Coca-Cola no topo das mídias sociais

Marca continua no topo do Índice de Marcas em Mídias Sociais (Imms) da agência Frog, divulgado, em primeira mão, pelo M&M Online

A Coca-Cola continua no topo do Índice de Marcas em Mídias Sociais (Imms) da agência Frog, divulgado, em primeira mão, pelo M&M Online. O iPhone segue na segunda colocação, logo à frente do McDonald's, que ocupa agora o terceiro lugar. Os resultados se referem à exposição das marcas nos sites de relacionamento no mês de março. São acompanhadas 150 marcas de 18 segmentos - como automóveis, celulares, bancos, operadoras e cervejas - em quatro tipos de redes: redes sociais (Orkut e Facebook), blogs, micro-blogs (Twitter) e vídeos (Youtube).

O Imms é um indicador da densidade de referências a determinado termo na internet. Focado no conteúdo e nos debates em português, o estudo é estruturado a partir dos hábitos de uso do internauta brasileiro. "É um índice referenciado, como os famosos índices BigMac ou iPod (que comparam o custo desses produtos em diversos países)", afirma Roberto Cassano, diretor de estratégias e mídias sociais da Frog. O ponto de referência do Imms é a marca Google, pois, segundo Cassano, é a que tende a ter a maior quantidade de referências em todas as ferramentas.

Com a ajuda de robôs, a agência levanta a quantidade de ocorrências de cada uma das marcas no universo de abrangência da pesquisa. O resultado é comparado à performance da marca Google e ponderado com base em indicadores definidos de acordo com a importância de cada rede social para o mercado brasileiro. "Damos o devido peso às menções. Sabemos que uma citação no Orkut, uma no Twitter e uma no Youtube não podem ter pesos iguais, já que indicam sentimentos diferentes e têm possibilidades de disseminação e alcances distintos", explica Cassano.

Confira as 10 primeiras marcas do ranking geral e as três primeiras por segmento.

AS 10 PRIMEIRAS NO GERAL
1º Coca-Cola
2º iPhone
3º Mcdonalds
4º Sony
5º Apple
6º Adidas
7º Nokia
8º Nike
9º Chevrolet
10º Skol

As 3 PRIMEIRAS POR SEGMENTO
Operadoras
1º Oi
2º Claro
3º Vivo

Celulares
1º iPhone
2º Nokia
3º Motorola

Automóveis
1º Chevrolet
2º Ford
3º Fiat

Cervejas
1º Skol
2º Brahma
3º Bohemia

Banco
1º Itaú
2º Bradesco
3º ABN Real

Blogueiros e marcas podem ser processados por declarações falsas de produtos

Não é de hoje que o assunto está em pauta, mas a americana Federal Trade Commission (FTC), foi a primeira entidade a divulgar que deve adotar regras que responsabilizam os blogs (e as empresas que se relacionam com eles) no caso de declarações falsas sobre produtos, ou seja, se uma marca envia um produto para blogs e um blogueiro escreve que aquele produto leva a determinado efeito, mas a informação é falsa, tanto blogueiro quanto a empresa poderão ser processados pela FTC.

A Associação Americana de Agências de Publicidade reagiu e declarou que “regular muito cedo essa mídia ainda em desenvolvimento pode ter efeito negativo sobre os blogs e outras formas de marketing viral”. O Internet Advertising Bureau também se opôs alegando que podem haver consequências não desejadas para as novas mídias caso os anunciantes sejam responsabilizados pelas ações de terceiros sobre os quais eles não têm controle.

Ora bolas, temos que partir da premissa que os anunciantes não enganam seus clientes para vender seus produtos. Pelo menos deveria ser assim. Partindo desta análise, no meu ponto de vista, as entidades que se declararam contra estão erradas. Primeiro porque nenhuma empresa envia material de divulgação para uma mídia sem fiscalizar a comunicação feita (pelo menos deveria, esse é um dos trabalhos do depto de marketing) e segundo que os blogs não são uma mídia nova, já foram descobertos pelos anunciantes a pouco mais de 2 anos e a falta de uma fiscalização pode fazer com que os blogs se tornem uma mídia sem credibilidade nenhuma.
Há um pequena parte (mas existe) agindo de má fé no universo blogueiro postando qualquer coisa por dinheiro. Da mesma forma que existe (também em pequeno número) empresas se valendo dos blogs para espalhar no mercado informações falsas sobre produtos. Isso É uma realidade. Se há fiscalização para tv, para rádio, para revistas e jornais, além de outros canais de comunicação considerados mídias, por que com os blogs seria diferente?

Fonte: http://aletp.com/category/noticias-do-mercado/

Agregador de campanhas

Ferramenta QR Code começa a ser utilizada para incrementar ações publicitárias

Transformar um monte de quadradinhos em uma ação de marketing parece impossível, mas não é. Idealizado no Japão em 1994, o QR Code começa a ganhar notoriedade no mercado publicitário brasileiro. A ferramenta é considerada uma evolução de um código de barras convencional, pois armazena não só informações numéricas como também de texto. Para que uma pessoa possa saber o significado da figura, basta instalar um software leitor de QR Code em seu celular de forma gratuita.

