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O Novo, de novo.


Você já trocou de celular este ano? E as redes sociais que você costuma acessar, são sempre as mesmas, ou quando surge uma nova você vai correndo testar para saber como ela é? Respostas a essas perguntas são apontadas por uma tendência de mercado e de consumo que surge e se desenvolve com força total, o Newism.



O Newism se explica pela vontade do consumidor de adquirir e desfrutar de novos produtos ou serviços. É, em suma, o desejo por novidade. A questão da aquisição de novos equipamentos em um curto espaço de tempo, já foi discutida pelo conceito de obsolescência programada, onde as marcas fabricavam produtos com um curto tempo de vida útil, obrigando os consumidores a comprar novas peças. A diferença entre obsolescência programada e o Newism, é que no primeiro caso, as compras eram feitas por necessidade de um produto novo, já no segundo, não há uma necessidade real, e sim a vontade de adquirir algo inovador, dispensando, assim, um produto de qualidade e em pleno funcionamento, somente pelo anseio de possuir alguma coisa diferente.

Não é difícil encontrar exemplos que comprovem essa tendência que se firma cada vez mais com o tempo. Temos o aplicativo Instagram, que em menos de um ano alcançou 10 milhões de usuários, e que agora compete com novas redes sociais que surgem a todo momento, como Snapchat e Vine, tendo que buscar alternativas e atualizações para chamar a atenção de seu público. Outro exemplo são as marcas de smartphones, que costumam lançar semestralmente, ou anualmente, seu novo top de linha, com algumas features que o diferencia de seu antecessor, como o Touch ID do iPhone 5s, ou o Knock On do LG G2.

Touch ID

É a partir disto que surge o desafio das marcas, inovar em um curto espaço de tempo, para oferecer produtos ou serviços que cativem o consumidor. E aí, qual será a próxima novidade? Espera só que o criaplano.com vai trazer uma quentinha para você!


Branding, uma estratégia quase infalível



Nos dias de hoje, estamos vivendo em um mundo de excesso de informação e oferta. Por isso, apesar de termos muitas opções a escolher, o pouco tempo não nos permite exercer tanto esse nosso poder de escolha e acabamos sendo “conquistados” por aquela marca com que mais nos identificamos, e essa é a função do branding

Ultimamente, o termo branding vem sendo utilizado de maneira tão genérica pelos profissionais de comunicação (marketing em especial), que o conceito real de tal estratégia passa a não ser entendido em sua totalidade. 

O brand ou a marca é a primeira impressão que um consumidor tem de um produto. Mas para que essa impressão não seja apenas passageira, perdendo um futuro cliente, a marca precisa elaborar certas estratégias. Itens como a cor ou o design de uma logo podem, mesmo que superficialmente, chamar a atenção de um consumidor. Porém, o que certamente criará uma relação de fidelidade da marca com seu público é que se diz por branding. 

O conceito de branding se caracteriza pela construção de uma relação da marca com seu público que vai muito além do “pagar e levar”, e sim, fazer com que as pessoas se sintam parte da empresa e que, optando por aquela marca e não por outra, o consumidor será muito mais realizado. Nem mesmo por este ser um produto de qualidades maiores que o outro (isso já é outro tipo de estratégia), mas que, a partir de uma relação muito maior do que apenas a de compra e venda, o consumidor descubra que aquela marca é a única que irá cumprir todas as suas necessidades. 

Necessidades que, muitas vezes, são provocadas pela própria marca, ou seja, procura-se mostrar para esse consumidor que ele não só precisa daquele produto para satisfazê-lo individualmente e até socialmente, mas que precisa do produto produzido por aquela marca. 

Porém essa adesão do público às vezes pode não ser muito fácil de conquistar. Principalmente em países como o Brasil, por exemplo, que se caracteriza como um lugar de diferentes tipos de públicos, com diferentes desejos e formas de pensar. Ainda mais com o avanço tecnológico, por exemplo, que fornece um mundo de informações às pessoas e acaba ampliando a capacidade crítica destes futuros consumidores. E esse desafio, cabe às empresas resolver. O branding, nesse caso, será realizado pensando nos diferentes públicos que tal marca pode atingir. 

Hoje, encontramos empresas que conquistaram muito sucesso no branding de suas marcas. O McDonald’s, por exemplo, uma das maiores empresas no ramo alimentício do mundo, tenta conquistar o seu consumidor logo nas ruas, como nessa campanha:


Ou então, percebe-se esse cuidado com a relação com o cliente no próprio estabelecimento, no qual a marca deseja que ele desfrute não apenas da comida, mas sim da atmosfera do lugar, das relações com seus amigos, com os atendentes, da identidade visual, etc.


Outro exemplo é a Brahma, que criou o termo “Brahmeiro” para não só reunir e designar todos aqueles que são consumidores da cerveja, mas fazer com que eles se sintam dentro de uma unidade, na qual as pessoas têm a mesma maneira de pensar e agir e dividem as mesmas paixões (como o futebol, por exemplo), fazendo com que os consumidores se sintam diferenciados frente aos que consomem outras cervejas.


Portanto, analisando a campanha dessas empresas e o cenário de consumidores no Brasil e no mundo, o branding se faz decisivo no posicionamento e na consolidação de uma marca. A tendência é que estas empresas tentem entrar cada vez mais no cotidiano das pessoas, de forma que a abordagem e a relação entre ambos fique cada vez mais íntima.
 
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