Tecnologia e arte

Pensando em todas as ações humanas imagináveis, é perfeitamente plausivel que grande parte delas possam ser executadas por máquinas ou softwares. Assim, ao longo dos últimos anos, nossas tarefas, teoricamente, vêm sendo feitas com mais presteza e eficiência. Não há como negar, os tempos são outros.

OK, entendido, tudo está digitalizado. Mas, quais as consequências da vida tech?

Acredito que devam existir crianças que nem nasceram e já possuem um perfil no Facebook. Não importa, fato é que com os novos tempos, alguns estão ficam loucos de tanto trabalhar, outros engordando, outros deslumbrados e outros desenvolvendo ARTE. A estes últimos eu dedico meu post.

Há os artistas que usam com louvor os artifícios da tecnologia:

É o caso do designer Ben Heine da Costa do Marfim, que mistura desenhos, fotos e criatividade em suas ilustrações.



Clique aqui e veja mais obras da coleção Pencil vs Camera

Há aqueles que abusam da tecnologia:

Como o australiano Stelarc, que trabalha com arte robótica. Baseado no conceito de que o corpo é obsoleto criou o Muscle Control Demo. Através de eletrodos foi montado um mecanismo, pelo qual uma pessoa pode controlar o corpo de outra.



Enquanto um homem mexe os braços, o outro também se move,
involuntariamente.



Há aqueles que propagam a arte:

Como o Google. Sabia que é possível visitar os principais museus do mundo, andar por suas galerias, dar zoom nas obras, observar seus detalhes e nuâncias? Basta entrar no site Art Projetc e não tem mistério algum, é só clicar, e ficar a vontade para conhecer excelentes acervos pelo mundo.
Metropolitan de NY, Van Gogh Museum de Amsterdã e Palácio de Versalhes são boas possibilidades para começar.


Quer dar um rolé no Palácio de Versalhes, então vá!

No clima de Pegação

Aproveitando o clima de ansiedade para as festas de carnaval, época de bebedeira, azaração e muito sexo, vamos relembrar algumas das propagandas da época de folia.

Campanha criada para este ano de 2009. O que achei interessante foi a brincadeira com a “mulher madura”. Me parece muito mais uma homenagem que uma realidade, já que é obvio que são as jovens a maioria presente “na folia”.

Essa é do Detran de Mato Grosso, feita em 2006. Postei não pela originalidade, pois parece com várias propagandas que já vimos, mas vale pela simplicidade com que passa a mensagem (simplicidade sempre é um ótimo caminho a se optar).

Mais uma dentro do espírito simples: investiram na criação de um bom jingle, e a parte da edição do comercial foi super simples (e funciona!)

E pra finalizar, vamos barbarizar.

Uma campanha necessária

Campanhas impressas, para mim, são as melhores. Naquela imagem(zinha) fixa, estática, deve estar tudo que um produto, uma empresa, um serviço, ou uma política, quer passar. E, sem dúvidas, a campanha impressa do post de hoje, passa sua mensagem.

Bem, o assunto é clichê: drogas. Mas, sem moralismo ou demais opiniões sobre o tema, é de comum acordo que esse precisa ser abertamente explorado pelas diversas midias. E é aí que as campanhas publicitárias têm um tremendo valor - acho, inclusive, que é o que mais faz me admirar a profissão.

Sem lenga-lengas, aí vai a campanha, criada pela BorghiErh/Lowe, que encontrei fuçando por aí:



Cocaína: 150 batimentos cardíacos. Bungee Jump: 201 batimentos cardíacos. A vida é mais emocionante que as drogas.


Ecstasy: 145 batimentos cardíacos. Banda favorita: 182 batimentos cardíacos.  A vida é mais emocionante que as drogas.
  Maconha: 110 batimentos cardíacos. Aquele beijo: 153 batimentos cardíacos. A vida é mais emocionante que as drogas.



Achei bem criativa para um tema tão clichê. Aliás, tão clichê que parece até que caiu no esquecimento. Qual foi a última campanha anti-drogas que você viu por ai? Eu nem me lembro mais...

Conceitos consagrados

Algumas marcas utilizam conceitos criativos em seus comerciais que podem ser considerados verdadeiros `achados´. São conceitos que, além de estarem diretamente relacionados a marca, ficam na cabeça do consumidor. Isso não acontece somente com slogans e spots, mas também com estilos visuais de propaganda.

Um dos maiores exemplos disso é o `não é uma Brastemp´, da marca de eletrodomésticos mais conhecida na publicidade. A Brastemp utiliza esse conceito em todos seus comerciais, desde os primeiros a serem produzidos, como este de 1991:


Outros seguiram a mesma linha...



Outra marca que possui uma característica muito marcante em suas propagandas é a Bombril, que apresenta seu conhecido garoto propaganda Carlos Moreno e um estilo bem-humorado de anunciar, sempre com o nome da marca estampado ao fundo. Veja estes antigos:


E este atual...


No mínimo muito parecidos, não?

Existem vários outros conceitos já consagrados na mente do consumidor, como o Havaianas `todo mundo usa´ e o Skol `a cerveja que desce redondo´. Alguém lembra de mais algum?

Criatividade em alta

Sempre bom sair na internet a caça de boas propagandas. Neste post selecionei algumas que eu gostaria de ter feito, sacadas que fazem o orgulho da nossa (futura) profissão.

Uma margrina que não usa a família feliz para vender; uma campanha para o aumento do número de leitores no Brasil simples e original; uma ação para provar a existência do Papai Noel e m uma ideia singela para o dia das mães.











 
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