5 páginas que farão você ter saudade das Eleições 2014


As eleições mais zueiras da história, já abordadas nesse blog inclusive, estão na reta final e tem gente que não aguenta mais o assunto, sobretudo na internet. Então, resolvemos fazer esse post pra descontrair.

Vivemos ao longo desse ano e principalmente nos últimos meses, uma abordagem intensa em todas as mídias sobre esse tema de suma importância para todo o país. O ponto positivo é que toda essa visibilidade política através do humor auxiliou a despertar um certo interesse, principalmente entre os jovens, sobre os candidatos. O ruim é que, assim né gente, podemos focar em outras coisas também e houve um stress das discussões nas redes sociais. Apesar de todas essas questões, encontramos espaço para boas risadas. O Cria Plano preparou pra você uma lista das páginas mais divertidas das eleições de 2014. Confira:

    Criada em setembro desse ano, essa página é um tanto quanto criativa. O que podemos encontrar nela? Um tanto de fotos de políticos de todas as partes do mundo apreciando vários tipos de comida. Sério? Seríssimo! Pense, o avatar é uma foto do Serra comendo uma banana.



Toda eleição tem que ter umas “má notas” não é? Desta vez um dos responsáveis por fazer a compilação de várias delas é o Tumblr “Selfie na Urna”. Todo mundo tá cansado de saber que ali não é lugar de Selfie, mas alguns aventureiros ainda se arriscam. Então ok né?




Criada no dia de hoje (24/10), já possui mais de 3.000 acessos. O conteúdo se trata de capas fictícias da revista Veja com imagens non-sense e títulos sensacionalistas principalmente sobre os políticos do PT.



Uma página mais antiga e que a temática não é unicamente eleições e política. Juntamente ao site, produz notícias fictícias sensacionalistas sobre os mais diversos assuntos. Tem vários posts ótimos sobre as eleições.


Com quase 120 mil curtidas, a página faz parte do grupo das páginas criadas para as eleições desse ano. Posta vários memes engraçados relacionados às eleições e os comentários do pessoal são melhores ainda.

Ficaremos com saudades? Bom, 2016 tem mais haha

A publicidade voltada para crianças



por Adilson Braga

As crianças sempre foram alvo do mercado. Vistas como um público estratégico, estão sempre expostas aos conteúdos midiáticos que sugerem o consumo. A proibição das propagandas com apelo infantil vem sendo questionada no Brasil e no mundo, dividindo opiniões e propondo discussões à respeito da influência dos comerciais para as crianças. De acordo com o artigo 37 do Código de defesa do consumidor, a publicidade infantil é considerada algo abusivo, aproveitando-se da incapacidade de discernimento da criança diante do consumo.
            
Para defensores, a proibição ou o domínio para tentar controlar a comunicação comercial destinada às crianças sugere uma possível censura à informação. Isto é, o público infantil estaria sendo privado de conteúdos considerados públicos. Além disso, há os grupos que acreditam que a restrição é uma maneira de privar as crianças de um apelo comercial ao qual já estão expostas todos os dias. Isto se considerarmos a influência dos outdoors, das informações vinculadas através dos diferentes setores no qual elas se situam diariamente como a escola, por exemplo.  

Por outro lado, há os defensores da proibição que consideram como incapazes de discernimento, crianças de 0 a 12 anos. Para algumas pessoas, nessa faixa etária, as crianças estariam expostas a influências dos comerciais, das quais não estão preparadas para discernir ou discutir. Além disso, a escola seria um fator fundamental para a proibição das propagandas, tendo em vista que o consumo gera um sentimento de competição entre 
crianças.


O perigo parece ser maior quando se pensa a propaganda como uma estratégia fundamental das empresas aumentarem seus lucros e promoverem a divulgação de seus produtos. Mais do que isso, a propaganda está vinculada à criação de estereótipos, padrões de vida e também estabelece um grau de diferenciação entre indivíduos que podem culminar em situações problemáticas, principalmente quando pensada para crianças.

Os grandes canais infantis de emissora a cabo se aproveitam de uma programação repleta de comerciais vinculados às crianças. A alternativa é uma forma de atrair a atenção do público que acaba por ser o pagante principal de um produto vendido para as suas crianças: os pais.
            
Um outro agravante é a venda de produtos alimentícios com os famosos brindes. Desde o cereal da manhã até o hambúrguer de grandes indústrias alimentícias, como o Mc Donald’s, há a promoção que sugere uma possível venda casada entre o alimento e o brinquedo. Ao pensar na criança como incapaz para a utilização ou escolha do produto, a marca estabelece estratégias de marketing com o poder de influenciar, impactar ou gerar expectativas. Isso tudo se torna ainda mais complexo quando se pensa na publicidade infantil como algo extremamente lucrativo e que sugere hábitos alimentares incomuns, abrindo para um outro fator agravante: o sedentarismo, que leva crianças à obesidade com grande freqüência.


Abaixo uma análise da propaganda dos sucos Del Valle direcionada ao público infantil:


E também um documentário da diretora Estela Renner, em 2008, mostrando os impactos do consumo para as crianças:




Desde quando xarás se dão bem?


Já passou por aquela estranha situação em que você quer procurar alguma impressora da HP, e só apareceu imagens de Harry Poter? Bom, se sim, tente de novo! Acho que o caso vai ser outro, agora que a HP pagou o Google para que isso não acontecesse mais! A questão de nomes já está começando a entrar mais em voga, ainda mais porque, hoje em dia, é até difícil encontrar um nome completamente novo, ou sem relações.


Mas e quando o nome é idêntico? O caso ficou nos holofotes depois do processo Cielo (nadador) X Cielo (máquina de cartão), que acabou sendo decidido que a empresa de cartões teria se beneficiado com o sucesso do nadador de mesmo nome.




Mas vamos por partes: No Brasil, as marcas são registradas por classes. São 45 classes diferentes, que reúnem produtos ou serviços com afinidades. Então podemos ter a marca “Continental” registrada para uma empresa na classe de Cigarros e para outra na classe de Eletrodomésticos e assim por diante.

Então o que aconteceu no caso Cielo? Bom, o buraco é mais fundo. Inicialmente o nadador estava atrelado à marca, por ter sido inclusive um garoto propaganda dela, mas mesmo após a recisão de seu contrato, a empresa continuou com o nome, e de certa forma, se aproveitou do nome já bastante conhecido. Resultado: a empresa de cartões deve procurar um novo nome. não antes, claro, de recorrer ao processo.

Parece complicado isso? Bom, na prática há casos mais fáceis de serem entendidos. Por exemplo, a cachaça João Andante. Um bom nome, uma boa logo, um bom produto, certo? Bom, não fosse a incrível coincidência com o nome Johnnie Walker, whiskey escocês.




Então já sabe: Um bom nome deve ser pensado, não apenas para refletir seu negócio, ser facilmente lembrado, mas também de modo a não querer brilhar as custas de outros! Cristividade é fundamental, né pessoal?

 
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