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O Poder dos Jingles


Para fechar a semana musical aqui no Cria Plano, vou falar um pouco mais de quando a  música é  a grande protagonista de uma propaganda, vou falar sobre os Jingles!

 Os Jingles surgiram no final da década de 20 nos EUA, mas foi a partir da década de 50, em plena era do rádio e em uma fase de crescimento industrial,  que essas mensagens comercias  musicadas estouraram. Porém ainda hoje, com novas tecnologias  e com o desenvolvimento de novas mídias, os jingles ainda continuam sendo utilizados por publicitários. Uma de suas vantagens é o custo benefício:  produção de baixo custo e grande alcance e popularização.

Há jingles tão poderosos que são capazes, além de permanecer na memória dos consumidores, sobreviverem nas campanhas da marca por muitos anos. Tanto é que, muitas das vinhetas apresentadas até hoje, foram criadas há anos atrás, como é o caso, por exemplo das Lojas  Pernambucanas, Danoninho, e até mesmo, o sabor brasileiro, nosso querido guaraná Dolly.

Danoninho



Pernambucanas:


Dolly




Deu para perceber, a partir dos posts dessa semana que a música pode ser uma grande aliada na promoção de um produto/ marca. Capaz de despertar emoções,  provocar sensações, no divertir e de ser de fácil memorização, a música aproxima o consumidor do produto  criando um elo e identificação e construindo um relacionamento forte entre ambos.

Tá afim de relembrar um pouco da história da música na publicidade? Confira o vídeo abaixo: 




Welcome to the JINGLE

Música e propaganda é uma combinação de sucesso. A musicalidade dos comerciais diz muito do produto, bem como a falta dela. Não é sempre, porém, que uma música (ou um trecho dela) se adapta ao comercial e ao produto.

Casamentos perfeitos assim são raros.

Para solucionar esse problema existem os jingles, feitos sob medida para os comerciais. Se bem feitos, ficam na cabeça juntamente com a marca. Eu mesmo não sei o que é "auricedina", mas sei de cor o jingle (que infelizmente não encontrei o vídeo), "dorme, dorme menina, com auricedina".

Ainda melhores são aqueles jingles que, tão bem identificados com a marca, especialmente pela repetição, podem aparecer sem que a marca seja sequer citada e, ainda assim, o público a identifica. Uma propaganda da Brahma, veiculada na época da Copa de 1998, cujo video eu não encontrei, é um exemplo raro disso. Naquela propaganda o tão famoso jingle:

"Pensou cerveja, pediu Brahma Chopp, Brahma Chopp, Brahma Chopp/Pensou cerveja pediu Brahma Chopp/ cerveja é Brahma Chopp/ A número 1!"

tocava ao fundo, sem que a letra fosse cantada, enquanto um texto de incentivo à seleção era narrado e o garoto-propaganda, Ronaldo, ficava parado em um estádio vazio. Nesse comercial o nome "Brahma" não foi citado uma só vez, mas todos reconheciam ser da cervejaria pelo jingle.

Há porém um outro lado. Jingles que são excepcionais, a ponto de entrar para o cancioneiro popular, mas que se desvinculam da marca. A canção é repetida pelas pessoas, mas ninguém a conecta ao produto ou marca

http://www.youtube.com/watch?v=bNlb_udmzOQ&feature=related

Alguém sabia ou se lembrava que essa simpática musiquinha natalina era, na verdade, um jingle do Banco Nacional de 1987?

 
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