Lançando uma novidade



Lançar um novo produto no mercado parece tarefa fácil. Entender do público alvo e suas necessidades e desejos pode parecer suficiente a primeira vista para que o lançamento seja um sucesso. É aí que muitas empresas se enganam. Captar recursos e carpichar na forma de divulgação é um dos desafios de inserir um novo produto no mercado. Imagine então lançar uma nova empresa com um novo produto. Desafiador, não? Às vezes dá vontade de apertar um botãozinho com a palavra EASY para facilitar as coisas!


Na CRIA não é muito diferente. Mesmo com o Planejamento de Marketing e de Comunicação de uma nova instituição em mãos, muitas dúvidas e empecilhos surgem no caminho para o sucesso do empreendimento. Logística empresarial, patrocínio, distribuição, poder dos fornecedores e das empresas terceirizadas são uns dos vários desafios a serem superados para alcançar o sucesso desejado. No caso da revista Direções, da editora Primeiro Volante, muitos dos problemas e desafios já foram solucionados, mas como todo grande projeto, novos surgem e a competência da equipe da CRIA e de seus orientadores vem à tona e todos mostram do que um CRIAtivo é realmente feito. Inteligência, dedicação, discussões e, claro, muito referencial teórico, dentre todos os outros inúmeros adjetivos que poderia citar.


Para incorporar ainda mais esse referencial, segue um texto de internet sobre o teste de novos produtos inseridos no mercado, já que o assunto está tão em voga nesse mês de janeiro.


"Quando do planejamento para lançamento de um novo produto no mercado, o departamento de Marketing da empresa vê-se envolvido com a avaliação de diversas características deste novo produto, tendo que optar pelo mix mais adequado às necessidades e expectativas do consumidor. Esta análise pode tratar de: faixa de preço do novo produto comparativamente à concorrência, características da embalagem, posicionamento conceitual, sabor, perfume, cor, consistência, marca, comunicação, promoção entre outros aspectos.

Uma das metodologias desenvolvidas ou adaptadas pela TARGET ao mercado brasileiro visando a busca de respostas às questões acima é o TESTE DE LANÇAMENTO DE NOVO PRODUTO.

O TESTE DE LANÇAMENTO DE NOVO PRODUTO consta, basicamente, das seguintes etapas:

1. Identificação e qualificação do público-alvo;

2. Delineamento claro dos hábitos de consumo e atitudes do consumidor frente aos produtos similares ao que será lançado;

3. Teste de conceito do novo produto que pode incluir um teste específico, o THEMATIC APPERCEPTION TEST (T.A.T.). Esta etapa se refere à avaliação do produto através de uma descrição detalhada do mesmo, que é apresentada por escrito e, então lida pelo informante;

4. Avaliação do produto em si. Aqui podemos estar falando de avaliação de características organolépticas, após prova/uso de alimentícios, bebidas e produtos de higiene e cuidados pessoais (shampoo, sabonete, pasta de dentes, desodorante etc); avaliação de características físicas e de conforto que o produto pode facultar (eletrodoméstico, automóvel, computador, telefone, máquinas e ferramentas etc).

Em muitos casos esta etapa demanda uma segunda visita ao entrevistado, que estarão recebendo uma amostra "in blind" do novo produto e o testará nos dias subseqüentes à essa primeira visita.

Nesta etapa também se processa a avaliação das características diferenciais do novo produto. A técnica utilizada é, em geral, baseada em escala de notas, escala de valores ou de diferencial semântico. Em seguida se faz a avaliação de embalagem, que envolve forma, tamanho, tipo de material empregado, cores e grafismos do rótulo etc. Depois vem a avaliação da marca e do nome do fabricante, através de associação de idéias e escala de valores.De acordo com a categoria do novo produto a ser testado, as entrevistas podem ser feitas no domicílio do público-alvo ou em um "central location", instalado em um local compatível ao perfil do consumidor potencial do novo produto.

A análise detalhada dos dados coletados em campo permite determinar exatamente o composto de marketing do novo produto, inclusive os benefícios que foram percebidos pelo consumidor quando da avaliação do conceito escrito. A maneira metodologicamente correta de colher e registrar as informações referentes a esses benefícios constituem a base para definição de U.S.P. (Unique Selling Proposition) quando da elaboração do "briefing" para comunicação de lançamento do novo produto.

