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“Quantas curtidas essa vida merece?”
Marcadores: campanhas, curtir, Publis, voluntáriosÉ comum vermos pelo Facebook campanhas e ações que ajudam pessoas que estão
passando por algum tipo de necessidade, e nossa ajuda, na maioria das vezes, se limita a
ferramenta "curtir" da rede social.
Pensando nisso, a Publis criou a campanha para a Crisis Relief Singapore, uma organização
de ajuda humanitária e cristã por meio de voluntários. "Curtir não está ajudando" contém
imagens reais de pessoas que sofreram com catástrofes como terremotos, guerras e
inundações, em que elas estão rodeadas de polegares, que indicam a "curtida". As imagens
são impactantes e mostram da pior maneira que não, os curtidores não estão ajudando.
A campanha nos faz pensar que em muitas situações, mesmo no nosso cotidiano, expressamos
solidariedade ou indignação, mas não mais do que isso, e deixamos até de fazer coisas por nós
mesmos, por comodismo e preguiça.
“Curtir Não Está Ajudando – ‘Seja um voluntário. Mude uma vida"
Conheça o Marketing Gastronômico
Marcadores: Blend Marketing, campanhas, marketing gastronômico, Megg, restaurante
Para os apaixonados por comida, como eu, uma refeição é muito mais que um alimento, ela desperta emoções, sensações e lembranças. Mesmo os que não são entusiastas da gastronomia, concordam que ir a um restaurante é uma experiência completa que não se restringe à comida. O atendimento, o ambiente, a companhia e vários outros aspectos influem no jantar. Assim, cabe ao restaurante garantir ao cliente essa experiência completa e vendê-la ao cliente. Mas como? Marketing Gastronômico!
Assim como em qualquer outro ramo, as empresas de gastronomia precisam investir em comunicação. Com muito planejamento e criatividade, é possível aproximar o cliente da marca e convencê-lo de que está comprando mais do que comida, está comprando uma experiência. O Marketing Gastronômico vende sonhos.
E assim foram surgindo agências de comunicação especializadas em gastronomia, que se propõe a criar soluções para esse mercado em constante crescimento, cercado de muita criatividade e totalmente influenciado pelo estilo de vida das pessoas. Essas agências atuam no planejamento do posicionamento da marca, na criação de campanhas, no acompanhamento de mídias sociais dos restaurantes e tudo mais que envolva comunicação.
Conheça duas dessas agências de Marketing Gastronômico, a Megg e a Blend Marketing, e entenda mais da união entre duas áreas tão criativas e fascinantes.
Assim como em qualquer outro ramo, as empresas de gastronomia precisam investir em comunicação. Com muito planejamento e criatividade, é possível aproximar o cliente da marca e convencê-lo de que está comprando mais do que comida, está comprando uma experiência. O Marketing Gastronômico vende sonhos.
E assim foram surgindo agências de comunicação especializadas em gastronomia, que se propõe a criar soluções para esse mercado em constante crescimento, cercado de muita criatividade e totalmente influenciado pelo estilo de vida das pessoas. Essas agências atuam no planejamento do posicionamento da marca, na criação de campanhas, no acompanhamento de mídias sociais dos restaurantes e tudo mais que envolva comunicação.
Conheça duas dessas agências de Marketing Gastronômico, a Megg e a Blend Marketing, e entenda mais da união entre duas áreas tão criativas e fascinantes.
A Responsabilidade Social Empresarial das grandes marcas
Marcadores: campanhas, marcas, responsabilidade social, RSE
Responsabilidade Social Empresarial (RSE) trata-se, basicamente, de um comprometimento que diversas empresas assumem em adotar um comportamento ético, buscando o desenvolvimento econômico, além da melhoria simultânea da qualidade de vida de seus empregados e suas famílias, da comunidade e da sociedade como um todo. Além de práticas e comprometimentos básicos, como o privilegiar desenvolvimento sustentável, vemos por aí inúmeras empresas com campanhas de Responsabilidade Social que buscam ajudar de alguma forma àqueles que estão em contato com elas.
Seja por benefício próprio ou seja por pura vontade de ajudar, na prática, a intenção acaba não importando tanto. Vamos dar uma olhada em algumas campanhas de RSE de grandes marcas:
- Nissan e a Grande Virada
A Nissan está realizando uma campanha em que os europeus que visitarem seu site, The Big Turn On, podem clicar em um botão para “ligar” sua cidade. A Nissan premiará a cidade com mais cliques com 30 estações de carregamento elétrico para desenvolver a infraestrutura da área para veículos elétricos.
