Todas as empresas precisam ter, antes de mais nada, uma boa organização interna. Não estou me referindo somente à uma superestrutura moderna para garantir a comodidade na área de trabalho, mas sim de ter uma excelente comunicação interna com seus trabalhadores. O objetivo de toda empresa é vender seus produtos e serviços, e ele não pode ser cumprido efetivamente sem uma boa relação entre membros e empresa.
As novas mídias nos provem inúmeras opções para nos comunicar dentro de uma empresa. O jornal interno, boletim, jornal mural e revista interna são vários exemplos de mídias propostas de acordo com uma pesquisa feita previamente pela área de planejamento para melhorar o relacionamento da empresa com seu público interno de interesse. No caso de uma empresa usar um jornal interno, se deve optar por um texto pouco burocrático e que seja interativo, informativo e opinativo, e que permita a compressão clara e ao mesmo tempo sirva de entretenimento aos leitores.
Por exemplo, uma empresa tão reconhecida como a COCA-COLA Brasil, esgota cada dia mais todos seus recursos para se comunicar inteligentemente com seus colaboradores e sabe usar o jornal interno estrategicamente, o qual ganhou o prêmio nacional da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.
Planejamento X Criação
Calma, não quero propor uma briga entre esses dois departamentos comuns nas agências de publicidade. Muito pelo contrário, quero discutir aqui qual é o papel dos dois para que a relação ocorra da melhor maneira possível. Segundo Richard Huntingdon, da agência United London, "O planejamento tem a função de fazer a propoganda funcionar - nada a mais, nada a menos". Magy Imoberdorf, da extinta Lagy e Magy, expôs a função da Criação ao dizer que "Criar é aparecer mais do que simplesmente estar presente num espaço de televisão, jornal ou outras mídias".
A criação sem planejamento pode fazer uma propaganda que chame a atenção, mas que não cause uma melhora de desempenho mercadológico do produto, que é o objetivo-mor da publicidade. Em contrapartida, o planejamento sem criação impede que as estratégias traçadas no plano cheguem até o consumidor, até porque em meio à tanta informação a criatividade é essencial para que ele se interesse pela propaganda.
Enfim, não existe uma fórmula mágica para o bom funcionamento dessa dinâmica. O que existe é a certeza da importância dos dois. O planejamento facilita o trabalho da criação, e a criação dá vida ao trabalho do planejamento. Fazendo uma analogia clichê mas verdadeira, são como marido e mulher: às vezes se desentendem, mas sabem que um não vive sem o outro.
A criação sem planejamento pode fazer uma propaganda que chame a atenção, mas que não cause uma melhora de desempenho mercadológico do produto, que é o objetivo-mor da publicidade. Em contrapartida, o planejamento sem criação impede que as estratégias traçadas no plano cheguem até o consumidor, até porque em meio à tanta informação a criatividade é essencial para que ele se interesse pela propaganda.
Enfim, não existe uma fórmula mágica para o bom funcionamento dessa dinâmica. O que existe é a certeza da importância dos dois. O planejamento facilita o trabalho da criação, e a criação dá vida ao trabalho do planejamento. Fazendo uma analogia clichê mas verdadeira, são como marido e mulher: às vezes se desentendem, mas sabem que um não vive sem o outro.
Planejamento e Atendimento
Como todos sabem, o planejamento é uma área que surgiu na publicidade há pouco tempo. Não se sabe exatamente como surgiu, nem quem foi que primeiro pensou que seria necessário um profissional que fizesse esse trabalho. Mas sabe-se que quem cunhou o termo "planejamento de propaganda" foi Stephen King (não, não foi o escritor de "O Iluminado"), em 1968.
Bom, eu acho complicado fazer publicidade de qualidade sem um bom Planejamento, então quem fazia o nosso trabalho antes disso?
O Atendimento! Sim, o atendimento, apesar de não se aprofundar em pesquisas, nem fazer diagnósticos, ou interpretar mil dados, sempre foi o responsável por fazer ligações entre todas as informações disponíveis para desenvolver o melhor conceito e direcionar a criação da melhor maneira possível, além de acompanhar todo o andamento do trabalho e fiscalizar se o briefing está sendo seguido. Ainda hoje, inclusive, muitas agências, principalmente as de pequeno porte, contam com os profissionais de atendimento também para fazer o trabalho de um planejamento. De forma não tão aprofundada e embasada, claro, pois não é possível acumular perfeitamente as duas funções, mas sempre da melhor maneira possível.
Além disso, o Atendimento é nossa principal ligação com o cliente. É ele que marca reuniões, conversa com o cliente, aprende a lidar com ele, detecta as suas peculiaridades, nos orienta e nos ajuda a obter as informações necessárias para fazer nosso trabalho da melhor maneira possível. O Atendimento é a ponte do planejamento com o cliente e o Planejamento é aliado do atendimento, ambos devem caminhar juntos para que o objetivo final, que é apresentar um trabalho de qualidade e direcionar a criação para o caminho certo, aquele que o cliente deseja, seja alcançado.
Bom, eu acho complicado fazer publicidade de qualidade sem um bom Planejamento, então quem fazia o nosso trabalho antes disso?