É interessante observar que a metodologia em destaque neste BOLETIM INFORMATIVO proporciona a obtenção de dados que permitem à equipe de marketing da empresa ter uma visão muito clara e precisa de como É e de como ESTÁ o mercado no momento imediatamente anterior ao lançamento do novo produto. Permite, ainda, projetar como virá a ser esse mesmo mercado quando estiver sendo oferecido o novo produto.Esta visão do ANTES e do imediatamente DEPOIS representa uma base segura para a tomada de decisão, que cabe ao Gerente de Marketing, ao Gerente de Produto ou ao Gerente de Planejamento de Novos Negócios. O Gerente tem que estar afinado com o que existe de mais moderno e atual em pesquisa de mercado.

O esquema metodológico da página seguinte mostra o encadeamento dos passos que compõem o TESTE DE ACEITAÇÃO DE NOVO PRODUTO.TARGET PESQUISAS E SERVIÇOS DE MARKETING tem atendido a diversas empresas desenvolvendo-lhes projetos específicos e personalizados. A TARGET dispõe de todos os recursos humanos e técnicos necessários à realização deste trabalho. Rapidez e confiabilidade são nosso ponto forte."




Abraços e até a próxima.


Felipe Zulato

Muito dinheiro no bolso, saude pra dar e vender.

http://www.youtube.com/watch?v=ANKSSWN8O18&feature=related

Em 2007 eu quero...
ter a pro-atividade do Zulato,
a dedicacao de Andressa e Lucere,
as boas ideias do Afonso.
Quero, ainda, ter o bom coracao e a inteligencia da Luciana,
o espirito de lideranca da Cacau
e a responsabilidade do Ricardo.
Posso ser ainda mais pretensiosa nos desejos? Quero mais!
Quero o poder de argumentacao da Bel,
a doce fortaleza da Maisa
e a competencia, em todas as areas da vida, do Luiz.

E o que eu vou fazer para chegar la?
Ja pensou nisso?
Planeje 2008, os resultados sao consequencia!
Feliz Ano Novo!
=D

Planejar para o inesperado - A realidade de uma transmissão ao vivo



Não se pode questionar a importância do planejamento para qualquer tipo de ação comunicacional. Quando se em pensa em planejar, a cabeça fica voltada na busca das melhores formas em que determinadas ações podem ser realizadas de maneira mais eficaz possivel, atingindo assim,o objetivo dessa ação. Planejar é uma tentativa de treinar a cabeça para futuras ações. Uma espécie de de luz que guiaria a razão na hora do "vamos vê!".


Metáforas( estranhas) a parte, a importancia do planejamento deve ser vista não como um excessivo controle do que poderá acontecer, nem como uma prepotencia de querer ter fazer o presente antes dele acontecer. Planejar é acima de tudo, traçar caminhos que podem ajudar na hora de definir a direção da ação. É assim que acontece em uma transmissão ao vivo de televisão. Em menos de dois meses, eu pude experimentar dessa experiência fantástica. A primeira foi na transmissão da solenidade de aniversário da UFMG. O melhor de tal experiência foi, acima de tudo, perceber o quanto é importante se planejar. Não que eu não tivesse planejado ou que as coisas tenham dado errado, mas no planejamento de um evento você conta com um elemento muito presente: o inesperável. E é a partir desse elemento que se passar a valorizar - e gerir melhor- uma ação imediata. A segunda experiência foi a cobertura do vestibular desse ano: nove horas de cobertura ao vivo. Inserções de coisas gravadas e produção ao vivo, in loco e tempo real. Uma grande equipe envolvida em duas etapas: uma de pré-produção e outra de trabalho ao vivo. Nesse primeiro estágio, tive que produzir um programa com 75% de conteúdo novo. Isso quer dizer fazer de uma semana, dias de produção dobrada. E não foi só comigo. isso refletiu a realidade de muitas pessoas que ficaram na TV até as 23:30 na semana e ainda passaram o sábado no campus. Tudo isso no intuito de planejar e tentar ter noção dos produtos resultantes da transmissão de domingo.


