Criatividade. Inovação. Inspiração. Esses são conceitos de grande valor na sociedade contemporânea e, quando se trata de comunicação então, tais caraterístcas são impressíndiveis. Porém, todos nós temos aqueles dias em que nada passa pela nossa cabeça, no qual a mera atividade de criar se torna um desafio e tanto. Para esses dias de vazio mental, tudo o que queremos é uma fórmula mágica que solucione este dilema, certo?
Bom, fórmulas mágicas ainda não foram desenvolvidas, mas há um lugar onde é possível encontrar pequenas pílulas de conselhos que pode ajudar a se livrar de um bloqueio: o help me be f** creative . O site traz pequenas e objetivas dicas que no mínimo, nos fazem sorrir em frente a tela do computador. :)
Para melhores e diferentes resultados, basta atualizar a página.
Durante
a oficina do dia 30/6 sobre narração esportiva, Enio Lima deu dicas importantes
a nova geração de jornalistas presentes no Intercom Sudeste de Ouro Preto.
As dicas são:
Se
manter atento aos novos segmentos do mercado esportivo. Talvez uma
especialização em um esporte que esteja em crescimento no Brasil pode gerar
frutos extremamente positivos no futuro, como por exemplo o UFC que tudo indica
ser uma grande tendência de mercado inclusive no rádio. Uma dica relacionada
também está a locução esportiva feminina, já que ainda é um tabu no Brasil esse
tipo de profissional.
Ler
jornais e revistas. Se manter bem informado é fundamental para o sucesso da
narração esportiva. Pesquisar o histórico dos times, dos duelos e dos jogadores
é um ingrediente especial na hora da jornada esportiva. Além disso, a pesquisa
abrange desde o corte de cabelo dos atletas e cor da chuteira até o jeito de
andar característico do mesmo.
A
dicção deve ser impecável. Para abrir bem a boca na pronúncia das palavras
existem uma série de exercícios, como falar com a caneta na boca para relaxar
os lábios. Aquecer a voz antes da locução é também sempre importante.
Vícios
de linguagem devem ser excluídos do vocabulário esportivo. Termos
exageradamente informais assim como o sotaque não é bem recebido pelo ouvinte.
Outro fator importante é a pronúncia correta dos nomes em jogo, quando houver
polêmica é fundamental entrar em um consenso com toda equipe. Por exemplo, se
vai dizer “Xávi” ou “Xaví” na hora da transmissão.
Dormir
bem e beber muita água. Porém nada que coloque sua presença em risco na hora da
transmissão ao vivo.
Dominar
o cenário do campo de futebol. Linha de fundo, pequena e grande área, meia lua,
círculo central e por aí vão várias posições referência na transmissão
esportiva.
Escolher
uma marca original. É muito importante como objeto de identificação (identidade
sonora) a escolha de um jargão esportivo o qual será narrado principalmente na
hora do gol. Por exemplo, “na rede”, “no barbante” ou “no pedacinho que a
galera gosta”. No caso de Enio Lima é “marcou”.
Enio
Lima sempre bem humorado narrou para os participantes da oficina um lance
inusitado que aconteceu no futebol paranaense, o qual um time após 40 anos vê a
chance de subir para a segunda divisão estadual se perder junto a uma cobrança
de penalty no finalzinho da partida.
Parafraseando
o lance marcante, ele utilizou o nome da Gabriella Braga (membro da nossa
equipe de planejamento da CRIA UFMG Jr).