Aos (também) Meus Heróis

Hoje quero pedir permissão para fazer um post diferente... Peço emprestado o formato do Sem Pauta para fazer um comentário pessoal sobre uma música que me foi apresentada ontem.
Os compositores são Julinho Marassi & Gutemberg, uma dupla fluminense que já está na estrada da música desde 1990, mas pouco se conhece deles... A dupla toca sob influência dos melhores nomes da MPB e a esses nomes fizeram uma linda homenagem através da música Aos Meus Heróis, onde citam 30 artistas.
Para quem se interessou em saber mais, confiram no site dos rapazes, vale a pena ouvir mais deles... http://www.adupla.com/ A música está disponível para Download, mas para quem quer conferí-la antes, Aos Meus Heróis.

Samurai e Johnson&Johnson em ação para a JONTEX®

Que me permitam o trocadilho essa é bem curtinha. Confiram um jeito irreverante, simples e direto de se chegar a um público em potencial dos bares paulistanos. Vídeo censurado para menores de 18 anos por conter "expressões" pouco... diríamos propícias hehehehehe...

A Samurai, agência de comunicação, e a Johnson&Johnson, detentora da marca JONTEX® promovem dos dias 16 ao 19 de dezembro a segunda rodada do espetáculo “Jonnie Vai Fundo”. Um stand up comedy protagonizado pelo humorista Oscar Filho.
A ação levará aos bares paulistanos uma hora de show com os mais diversos temas ligados ao personagem Jonnie, uma personificação da marca para JONTEX®. “A ação é uma forma bem humorada de representar a marca ao homem sedutor, autoconfiante, que sabe se cuidar” explica Rodrigo Helcer, sócio-diretor da Samurai.

Após as apresentação haverá distribuição de preservativos. Para maiores informações e vídeos acesse o site www.jonnievaifundo.com.br.



Fonte: www.portaldapropaganda.com.br

Pesquisa afirma que observar logos pode aumentar habilidades


Uma pesquisa feita por alunos da Universidade Duke e da Universidade Waterloo (EUA), constatou que se uma pessoa é exposta a uma determinada marca por mais de 30 segundos, ela irá desenvolver, por associação, os princípios da empresa.

Para a pesquisa, os logos da Apple e IBM foram os escolhidos e o resultado mostrou que o logo da Apple passou mais criatividade às pessoas expostas a ele e o da IBM, mais competência. Após expor as marcas, era pedido para que as pessoas que escrevessem sobre temas estipulados. O resultado provou que os que tiveram contato com o logo da Apple apresentaram respostas mais criativas e os da IBM, respostas mais uniforme.

Fonte: aletp.com


N.E. : Mais um exemplo da disputa Mc versus PC. Ao ler isso fiquei imaginando até onde foi a marca em si a real responsável por levar aos "cobaias" as sensações de criatividade ou competência.  Nunca uma dualidade foi tão clara em termos de marcas concorrentes quanto essas duas, e exatamente nesses aspectos resultados da pesquisa. A Mc investiu profundamente em propaganda para se mostrar uma empresa totalmente criativa e inovadora, e conseguiu isso em cima do PC, reunindo esforços para taxá-lo como uma empresa quadrada e sem graça. Tudo bem, os desenhos das marcas são totalmente diferentes, a maçazinah da Apple é muito mais "redonda" do que a pesada, tipográfica e horizontal IBM, mas daí atribuir que apenas a logo em si foi a responsável por deixar as pessoas analisadas mais criativas ou uniformes é uma forma totalmente superficial de pesquisa, eu diria até mesmo parcial. Um exemplo de que não devemos acreditar em todas as pesquisas que aparecem por aí. Cuidado planejadores!


O calvário pode render bons frutos

Em 2002, caíram Botafogo e Palmeiras. Em 2003, o Bahia. Em 2004, Grêmio e Guarani. Em 2005, Atlético Mineiro e Coritiba. Em 2007, o Corinthians. Já neste ano, foi a vez do Vasco da Gama mergulhar rumo à segunda divisão. Ou seja, nos útlimos sete anos, nove campeões brasileiros conquistaram a indesejável vaga na Série B do futebol nacional. Se caminharmos mais alguns anos em direção ao passado, notamos que o Fluminense puxou a fila em 1997 e, nao contente caiu para a Série C no ano seguinte.



A observação de cada caso mostra o quanto um trabalho eficiente de comunicação junto à sua torcida foi determinante para a volta ou não de cada clube à elite nacional. O Fluminense, pioneiro da turma, quando rebaixado pela primeira vez entrou em uma profunda crise e não se preocupou em apagar o crescente incêndio que se formava nas laranjeiras. O resultado foi o distanciamento da torcida e a queda inacreditável para a terceirona. Após isso, a diretoria tricolor enfim abriu os olhos e passou a despertar no torcedor o orgulho de torcer pelo seu time, independente do lugar onde ele se encontre. Só o apoio das arquibancadas poderia resgatar a equipe. Além disso, o clube passou a ser comandado pelo treinador tetra campeão mundial Carlos Alberto Parreia. O resultado não poderia ter sido outro, em pleno domingo ao meio dia era possível encontrar mais de trinta mil vozes cantando e incentivando o Fluminense no Maracanã em partida contra o Dom Pedro de Brasília, formado por atletas-bombeiros. Sendo assim, o tricolor carioca subiu à série B e ainda contou com uma forcinha externa ao ser pescado diretamente para a primeira divisão do país, para disputar a recém formulada Copa João Havelange. Ainda assim a equipe fez uma bela campanha e terminou entre os primeiros colocados da competição. As laranjeiras voltavam a se empolgar com o futebol.