O código, que significa Quick Response (resposta rápida), começou a ser utilizado na indústria automobilística asiática e logo embarcou para o mundo da publicidade. No Brasil, a ferramenta passou a figurar em anúncios no final de 2007, em uma campanha criada pela Dentsu Latin America para a Fast Shop. Ao desvendar o código, o cliente concorria a prêmios.

Segundo Alexandre Mutran, diretor de atendimento da Dentsu Latin America, a ferramenta pode ser utilizada de inúmeras formas. "O código pode ser um texto, um número de telefone ou SMS para uma determinada promoção, um link para um site normal ou site móbile, um game, entre outras possibilidades. Considero o QR como uma ponte do mundo real para o mundo virtual", diz.

No primeiro semestre do ano passado, a Dentsu promoveu a cerveja NS2, da Schincariol, no São Paulo Fashion Week. Na ocasião, promotores da empresa emprestavam seus celulares com software leitor para que os visitantes encontrassem brindes em um painel lotado de códigos. Entre os prêmios estavam doses da bebida e camisetas customizadas. "O QR code não é tão poderoso se atuar de forma isolada. O ideal é utilizá-lo como colaborador para potencializar uma campanha", afirma Mutran.

Outra ação desenvolvida pela Dentsu foi com a Nestlé, no segundo semestre de 2008. A campanha "Torce Por Você" possuía um site com quiz e jogo virtual via Bluetooth para duas pessoas. Mutran destaca que a maior barreira para a utilização da tecnologia é a adoção. "Nem todas as pessoas possuem o software leitor instalado em seus aparelhos celulares, por este motivo as ações promocionais em ambientes controlados são ideais para a utilização do QR Code", pontua, destacando que o custo da utilização da ferramenta não é alto.

Durante o Salão do Automóvel, em novembro do ano passado, a Volkswagen aproveitou o QR Code para uma pequena ação em seu estande. O Jornal A Tarde, de Salvador, Bahia, também tem usado o código desde dezembro de 2008.

Parceiro tecnológico
A SupportComm, empresa provedora de serviços voltados ao mobile marketing, atua como parceira das agências em campanhas que utilizam o código bidimensional. "O QR Code é uma das ferramentas do nosso portfólio e sempre desenvolvemos a parte técnica em conjunto com a agência, dificilmente atuando diretamente com o anunciante", explica o diretor comercial, David Carvalho.

Nas peças que anunciaram o C4 Picasso, da Euro RSCG Brasil para a Citroën, a SupportComm criou o código que remetia o consumidor ao vídeo do automóvel. A empresa também desenvolveu o QR Code na campanha de Natal da F/Nazca para a Claro. A figura estava impressa em folhetos dos pontos-de-venda e anúncios para jornal e revista.

Para conseguir decifrar o código, o cliente da operadora enviava um torpedo com a palavra "Escolha" para o número 250 e baixava, gratuitamente, o leitor no seu celular. Após a instalação, a pessoa apontava a câmera para o QR Code e recebia um link para baixar de graça a trilha da campanha. Quem não fosse cliente Claro era direcionado para um site wap com informações sobre as promoções especiais da operadora para o Natal.

Para Carvalho, as empresas estão começando a utilizar o mobile marketing em suas ações publicitárias. "Este é o ano do mobile marketing, pois existe uma enorme demanda. Basta uma padronização das operadoras para que este mercado deslanche", opina o executivo.

A Spring Wireless, que recentemente adquiriu a Okto Mobile Ideas, já realizou três pilotos de QR Codes com empresas conhecidas. Até o momento, o único case da empresa é o próprio cartão de visita institucional.

Carlos Domingues, diretor de soluções de mobile marketing e mobile entertainment da Spring Wireless, destaca que a adesão por parte dos anunciantes é baixa pelo fato da tecnologia ainda ser pouco conhecida. "O mundo ideal do mobile marketing é entender o objetivo do negócio. O QR Code não trabalha sozinho e deve ser integrado a uma campanha. A Spring, por exemplo, vende o serviço de forma correta para não gerar frustração ao cliente", conta Domingues.

Anúncios Institucionais
O curioso anúncio da QG Propaganda veiculado na mídia impressa em setembro do ano passado mostrava um QR Code com a seguinte frase: "Se você não consegue ler esta mensagem com a câmera de seu celular, ligue que a gente explica". A pessoa que tivesse o software leitor podia decifrar o texto: "Todas as novidades em tecnologia para sua marca".

Marcello Droopy, diretor de criação da QG Propaganda, esclarece quais eram objetivos com o anúncio institucional. "Usamos o QR Code na obra para provocar os clientes e vender nosso peixe. Recebemos diversas ligações de curiosos", destaca, informando que a agência ainda não utilizou a ferramenta em peças publicitárias, mas conta com projetos em andamento.

