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Posição legal, segue o jogo


No dia 12/11 tivemos a satisfação de receber no evento semestral da Cria UFMG, TipCOM – Tendências, Ideias e Práticas em Comunicação, o pessoal do canal Desimpedidos. André Barros, Rafael Grostein e o personagem Bolívia contaram pra gente um pouco mais sobre o surgimento do projeto e mostraram que existe muito mais estratégia por trás dele do que imaginamos. Com experiências em diversas áreas como administração de empresas e Comunicação, essa galera conseguiu criar um canal presente em várias plataformas digitais e conquistar o público através do humor e conteúdo diverso sobre o universo do futebol.

O Desimpedidos surgiu do conceito de que o futebol é para ser tratado com liberdade e humor, assim como se fala dele com amigos numa mesa de bar. Além disso, o canal tem a pretensão de mostrar o que a televisão não mostra e provocar uma interação direta com o público, coisa que a mídia tradicional faz de forma limitada.

Durante a conversa com a Cria, os sócios do canal ressaltaram que um dos principais diferenciais do objeto produzido é a ajuda do público para construí-lo. A escolha do conteúdo por relevância é bem interessante, tendo em vista que o usuário hoje procura apenas coisas que tiver interesse. Os meios digitais escolhidos por eles também vão muito da observação, do acompanhamento de tendências e da percepção em relação à utilidade deles para o projeto. 


                                        Foto por: Cria UFMG

Outro ponto é que o Desimpedidos está associado à NWB - Network Brasil, uma rede de entretenimento online que oferece principalmente conteúdo audiovisual e o distribui por diversas plataformas sociais. Além do Desimpedidos, a NWB conta com mais canais relacionados ao esporte e outras formas de entretenimento como o São Paulo FC, canal oficial do São Paulo Futebol Clube,  e o Fatality, sobre Games e Consoles. Atualmente, a iniciativa conta com perfis em quatro principais mídias sociais: Facebook, Twitter, Instagram e recentemente grupos no Whatsapp.

Desde seu surgimento durante a Copa das Confederações e o “boom” de seguidores na Copa do Mundo, o Desimpedidos vem conquistando cada vez mais fãs. Continuamos acompanhando as jogadas zueiras desse pessoal e rezando para que eles continuem mitando com a inovação do conteúdo.

Facebook Social



Curtir, comentar, compartilhar... o Facebook tem se mostrado uma poderosa ferramenta de divulgação. Qualquer informação ou conteúdo produzido aqui, por mim, e divulgado para os meus amigos pode facilmente se espalhar por todo o Brasil e, talvez, por todo o mundo. Agora, como saber se isto vai acontecer eu não sei.  O fato é que muitos têm se apropriado deste recurso, seja para fins comerciais, esportivos, culturais, políticos... ou sem finalidade alguma.

Na maior parte das ocasiões, passamos pelas postagens sem lhe atribuir grandes atenções, às vezes não merecem mesmo, mas coisas muito legais podem surgir do emaranhado de publicações do Facebook (e de outras redes também). Outro dia vi que um amigo, amiga pra ser mais exata, tinha algo sobre um protesto à guerra entre Irã e Israel. Abri o link, assisti ao vídeo e torci muito para que o espírito pacifista daquele homem continuasse se alastrando e aquele conteúdo continuasse sendo divulgado. Assim como chegou até mim poderia chegar a muitas outras pessoas pelo mundo.  Sem muita viagem, lembrei-me da guerra do Vietnã, na década de 1970, e de como o movimento hippie foi importantíssimo para que o conflito chegasse ao fim. Isto, num contexto onde a dificuldade de comunicação era muito maior, hoje tudo poderia ser muito mais ágil, poderíamos, quem sabe, evitá-la. Vale ainda lembrar que a derrubada do governo tirânico da Líbia, que durou 42 anos, se iniciou deste modo, pela Internet.
E ainda assim, é comum ouvir críticas a esta forma [fácil] de se fazer comunicação, ouve-se que ficar no Facebook é perda de tempo. Deve-se entender que, além da função stalker, este tipo de mídia possibilita a liberdade de expressão e informação,ou seja, tudo depende muito do seu uso e da sua apropriação. Nós, comunicadores, é que o digamos!

Dalton Martins, doutorando em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo (USP), fez a seguinte seu artigo: Analisando a dinâmica de produção e apropriação da informação em redes sociais online.


As redes não são feitas de relações estáticas. As conversas, que determinam como e quando as relações ocorrem, são produto e produtoras da dinâmica social que está em jogo. Uma nova relação movimenta a rede em seu espaço de atuação, causando desdobramentos, efeitos que, eventualmente quando ampliados,  produzem fenômenos emergentes que sintetizam o movimento  de um coletivo de pessoas.
Veja o vídeo




Agora, por favor, vamos fazer um apelo e compartilhar um pedido de chuva urgente! Pra ver se chega nas mãos de São Pedro. 