No fim de 2002, quem chorava eram as torcidas de Palmeiras e Botafogo, que caíram juntos para a segundona. Dessa vez, no entanto, os clubes não baixaram a cabeça e trataram de voltar à elite logo no ano seguinte. Para conseguir esse feito, a participação dos torcedores foi crucial e campanhas como a "Botafogo no Coração" - tida como propulsora do movimento "Ninguém Cala" no alvinegro - foram lançadas e auxiliaram a lotar semanalmente os estádios das duas equipes, que se reergueram e voltaram cheias de orgulho ao topo. Há muito palmeirenses e, principalmente, botafoguenses não sentiam tanta emoção ao vestir as camisas de seus times.

Em 2003 foi a vez do Bahia, que assim como em 1998, quando caiu ao lado do Fluminense, não conseguiu voltar. Mas dessa vez não foi pescado. A diretoria do clube não precisou convocar a torcida, que sempre foi espontaneamente à Fonte Nova. Porém, perdeu grandes oportunidades de tocar os fanátiscos adeptos do tricolor baiano, maior clube do nordeste. O que se viu foi uma péssima campanha e mais tarde viria uma vaga na Série C. Atualmente o Bahia se encontra estacionado na segundona.

No ano seguinte caíram Grêmio e Guarani. Enquanto o primeiro conseguiu até mesmo aumentar o seu número de sócios e revelar bons nomes, como o meia Anderson, hoje na seleção brasileira. O alviverde de Campinas despencou para a terceira divisão e quase fechou as portas. O retorno do Grêmio até hoje é lembrado, por muitos, que se recordam perfeitamente da chamada "Batalha dos Aflitos", onde o Grêmio, com apenas sete jogadores em campo, batia o Náutico em Pernambuco e voltava à elite. O jogo inclusive virou documentário e pode ser encontrado em DVD. Já o Guarani, vem se reestruturando aos poucos e nesse ano conseguiu enfim sair da Série C.

Em 2005, Atlético Mineiro e Coritiba embarcavam rumo à segundona. O Galo começou tropeçando, mas após intervenções da diretoria, o torcedor passou a ir em peso no Mineirão, que foi palco de lançamento de novo uniforme, visitas de personalidades e, na última rodada recebeu Wilson Sideral e Beth Carvalho, que embalou a torcida atleticana com "Vou Festejar", música mais ouvida nas arquibancadas do Gigante da Pampulha em 2006. Nesse mesmo dia, foi registrado outro feito inédito, a massa alvinegra ocupava simultaneamente os dois maiores estádios de BH. A diretoria atleticana ainda usava gritos inéditos da torcida, como o "Vamos subir Galôôô!!!" para vender camisas e gerar receitas. Já o Coritiba foi irregular, chegou a estar perto da vaga, mas teve que esperar um ano para ver a diretoria agir, convocar a sua torcida para comparecer em massa ao Couto Pereira e, no fim de 2007, celebrar a volta à elite.

Após um ano sem grandes rebaixados, a segunda maior torcida do país conheceu a Série B. No final de 2007, o Corinthians perdia para o Grêmio e via a Série A mais longe. A diretoria do clube, no entanto, agiu rapidamente e logo lançou a campanha "Nunca vou te abandonar", que mexeu com o orgulho da Fiel Torcida, que abraçava ainda ali a causa em torno da volta do time ao topo. Meses depois foi a vez da caisa roxa, polêmica mas lucrativa, que fazia alusão à paixão entre o torcedor e o Corinthians. O resultado foi a melhor campanha já registrada por um time na segunda divisão do país, o clube do Parque São Jorge foi campeão com sobras e ainda teve tempo de ganhar muito dinheiro alugando espaços em sua camisa para que torcedores exibissem seus rostos na última rodada. E o Corinthians voltou pensando grande, ao anunciar Ronaldo, candidato a mais badalada contratação da história do futebol brasileiro. Se vai dar certo ninguém sabe, mas é a maior ação de marketing da temporada. Camisas se esgotaram em instantes nas lojas de São Paulo.



Neste ano, foi a vez do Vasco da Gama dar adeus ao topo. Resta saber se o clube vai conseguir usar a ocasião para se reestruturar como fizeram muitos, graças a uma comunicação eficaz entre diretoria e torcida, ou estará fadado a mais uma temporada decepcionante. Oportunidades não faltam, modelos existem, e parece que a diretoria já se movimenta, a frase "O sentimento não pode parar" parece ser a bola da vez.

Bluetooth pra Crepúsculo

Depois de Harry Potter, Código da Vinci e O Senhor dos Anéis, o mais novo sucesso literário é Crepúsculo (do original "Twilight"). O bestseller já tem três continuações escritas pela autora Stephenie Meyer e uma adaptação pra cinema que promete. A produção teve um custo relativamente pequeno em relação aos lucros esperados. A Warner Bros adaptou todo o seu calendário de lançamentos, adiando o tão aguardado "Harry Potter and the Half-Blood Prince", pois acreditou que o lançamento simultâneo dos dois filmes poderia prejudicar o sucesso de ambos.

O filme, que conta a história de Bella Swan e Edward Cullen, tem estréia marcada pra dia 19 de dezembro no Brasil e já teve uma ação de marketing para sua divulgação em São Paulo.

"Os passageiros que embarcarem ou desembarcarem em quatro estações do Metrô de São Paulo (Tatuapé, Santa Cruz, Consolação e Vila Madalena) serão convidados a ativar o bluetooth em seus celulares. Quem o fizer, receberá, com exclusividade, vídeo e wallpapers do filme O Crepúsculo que, depois de Harry Potter, promete ser a nova mania entre o público juvenil."
(release do site Bluetooth Marketing)

Filmado e produzido com a Nokia N95 8GB.

 
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