são os nascidos entre 1968 e 1984. Assim como a silent generation, cresceu em momentos de dificuldade econômica. Esta geração tem uma relação um tanto pessimista quanto ao futuro e é menos propensa a gastos do que os boomers. Tem alto poder de consumo, por já estar inserida no mercado de trabalho, mas ainda não tem todos os bens que gostaria de ter, não tem, por exemplo o carro dos sonhos ou o apartamento dos sonhos, ainda querem viajar para o exterior, fazer uma pós-graduação, etc.
A Geração Y, nascida depois de 1985, é bem mais otimista e colaborativa. Vê o dinheiro como uma ferramenta para alcançar sonhos pessoais. De forma geral, apesar de saber claramente a importância do planejamento financeiro, acaba cedendo ao consumo. Utilizam muito pouco as mídias tradicionais, como jornal, rádio e TV, a não ser que essas mídias estejam presentes na internet; utilizam muito as mídias sociais.
Há ainda a Geração Z, que são os nascidos depois do ano 2000. Já nasceram na era da web. Consideram celular algo antiquado; o smartphone e o tablet são os aparelhos modernos. Para essa geração, assim como para a Y, a mobilidade é um grande diferencial. Assim, aplicativos para dispositivos móveis são algo a ser muito explorado para atingir esta geração, como também a geração Y.
Segue um vídeo que ilustra essas gerações e suas características:
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