Eis que chega o grande dia, rádio e celulares a postos: a coisa agora é na hora. É hora de testar o trabalho e preparação de uma semana, mesmo sabendo que a parte mais importante disso tudo ainda não foi feita, e muito menos aconteceu. O planejamento da semana é uma tentativa de roteiro do dia. Mais do que isso, ele é praticamente um manual de sobrevivência, menos por contar como as coisas devem acontecer, e mais por ter dado a possibilidade de experimentar uma noção antes da experiência. E é a partir disso que a coisa é construída. O que dá errado é substituído pelo exato. O certo nem sempre fica certo e o improvisado da um show de competência. Não podemos ter noção do que foi feito antes( se ficou bom ou não) e muito menos que a ação do agora vai gerar o sucesso esperado. O importante e o que conforta e motiva, é saber que a ação do presente foi orientada antes de existir. E melhor que isso, é saber que mesmo acontecendo naquele momento, ela pode ser planejada de uma forma ou de outra. Mesmo que planejar seja o exercicio do erro, que busca o acerto.
No final, o esforço de toda uma equipe é recompensado pela sensação de dever cumprido.
As falhas e os sucessos fazem parte desse plano de ação, em que o inesperado é a principal base teórica base.

O desafio de colocar Don Giovanni nas Ruas

Don Giovanni é uma ópera em dois atos de Mozart, encenada pela primeira vez em Praga, no ano de 1787. O diretor do Teatro Nacional de Praga encomendou uma nova ópera à Mozart depois do sucesso de Le Nozze di Figaro e o compositor contratou o libretista Lorenzo da Ponte para fazer o texto da peça.
Agora, em 2007, 220 anos depois, Don Giovanni é um desafio para um grupo de músicos da Escola de Música da UFMG, que escolheu a CRIA UFMG Jr. para ajudar a levar a ópera de Mozart para as ruas, ambientada em um cenário mineiro.
Não somos o virtuose Mozart que compôs a peça, mas seremos como o libretista, ajudando a ópera a ir para as ruas e ter um enorme sucesso, como em Praga no século XVIII.

Para conhecer mais sobre o assunto, pesquisei um texto sobre planejamento de mídia, procedimento com o qual não temos ainda muita experiência.
O texto é um resumo do livro Mídia de A a Z, de José Carlos Veronezzi, autor e diretor do site de informações e recursos de mídia www.midianet.net.

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Roteiro - Planejamento de Mídia

Independente do tipo de produto, campanha ou tamanho, qualquer Plano de mídia deve ser constituído por três grandes partes, e uma quarta, os anexos, que poderá entrar ou não, de acordo com a necessidade:
A- Informações básicas
B- Objetivos
C- Estratégias
D- Anexos

A - INFORMAÇÕES BÁSICAS

O alicerce do Plano são as informações que devem constar na sua primeira parte, chamadas de Informações Básicas. Trata-se de toda e qualquer informação que possa contribuir para orientar, definir e justificar as decisões contidas no Plano.

A maior parte das informações básicas geralmente vem do briefing de mídia passado pelo cliente, mas isso não quer dizer que não possam ser obtidas informações também de outras fontes: levantamentos especiais feitos pela agência, dados de pesquisas de mercado e de mídia, artigos de imprensa e quaisquer outras fontes de informações.

Essa parte deve conter, no mínimo, os itens a seguir, muitos deles extraídos do briefing passado à agência pelo cliente:

1. Produto

2. Mercado

3. Concorrência

4. Target (público-alvo)

5. Objetivos de marketing

6. Verba e período


B – OBJETIVOS

É a parte vital para o bom desenvolvimento do Plano porque as soluções mais adequadas dependem da precisa definição dos objetivos. São dois os objetivos:

1. Objetivos de comunicação

Devem fazer referência ao estilo, tema e conteúdo das peças criativas, a fim de justificar o uso dos meios, veículos, horários, posições, colocações e seções mais adequadas.

Neste item o Plano precisa mencionar também o nível de conhecimento de marca que se quer atingir ou aumentar. E quais os principais aspectos que a campanha pretende ressaltar ao público.

A colaboração do anunciante neste item deve ser vista por quem estiver fazendo o Plano de mídia como uma concordância antecipada ao que constará nele.