- Pepsi Refresh Project
Em 2011, a Pepsi abriu um espaço para os consumidores enviarem suas ideias para um projeto de responsabilidade social. As ideias eram posteriormente selecionadas e aplicadas contando com o investimento da Pepsi.
- Natura e o Projeto Acolher
Em um modelo que se aproxima ao do projeto da Pepsi, a Natura permite que seus consultores e consultoras inscrevam projetos de ação social. Os inscritos passam por um processo de seleção, mas mesmo aqueles que não forem selecionados recebem um selo indicando a participação. O objetivo principal é promover a troca de experiências para desenvolver ainda mais as práticas sociais que já existem.
Dentro das próprias Empresas Juniores da UFMG, possuímos e apoiamos alguns projetos de Responsabilidade Social. Um deles é o Projeto Árvore dos Desejos, que conta com a participação da UFMG Informática Júnior. O projeto é simples e bem interessante, crianças carentes são cadastradas e seus dados são repassados a um "padrinho" ou "madrinha", que fica responsável pela tarefa de comprar um presenta para seu afilhado. Saiba mais aqui.
Facebook Social
Marcadores: campanhas, conscientização, facebook, Irã, Israel, Mídias Sociais, Redes Sociais, responsabilidade social
Curtir, comentar, compartilhar...
o Facebook tem se mostrado uma poderosa ferramenta de divulgação. Qualquer
informação ou conteúdo produzido aqui, por mim, e divulgado para os meus amigos
pode facilmente se espalhar por todo o Brasil e, talvez, por todo o mundo.
Agora, como saber se isto vai acontecer eu não sei. O fato é que muitos têm se apropriado deste
recurso, seja para fins comerciais, esportivos, culturais, políticos... ou sem
finalidade alguma.
Na maior parte das ocasiões,
passamos pelas postagens sem lhe atribuir grandes atenções, às vezes não
merecem mesmo, mas coisas muito legais podem surgir do emaranhado de
publicações do Facebook (e de outras redes também). Outro dia vi que um amigo,
amiga pra ser mais exata, tinha algo sobre um protesto à guerra entre Irã e
Israel. Abri o link, assisti ao vídeo e torci muito para que o espírito
pacifista daquele homem continuasse se alastrando e aquele conteúdo continuasse
sendo divulgado. Assim como chegou até mim poderia chegar a muitas outras
pessoas pelo mundo. Sem muita viagem,
lembrei-me da guerra do Vietnã, na década de 1970, e de como o movimento hippie
foi importantíssimo para que o conflito chegasse ao fim. Isto, num contexto
onde a dificuldade de comunicação era muito maior, hoje tudo poderia ser muito
mais ágil, poderíamos, quem sabe, evitá-la. Vale ainda lembrar que a derrubada
do governo tirânico da Líbia, que durou 42 anos, se iniciou deste modo, pela
Internet.
E ainda assim, é comum ouvir
críticas a esta forma [fácil] de se fazer comunicação, ouve-se que ficar no Facebook
é perda de tempo. Deve-se entender que, além da função stalker, este tipo de
mídia possibilita a liberdade de expressão e informação,ou seja, tudo depende
muito do seu uso e da sua apropriação. Nós, comunicadores, é que o digamos!
Dalton Martins, doutorando em
Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), fez a seguinte seu
artigo: Analisando a dinâmica de produção e apropriação da informação em redes
sociais online.
As redes
não são feitas de relações estáticas. As conversas, que determinam como e
quando as relações ocorrem, são produto e produtoras da dinâmica social que
está em jogo. Uma
nova relação movimenta a rede em seu espaço de atuação,
causando desdobramentos, efeitos que, eventualmente quando ampliados, produzem fenômenos emergentes que sintetizam o
movimento de um coletivo de pessoas.
Veja o vídeo
Agora, por favor, vamos fazer um apelo e compartilhar um
pedido de chuva urgente! Pra ver se chega nas mãos de São Pedro.
- Post escrito por Camila Santos
@ de Interatividade
Marcadores: campanhas, interatividade, internet, Johnson and Johnson, ob, pizza, publicidade na Internet, publicidade online, tipp-ex, videos, vídeos interativos, zombie
Já que 17 de maio foi o Dia Internacional da Internet, que tal explorar um pouco um dos principais benefícios que essa mídia nos proporciona?