- Post escrito por Camila Santos 

The Tweeting Fridge

Você já bebeu os 2 litros de água diários de hoje?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), esta é a quantidade de água necessária para cada ser humano durante o dia. Entretanto, a média do brasileiro é de apenas 1,2L por dia. Parece que o dia-a-dia anda tão corrido que pouca gente se lembra de se hidratar.

A “Geladeira Tuiteira” foi uma iniciativa da Bonafont, linha de águas da Danone. Ela manda lembretes de que você precisa ingerir um pouco deste líquido vital em 140ml, digo, caracteres. Confira!

O Big Mini



Essa campanha é da agência britânica Profero, para o carro Mini Countryman, e envolve instalação, interação com o público e mídias sociais. Achei muito interessante.
Para mostrar que o Mini era muito “maior” que se podia imaginar, foi trabalhada a ideia de “Maior mini do mundo”. E para mostrar isso ao público, a agência lançou a proposta de novo recorde com a pergunta: “Quantas pessoas cabem dentro do Novo Mini?”. Criou-se uma instalação que rodou 8 cidades da Inglaterra. A instalação era o carro-produto com televisores no lugar dos vidros. As pessoas podiam gravar vídeos delas como se estivessem dentro do carro, com várias outras pessoas. Minutos depois estavam estampadas no carro, como se estivessem esmagadas lá dentro. As pessoas podiam compartilhar seus vídeos “dentro do carro” via Facebook.
Conclusão: um milhão e meio de pessoas foram atingidas com a ação e couberam, em um Mini Countryman, 5762 pessoas. Claro que digitalmente.
Como não consegui o código de incorporar do vídeo, assistam no Vimeo! É bem legal... http://vimeo.com/17320681

Twitter para empresas: ferramenta indispensável?

O uso de mídias sociais nas empresas já não é novidade e, entre elas, há um destaque que vem crescendo cada vez mais: o Twitter.
No entanto, é preciso refletir antes de criar uma conta no Twitter para sua empresa. Será realmente que ela necessita de tal mídia social? De que forma será relevante para sua imagem?

Nesse processo, o Planejamento de Mídias Sociais é essencial. Afinal, uma gafezinha mínima em uma mídia social de tamanha relevância como o Twitter pode trazer sérios pontos negativos para a empresa - a começar pela sua imagem. É preciso, antes de tudo, conhecer muito bem o público e o meio onde se pretende interagir.

Veja abaixo quais são as dicas essenciais para não dar bobeira com o Twitter da sua empresa e utilizá-lo sempre de forma adequada e eficiente:


Mera Coincidência?


Este post é para dar exemplos da influência das mídias sociais na vida das marcas, produtos e pessoas. Vou me basear no Orkut. Apesar de já possuir seus 6 anos de existência, ainda é impressionante parar para pensar nessa rede, principalmente no que tange a organização das pessoas em comunidades. Houve um tempo que qualquer acontecimento banal era motivo suficiente para criar uma comunidade (e ainda não é?).

Fato é, que as pessoas desde então andam se organizado de acordo com seus interesses, das mais chulas pornografias até as mais nobres causas anticorrupção, existem comunidades para todos os gostos. Para o mercadão não poderia ter acontecido algo melhor do que os públicos se amotinarem por conta própria. Não existe pesquisa melhor que acompanhar o que andam opinando sobre diversos temas e produtos na internet, lugar onde os individuos se encontram livres e descontraídos. Super eficiente e com a generosa vantagem de ser gratuito.

O exemplo maior, que inclusive já ganhou um post inteiro do Criaplano é o Carrefour. Quem não sabia que a logomarca do supermercado era um C, provavelmente ficou sabendo graças à “mobilização” dos internautas no Orkut.

Um dos consensos entre os membros reunidos na comunidade “Farsa do símbolo do Carrefour” é acerca da ilusão que várias pessoas tinham da marca: “não é uma carinha feliz ou um ET de gorrinho vermelho como todos pensávamos”.


E por mera coincidência, veja quem aparece depois o “Precinho”:

Precinho o ET de gorrinho vermelho


Isso se repete com vários produtos que “por acaso” são lançados no mercado e suprem a necessidade dos internautas.


Chamito/Yakult:


Danoninho:


Pare para reparar e encontrará inúmeros exemplos, além destes que cito a Skol Litrão, Ruflles de 500g. Aos que sabem mais algum caso semelhante, não deixem de comentar e compartilhá-lo!

 
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