O Atendimento! Sim, o atendimento, apesar de não se aprofundar em pesquisas, nem fazer diagnósticos, ou interpretar mil dados, sempre foi o responsável por fazer ligações entre todas as informações disponíveis para desenvolver o melhor conceito e direcionar a criação da melhor maneira possível, além de acompanhar todo o andamento do trabalho e fiscalizar se o briefing está sendo seguido. Ainda hoje, inclusive, muitas agências, principalmente as de pequeno porte, contam com os profissionais de atendimento também para fazer o trabalho de um planejamento. De forma não tão aprofundada e embasada, claro, pois não é possível acumular perfeitamente as duas funções, mas sempre da melhor maneira possível.
Além disso, o Atendimento é nossa principal ligação com o cliente. É ele que marca reuniões, conversa com o cliente, aprende a lidar com ele, detecta as suas peculiaridades, nos orienta e nos ajuda a obter as informações necessárias para fazer nosso trabalho da melhor maneira possível. O Atendimento é a ponte do planejamento com o cliente e o Planejamento é aliado do atendimento, ambos devem caminhar juntos para que o objetivo final, que é apresentar um trabalho de qualidade e direcionar a criação para o caminho certo, aquele que o cliente deseja, seja alcançado.
Inovar
Imagine se a partir de amanhã a sua mãe resolver que, na sua casa, só se cozinhará como os japoneses. Sim, apenas peixe cru e arroz empapado. Nada de feijão e nem de carne vermelha. Japones são saudáveis e inteligentes, a alimentação deles é super evoluída e, dessa forma, nada melhor que segui-la. Mas alguma coisa me diz que talvez você não tenha gostado muito da ideia. Sim, uma comida japonesa costuma cair muito bem, mas será que ela substitui o arroz com feijão?
Inovar. Por definição: coisa introduzida de novo. Renovação. Inovar não é fazer tudo diferente. Porque fazer tudo diferente significa dizer que tudo o que já tinha sido feito antes não tem mais serventia.
Por isso inovar é tão difícil. Por que requer mais que a vontade de “tentar o novo”. Inovar requer sensibilidade, bom senso, criatividade e... Planejamento!
Um bom Planejamento não tem medo de inovar. Isso porque planejar é saber o que está fazendo. É sentir a receptividade do público para mudanças naquilo que recebe todo dia. É saber no que cabe mexer e no que não cabe, saber se está na hora de quebrar o conforto do cotidiano. Inovar sem planejar é aventura, no pior sentido da palavra, e pode desperdiçar uma ideia que, se aplicada de uma forma mais consciente, poderia ter rendido bons frutos.
E não é sempre que é hora de inovar. Ao contrário. Um dos mitos contemporâneos é a ideia do combate exacerbado à rotina. Tudo parte dessa nossa cultura do efêmero. Mas por mais que filés com gorgonzolas sejam realmente deliciosos, o arroz com feijão da mamãe tem sempre seu lugar.
Sensibilidade, bom senso e embasamento teórico serão sempre os melhores aliados para escolher o prato do dia!
Inovar. Por definição: coisa introduzida de novo. Renovação. Inovar não é fazer tudo diferente. Porque fazer tudo diferente significa dizer que tudo o que já tinha sido feito antes não tem mais serventia.
Por isso inovar é tão difícil. Por que requer mais que a vontade de “tentar o novo”. Inovar requer sensibilidade, bom senso, criatividade e... Planejamento!
Um bom Planejamento não tem medo de inovar. Isso porque planejar é saber o que está fazendo. É sentir a receptividade do público para mudanças naquilo que recebe todo dia. É saber no que cabe mexer e no que não cabe, saber se está na hora de quebrar o conforto do cotidiano. Inovar sem planejar é aventura, no pior sentido da palavra, e pode desperdiçar uma ideia que, se aplicada de uma forma mais consciente, poderia ter rendido bons frutos.
E não é sempre que é hora de inovar. Ao contrário. Um dos mitos contemporâneos é a ideia do combate exacerbado à rotina. Tudo parte dessa nossa cultura do efêmero. Mas por mais que filés com gorgonzolas sejam realmente deliciosos, o arroz com feijão da mamãe tem sempre seu lugar.
Sensibilidade, bom senso e embasamento teórico serão sempre os melhores aliados para escolher o prato do dia!
Metalinguagem

Repare bem nesse blog, no título, na disposição das informações, nas cores, no conteúdo... será que ele foi planejado? Observe bem cada informação que estimula seus sentidos e terá a resposta. O exercício de analisar as partes do todo de uma peça de comunicação, principalmente se tratando de planejamento, faz com que os objetivos envolvidos no briefing daquela criação saltem aos olhos como se você estivesse participado do processo. A partir dessa descoberta, perde-se a inocência das propagandas, mas parte do trabalho dos maiores especialistas da área torna-se disponível para consulta e aprendizado. Então, sempre que se deparar com uma campanha de sucesso, faça como Lyon, o protagonista do desenho Thundercats, tenha “visão além do alcance”, e seja um aspirante a especialista em comunicação.
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