Depois de um protesto de clientes da Johnson & Johnson contra o cancelamento da fabricação do o.b. Ultra em 2010, a empresa resolveu reintegrar a marca aos seus produtos e ainda produziu esse clipe como um pedido de desculpas. Nele você pode colocar seu nome e vê-lo durante o vídeo e ainda, se tiver a sorte de ter um nome mais comum, escutá-lo (sim, o cara CANTA seu nome).
A interatividade está, felizmente, se tornando cada vez mais presente na publicidade. Muitas agências estão percebendo que podem se envolver muito mais com o público on-line interagindo com ele do que simplesmente enfiando um anúncio bem no meio da “informação alvo” da pessoa. Muitas, inclusive, conseguiram que esse anúncio se torne a informação alvo.
Hoje dou um destaque para os vídeos interativos, que são cada vez mais numerosos na web. Esse tipo de vídeo (geralmente feito especificamente para a internet) objetiva proporcionar ao público uma experiência lúdica e ativa, onde ele pode personalizá-lo ao seu modo, com suas escolhas. Ou seja, quem assiste não somente assiste. Podemos intervir no vídeo e até mesmo escolher seu direcionamento e conteúdo.
Separei alguns ótimos exemplos de empresas que utilizaram vídeos interativos em suas campanhas:
Nesse vídeo de uma campanha da rede de pizzarias australiana Hell Pizza, você ajuda o entregador a fazer uma entrega bem no meio de um apocalipse zumbi por meio de escolhas que você faz por ele. Tente não morrer.
O terceiro exemplo é a continuação de uma das campanhas de vídeos interativos mais populares do youtube. É do corretivo Tipp-Ex e funciona como uma máquina do tempo em vídeo. Nele você pode escolher para qual ano o caçador e o “Mr. Bear” vão ser levados para comemorem o aniversário e então acompanhar a sequência (recomendo os anos 0, 1970, 2000 e 2002).
Apesar da produção ser muito mais complicada e trabalhosa, os vídeos interativos têm se mostrado muito eficientes no que diz respeito à atração do público para o anúncio. As pessoas assistem não como se fosse uma propaganda, e sim como um conteúdo interessante com o qual elas podem interagir. Além disso, como o envolvimento é maior, eles mostram-se muito mais persuasivos e memoráveis.
Por Hyu Oliveira
Campanhas que Chocam
Marcadores: campanhas
Domingo faz 10 anos que assistimos pela TV às torres gêmeas desmoronando numa tragédia que matou centenas de norte americanos. O site Comunicadores fez um post especial sobre a aparição desta data em algumas propagandas pelo mundo.
Pensando em tudo que tenho visto ultimamente, percebi que o apelo ao choque e a assuntos polêmicos como este têm se tornado uma prática comum na publicidade. Principalmente, quando o assunto é meio ambiente, ou alertar a população sobre riscos de saúde e afins.
Do ponto de vista da comunicação, funciona. Choca, prende a atenção pela ousadia e rende comentários uns bons, outros nem tanto.
Abaixo você confere algumas propagandas do gênero:
Clássicos da Propaganda no Brasil
Marcadores: antigas, campanhas, propaganda, publicitáriasEste post é dedicado à coleguinha Paulôpes, pois graças ao texto que me cedeu pude elaborar o post de hoje. Trata-se de uma seleção da revista Meio & Mensagem com algumas das melhores ou mais marcantes campanhas publicitárias que já existiram no Brasil. Algumas delas perduram até hoje, como é o caso da Brastemp e seu jargão "não é assim nenhuma Brastemp" que já postamos aqui no CRIA Plano.
Se você assim como eu também é da década de 90, talvez não tenha visto na televisão ou rádio a maioria dos comerciais em questão. Mas, com certeza alguma vez na vida, já escutou alguém utilizando expressões como: "não basta ser pai tem que participar", "51, uma boa ideia" e o classiquíssimo "O primeiro sutiã a gente nunca esquece."
Chamem a família e curtam uma seção nostalgia:
Ainda na Era Do Rádio a caninha 51 já se destacava.
O comercial mais famoso do Brasil, consagrou o publicitário Washington Olivetto é também o que possui mais paródias com seu slogan.
Pedrinho Aguinapa, eleito o homem mais bonito do país em 77, foi o escolhido para ser o garoto propaganda do Chancaller.
Outro famosão, criado e dirigido por Duda Mendonça.
Juntamente com "O primeiro Valisèr a gente nunca esquece", este comercial da Folha de São Paulo está citado no livro The 100 Best TV Commercials.
Grande parte dos prêmios e do reconhecimento da propaganda brasileira se deve ao sucesso de algumas das campanhas em questão. O que me admira é o fato de que, as peças, são super simples e por isso mesmo geniais .
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