Publicidade móvel


A competitividade no mercado atual, faz com que as empresas invistam em novas formas de atingir o seu público-alvo. Com isso, surge o interesse por investimentos em novos meios de divulgação. 

Um mercado que prospera nesse ano de 2014, é o da publicidade em dispositivos como o Tablet e especialmente o celular. 


Na correria do dia-dia, as pessoas estão substituindo cada vez mais os PC’s (desktops) e até mesmo os notebooks, por plataformas mais práticas como os telefones inteligentes (smartphones) e os tablets que permitem, por exemplo, resolver situações chatas do cotidiano como pagar uma conta em qualquer lugar, a qualquer momento. 

No mercado, essa substituição é facilmente notada. Estatísticas recentes apontam a queda vertiginosa na venda dos PC’s e uma ascensão na venda dos smartphones, por exemplo. No Brasil, só no segundo semestre de 2013, a venda de smartphones chegou a 8,3 milhões de unidades. Por outro lado, as vendas de tablets, já superaram as de PC’s e deverão também superar as de notebooks. 

Com esse avanço dos dispositivos móveis, o mercado publicitário logo investiu nessas plataformas. Este ano, o gasto com publicidade móvel deve atingir US$ 18 bilhões, quase US$ 5 bilhões a mais do que no ano passado. Hoje, muitas agências estão trocando os famosos banners por um investimento maior em campanhas móveis e está dando resultado. 

Empresas como o Facebook, estão cada dia investindo mais nesse mercado. A publicidade para celulares já é a principal fonte de receitas da empresa de Mark Zuckerberg. Do total de receitas, 53% vieram de propagandas destinadas a quem acessa o Facebook pelos celulares. 




Então, se as empresas querem atingir o maior número de pessoas e em qualquer lugar, o cenário atual mostra que o investimento em publicidade móvel é uma das estratégias mais proveitosas e a tendência é que isso se confirme a cada ano.

Por trás da mágica do Photoshop


Se o cabelo saiu bagunçado: Photoshop! Se a cintura não saiu bem demarcada: Photoshop! Se sua cor do olho não te agrada naquela foto, adivinha?

Programas para retocar imagens estão em todos os lugares, usados por profissionais, e cada vez mais , por leigos. Mas é claro, quem não quer aparecer com a pele de pêssego, a iluminação perfeita, sem rugas, estrias ou gordurinhas?

Ao mesmo tempo que é uma coisa boa, é também um grande malefício, pois reforça a necessidade de padronização da sociedade. Você tenta se aproximar de um padrão de beleza que é imposto pela mídia, que enaltece as famosas, na grande maioria magras, altas, e consideradas perfeitas. Alcançar esse ideal passa a ser um desafio enfrentado por muitas mulheres, que se submetem a cirurgias, dietas malucas, ou artifícios para se manterem mais jovens por mais tempo.

Esconder as imperfeições que mulheres normais têm, é mascarar a realidade, criar uma ilusão de uma pessoa perfeita. Assim, tantas outras pessoas são enganadas, e por serem diferentes, acabam não sendo aceitas pela sociedade, e até mesmo por si mesmas.


 

 Repararam a diferença? Madonna nesse ensaio para Louis Vuitton nem parece ela mesma! São por essas e outras que perdemos uma referencia do que é normal, de que todas até uma artista internacional de sucesso tem defeitos. 

Essa transformação em um ser ideal fica claro nesse vídeo, onde uma mulher vira um objeto depois de vários retoques, o resultado é surpreendente!




 O vídeo mais recente é de uma cantora de Budapeste chamada Boogie (nome artístico de Csemer Boglárka), que fez uma música criticando esse padrão de beleza imposto pela mídia, que como dito no refrão, transformam as pessoas em produtos. O clipe é também muito legal, onde vemos uma completa transformação dela no Photoshop, e fica dificil de acreditar que é a mesma pessoa! 