"Hoje não dá para utilizar o QR Code sozinho em uma campanha, a não ser que tenha público e produto específico. O código entra como ferramenta e agrega muito mais valor do que custa", completa Droopy.

Outra empresa que utiliza a tecnologia para obras institucionais e promocionais é a Impacta Tecnologia. Na campanha "Comunique-se com QR-Code", que terá início na próxima quinta-feira, 2, todas as pessoas que comprarem alguns dos treinamentos oferecidos pela companhia nas áreas de TI e design e decifrarem o QR Code em um dos anúncios impressos receberão camisetas personalizadas de acordo com a área escolhida do curso.

Com abrangência nacional, a campanha será veiculada nas revistas Info Exame, Digital Design, WebDesign, CaDesign, Design Gráfico, Publisher, Photoshop Creative e no jornal Folha de S. Paulo. Caso o celular utilizado não permita a visualização, a Impacta indica o site http://reader.kaywa.com/register para baixar o software.

Para Rodrigo Braga, diretor executivo da Peopleway, empresa de interatividade digital, o mercado de mobile marketing comemora mais este novo canal de comunicação que promete agregar valor a ferramenta e estimular ainda mais o uso do celular em ações promocionais e campanhas interativas. "A vantagem do QR-Code é o fator surpresa. Ele tem um 'q' de mistério, onde o usuário não tem a menor de idéia do que vai encontrar lá, mas vai fazer de tudo para descobrir", comenta.

Páscoa Transgressora


Para sair um pouco do clima de comilança dos deliciosos chocolates, aí vão algumas peças com abordagem transgressora para a Páscoa.
1ª - Para começar qual coelho[pai] nunca se sentiu pressionado para comprar logo o ovo de Páscoa? A peça abaixo diz "Menos histórias. Mais doces!" Muito boa a ilustração.
2ª - Essa aí ficou demais. Uma disputa par ver qual celebridade aparece mais nas peças publicitárias de abril. Se tivéssemos uma mesa de aposta sem dúvida o coelhinho estaria com pelo menos 10 para1. "Quem vai ganhar mais anúncios de oportunidade em abril?" Criação da Fischer América+Fala.4ª - Essa aí é para os preocupados com as gordurinhas. "Chocolate não tem de ser mal."

5ª - Nada como um belo descanso para quem na Páscoa trabalha muito mais que o coelhinho. "Encontre a sua própria razão para fugir nesta Páscoa." Um ótimo convite do hotel Scandic.

E aí o que você achou dessas peças fora do convencional? Gosta ou prefere o tradicional?

fonte: http://ppgmkt.blogspot.com/











Levi's aposta em campanha virtual

Presente no País há mais de 30 anos, a marca de roupas Levi's sempre adaptou totalmente as ações publicitárias dos Estados Unidos para o Brasil. A partir de agora isso deve mudar, pelo menos na internet. A campanha deste ano, desenvolvida pela Centoeseis, pretende aproximar a grife do universo jovem através de uma plataforma 90% baseada na web. O único item mantido como nos anúncios originais norte-americanos é o conceito de "Unbuttoned", que no México, por exemplo, foi traduzido para "desabotonar". Por aqui, o mote em inglês será tema de um vídeo viral, em que pessoas na rua tentam pronunciar a palavra e divagam sobre seu significado.

Hotsites também vão compor uma ferramenta importante para promover a independência da publicidade online nacional - hoje, os sites da Levi's de todos os países só podem ser acessados através do portal internacional www.levis.com. Nessas páginas especiais, o usuá­rio poderá conferir depoimentos dos estilistas da empresa sobre os países que visitam em busca inspiração para as roupas. A divulgação em redes sociais virtuais,­ nas lojas, em videolocadoras e em bibliotecas de faculdades de moda paulistanas completa a inserção no mercado jovem. Tetê Pacheco, diretora de criação da Centoeseis, confessa que "a grife estava perdendo prestígio com esse target".

Maurício Busin, gerente da marca no Brasil, explica que a campanha procura conquistar consumidores de 20 a 25 anos; atualmente, os clientes costumam ter entre 28 e 35. Mas faz uma ressalva, afirmando que quem usa roupas da Levi's "está sempre apresentando muita atitude em seus looks, não é muito apegado a marcas e gosta de se vestir para representar sua personalidade. Quando partimos para essa segmentação, percebemos que a idade passa a ser algo mais secundário". Busin também diz que cerca de 9% do faturamento da organização se destina a marketing e que esse investimento vem aumentando nos últimos três anos.

Outro projeto originalmente brasileiro, iniciado em 2008, a rádio-web Levi's Music, continua e deve ser relançada em 20 de abril. Na mídia tradicional, os anúncios estarão presentes basicamente em revistas como Rolling Stone, Trip e TPM. A ação nas faculdades de moda também vai promover palestras gratuitas dos estilistas da Levi's para os alunos e todo o sistema de divulgação estimulará a publicação de conteúdos produzidos pelos próprios consumidores. Segundo avaliação da própria Tetê Pacheco, "é uma estratégia bastante ousada, especialmente para uma época de crise".
 
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