Existem diversas maneiras de se promover um produto: marketing de guerrilha, ações em redes sociais, divulgação nas ruas, uso de outdoors, entre outras possibilidades. Mas algo que vem sendo cada vez mais utilizado é o fato de as marcas colocarem seu produto sob posse de grandes astros em suas produções musicais.
A Nokia decidiu apostar no clipe "Roar", da cantora Katy Perry, lançado dia 5 de setembro, para promover seu smartphone, o Nokia Lumia 1020. Katy, após sofrer um acidente de avião e aparentemente ficar presa em uma selva, aparece com seu namorado tirando fotos no smartphone da Nokia.
A empresa publicou em seu canal no YouTube cenas dos bastidores do videoclipe, gravadas em alta definição com o mesmo modelo de aparelho apresentado na produção musical. Então quem quiser saber mais sobre "Roar" e também sobre o smartphone é só clicar no vídeo abaixo, e é claro, se você está curioso para assistir ao videoclipe original vá direto ao segundo vídeo e aproveite a música!
Para fechar a
semana musical aqui no Cria Plano, vou falar um pouco mais de quando a música é a grande protagonista de uma propaganda,
vou falar sobre os Jingles!
Os Jingles surgiram no final da década de 20 nos EUA, mas
foi a partir da década de 50, em plena era do rádio e em uma fase de
crescimento industrial, que essas mensagens comercias musicadas
estouraram. Porém ainda hoje, com novas tecnologias e com o
desenvolvimento de novas mídias, os jingles ainda continuam sendo utilizados por
publicitários. Uma de suas vantagens é o custo benefício: produção de
baixo custo e grande alcance e popularização.
Há jingles tão
poderosos que são capazes, além de permanecer na memória dos consumidores,
sobreviverem nas campanhas da marca por muitos anos. Tanto é que, muitas das
vinhetas apresentadas até hoje, foram criadas há anos atrás, como é o caso, por exemplo das Lojas Pernambucanas, Danoninho, e até mesmo, o sabor brasileiro, nosso querido guaraná
Dolly.
Danoninho
Pernambucanas:
Dolly
Deu para perceber, a partir dos posts dessa semana que a música
pode ser uma grande aliada na promoção de um produto/ marca. Capaz de despertar
emoções, provocar sensações, no divertir
e de ser de fácil memorização, a música aproxima o consumidor do produto criando um elo e identificação e construindo
um relacionamento forte entre ambos.
Tá afim de relembrar um pouco da história da música na publicidade? Confira o vídeo abaixo:
Aproveitando a temática musical dessa semana de postagens no blog resolvi escrever sobre campanhas recentes que primeiramente vieram a minha cabeça sobre unir publicidade ao universo da música. A fusão dos dois temas é mais que recorrente em comunicação, tendo a sintonia da parceria um fator multiplicador do potencial de alcance.
Começo por um filme criado pela McCann, e que bombou nas últimas duas semanas, para a Metro trains (Companhia ferroviária da Austrália). Já aviso que dificilmente se livrarão da música por um bom tempo.
A campanha busca basicamente alertar por meio de diversas maneiras estúpidas de morrer sobre comportamentos perigosos nas estações de metro, como por exemplo andar entre as plataformas. Além do filme, foi feito também um site, Tumblr e a disponibilização do áudio no SoundCloud.
Todo mundo já associou algum momento da sua vida a uma possível trilha sonora coerente. Eu costumo lembrar muitas vezes de diálogos e situações justamente pela música que tocava naquele instante.
O LoudBlue é um novo projeto da Ballantine’s que usa de algoritmos para analisar informações presentes em sua fotografia do Instagram e sugerir a música mais adequada. Foi criado peloWork Club para potencializar o posicionamento da marca nas mídias sociais.
Além das cores presentes na foto, o software reconhece também o brilho, a composição e se ela apresenta pessoas ou paisagens. Tudo isso para linkar com as melhores trilhas sonoras.
Por último mais uma daquelas eternas publicidades bonitinhas de bebês. Dessa vez é uma campanha da marca de nutrição Cow & Gate. Com a assinatura de “Alimente a personalidade de seu filho” os produtores soltaram a garotada em um estúdio musical repleto de instrumentos, onde ficaram livres para fazer o que quiser.
O vídeo é simples, a ideia bobinha e as crianças fofinhas. O mérito está no posicionamento interessante da marca e no alinhamento que a peça conseguiu transmitir. Além claro da boa edição do filme.
Para quem quer ler ainda mais um pouquinho sobre a combinação publicidade e música, está aqui um post sobre a tendência trash das propagandas de cerveja no Brasil.