 Quais são os limites para se tratar uma imagem? Para se criar um ideal de beleza? Para dizer o que realmente é beleza, e determinar quem de fato é ou não? Nessas questões, é preciso repensar o papel do Photoshop na sociedade.

Big Brother Brasil,oferecimento...


O Big Brother Brasil desde sua primeira edição ,exibida pela Rede Globo no ano de 2002, é alvo de críticas , sejam elas positivas ou negativas. Por ter seu conteúdo considerado desprezível para alguns e divertido para outros , durante o período de sua exibição torna-se um tema altamente comentado ,fazendo assim com que seja uma atração de grande visibilidade. Por esse motivo, o programa desperta o interesse de grandes marcas que procuram se beneficiar diante tamanha exposição.

 A Rede Globo reserva seis cotas de patrocínio para as marcas interessadas a cada edição ( que tem a duração de três meses).Em 2014 no 14º programa , a emissora renovou seis cotas e bateu seu recorde de faturamento , garantindo R$ 161 milhões .O valor investido por cada marca foi de R$ 26,9 milhões ,quantia 12% mais cara do que no ano de 2013. Os patrocinadores oficiais do BBB14:

Fiat - Está no programa desde 2010 

 

Grupo CRM (Chocolates Brasil Cacau)
L’Oreal ( L’Oreal Paris) 
Ambev (Cerveja Skol)



Aparecem pelo segundo ano com o patrocínio,sendo que a marca do Grupo CRM, Brasil Cacau, teve suas vendas sextuplicadas desde então.


Ambev(Guaraná Antartica) -Trabalha com o BBB desde 2009


Unilever (Omo) - Patrocínio mais antigo, aparecendo na atração desde 2002.


 Vale lembrar que outras marcas também investem em inserções no BBB durante sua exibição. O programa fatura bastante também com as ações de merchandising de algumas outras marcas.


Segundo dados levantados pelo instituto Controle da Concorrência e publicados na revista Meio&Mensagem , na última edição do BBB no ano anterior, 14 marcas participaram do reality show, executando cerca de 544 ações de merchandising - 60% a mais do que em 2012. 

 O Big Brother Brasil aparece como um dos principais produtos comercias da Rede Globo.Portanto, sendo uma edição de grande audiência , com participantes e um ganhador memorável ou não,a emissora acaba sendo sempre vencedora no quesito lucro.

O famoso intervalo do Super Bowl



      
O futebol americano é um dos esportes profissionais mais populares entre o público dos Estados Unidos, fazendo do Super Bowl um espetáculo com números impressionantes. Em 2014 a NFL chegou à sua 48ª edição e na noite do último domingo, 2 de fevereiro, aconteceu sua grande final,  disputada no MetLife Stadium em Nova Jersey pelo Seattle Seahawks e o Denver Broncos.

Nesse evento o número de espectadores estimado foi de 1 bilhão no mundo todo, perdendo apenas para a final da Copa do Mundo em número de televisores ligados nos canais que transmitem a partida. O Super Bowl também conta com o Half Time, no qual são apresentados shows que se caracterizam como um super evento, atraindo ainda mais público. Nesse ano se apresentaram o cantor Bruno Mars e a banda Red Hot Chilli Peppers.

Só nos Estados Unidos, o Super Bowl contou com público televisivo estimado de 100 milhões, além dos 80 mil torcedores que lotaram o estádio. Com tanta atenção, o custo da publicidade antes e durante o evento bate recorde, chegando a custar quatro milhões de dólares um anúncio de apenas 30 segundos.

Esse espaço publicitário define e influencia as estratégias de marketing utilizadas durante o ano. Além disso, atraí grandes marcas que possuem como objetivo comum causar impacto na multidão de telespectadores que nenhum outro programa da TV americana é, de longe, capaz de reunir.

Uma característica típica dos comerciais que são exibidos é a tentativa dos anunciantes de atingir o lado emocional dos consumidores. Isso faz das propagandas do Super Bowl verdadeiras peças de entretenimento e transforma os intervalos no grande show da publicidade norte-americana.

Entretanto, a publicidade transmitida nos Estados Unidos difere da do Brasil, devido à retransmissão da partida pelo Esporte Interativo e pela ESPN, que possuem seus próprios anunciantes. Isso impede que os telespectadores brasileiros assistam na TV as propagandas tão esperadas, sendo apresentadas peças publicitárias comuns nos intervalos.           

 Seguem aqui algumas das propagandas apresentadas na noite de ontem:





Para mais acesse a página dos comerciais no site oficial da NFL: 
http://www.nfl.com/superbowl/48/commercials#video=0ap2000000321474       

Propaganda atômica


E se uma Mercedes-Benz tivesse matado Hitler há mais de 100 anos atrás e prevenisse um grande perigo para a população? Primeiro, há 100 anos atrás isso praticamente não seria possível. Talvez não existissem a marca ou carros com capacidade de matar alguém após um atropelamento. Talvez uma possível morte de Hitler não fosse tão potente para abafar o nazismo como o papel da propaganda fez ocorrer o contrário. Isto é: sem a comunicação, mais especificamente a publicidade, Hitler não teria, de forma alguma, recebido tal importância e credibilidade ou alcançado o patamar que chegou antes e durante a Segunda Guerra Mundial, representando toda a Alemanha.


Um dos motivos para se pensar e refletir sobre isso é: como milhares de pessoas teriam concordado com uma “ideia” de exterminar os judeus e até quem não fosse ariano? Nem o próprio Hitler era ariano – isso pode até parecer loucura ou falta de noção. Mas hoje sabemos que tudo isso aconteceu, e os alemães achavam que era para seu melhor. Inclusive pode até ter sido, pois o comandante do ideal nazi realmente trouxe melhoras para o país, como uma economia mais valorizada, reconhecimento por outros países, a volta da identidade nacional, entre outros. Por outro lado, disseminou o ódio por outros países e nações, declarou uma guerra com o mundo todo e foi responsável pela morte de milhares de inocentes.


Para se atingir um objetivo, como uma venda de um produto ou de um ideal, a publicidade deve escavar até o fundo do emocional do público. Quando chegar ali, com certeza obterá sucesso. Não diferente disso, a propaganda nazista explorou o emocional da massa fazendo com que esta se apaixonasse pelo o que estavam mostrando. Nacionalidade, patriotismo, união, sucesso do governo foram conceitos muito explorados. Inclusive a própria humilhação e miséria que a Alemanha havia sofrido foi uma referência para as peças publicitárias. 
Durante a época de Hitler, diversos cartazes foram produzidos e 1.350 longas-metragens foram filmados, desde comédia e musical até drama e documentário que exibiam e expandiam os ideais xenofobos e racistas da e para a sociedade alemã. Além disso, os nazi foram os primeiros a utilizar o cinema como forma de propagar sua ideologia. Como o esperado, nos filmes os nazistas eram os heróis e exibiam a brutalidade do inimigo, mostrando ingleses e russos como seus principais inimigos, os primeiros como fracos e ridículos, imperialistas e opressores, os segundos como bêbados e brutos. Nesse caso dá até pra conferir uma semelhança com as histórias de quadrinhos americanas, não é? 


Mas Hitler não atuou nessa sozinho: tinha ajuda de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda Nazista, que provavelmente, mais que Hitler, foi responsável por todas as consequências do regime por toda a população ter acreditado neste. Tudo isso é algo muito chocante, pois Hitler e seu publicitário fizeram muitas coisas erradas e ruins serem vistas como corretas e como o bem da população, e tudo graças à publicidade e à propaganda. Não que elas sejam feitas pra alienar ou que sejam instrumentos maus, mas dependendo da forma que forem usadas são tão perigosas como uma bomba em meio de uma guerra.
 
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