2. Objetivos de mídia

Devem ser estabelecidos em função das seguintes circunstâncias:

2.1 Quanto aos níveis de cobertura sobre o target;

2.2 Quanto às funções que os meios de comunicação deverão exercer na campanha, a fim de atender aos objetivos de marketing e comunicação;

2.3 Quanto à abrangência geográfica que a campanha deve cobrir.


C - ESTRATÉGIAS

Idealmente, as referências aos itens que compõem esta parte do Plano, contendo argumentações, justificativas e detalhes de como serão usados, merecem receber uma explanação integrada, já que eles não existem isoladamente para efeito de veiculação, e qualquer um deles pode definir os demais.

Haverá casos em que o conteúdo criativo das peças conduzirá aos meios mais adequados. Outros, em que a escolha antecipada dos meios definirá as peças. E situações em que havendo necessidade de veiculação em determinados mercados, a partir daí os meios serão escolhidos:

1. Mercados/Meios/Peças e formatos
2. Níveis de veiculação
3. Táticas
4. Cronograma de veiculação
5. Programações básicas
6. Resumo da verba

D — Anexos

É importante que todo Plano venha sempre acompanhado pelos rankings de custo por mil de cada meio programado; porque se nos mapas de programações há os programas e veículos selecionados, é nos rankings que o cliente irá ver aqueles que não foram programados. E pode até descobrir algumas injustiças, pois afinal nenhum mídia é infalível.

Estudos de simulações, qualificação, dados de mercados e outras informações, também devem estar no anexo para não atrapalharem a leitura e o raciocínio do Plano.

Pecados e virtudes de um bom Plano de mídia

Nem todos os Planos são um primor de qualidade e virtudes. Existe a situação em que a agência peca pela concisão: o cliente recebe Planos tão resumidos, que parecem charts de um audiovisual. E provavelmente será justamente sobre um assunto em que faltou o áudio, que o diretor de marketing vai fazer muitas perguntas à agência. E nessa hora toda a agência desejaria que o mídia tivesse ido anexado ao Plano.

Um Plano de mídia profissionalmente correto deve:

  • Ser um documento completo, sem ser redundante.

  • Não ser superficial, mas também não se emaranhar na erudição.

  • Ser à prova de dúvidas, sem ser didático.

  • Ter um raciocínio lógico e coerente, sem se resumir numa única folha de cronograma com resumos de verbas e GRP.

  • Ser o conjunto de soluções mais rentáveis e adequadas para veicular às peças da campanha, e, principalmente, deixar o cliente e o chefe dele, convencidos disso.

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Um abraço a todos, Maísa

Natal dos Correios

PAPAI NOEL DOS CORREIOS

Fonte: http://gulp.com.br/artigo/adote-uma-carta/

A idéia de promover um encontro das crianças com o Papai Noel surgiu há muitos anos, quando os carteiros não sabiam o que fazer com as centenas de cartas endereçadas ao bom velhinho. Sensibilizados com o conteúdo de algumas delas, alguns empregados procuravam atender aos pedidos por meio de ação solidária entre os colegas; outros envolviam também a comunidade. Em 1994, esta ação transformou-se em projeto corporativo, passando a ser desenvolvida em todas as Diretorias Regionais dos Correios.


Uma das principais ações do projeto é enviar uma carta do Papai Noel a cada criança que escreveu para o bom velhinho. Assim, o foco principal desse projeto é demonstrar carinho e atenção, procurando preservar a magia do Natal, seja por meio da mensagem de amor e esperança contida em cada carta-resposta ou por meio da figura do Papai Noel, que leva presentes simbólicos e alegria às crianças com a sua simples presença.


Muitas cartinhas emocionam e sensibilizam pelo teor do seu pedido. São crianças pedindo material escolar, cesta básica para a família, vestuário, próteses, cadeiras de roda ou até mesmo simples bonecas. A essas, os Correios procuram atender convidando empregados, pessoas da comunidade e empresários a fazerem a adoção.

Algumas pessoas e empresas preferem participar com doações diversas, seja de cesta básica, material escolar, brinquedos e outras, as quais são direcionadas a famílias de baixa renda e a instituições sociais, contribuindo também para fazer um Natal melhor. Assim, a empresa consegue, por meio dos seus muitos Papais Noéis, levar uma mensagem positiva a várias famílias.

Para mais informações, contate a Central de Atendimento dos Correios, pelo telefone 0800 570 0100

Correios recebem cartinhas para 'Papai Noel' a partir do dia 15

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL170404-5598,00-CORREIOS+RECEBEM+CARTINHAS+PARA+PAPAI+NOEL+A+PARTIR+DO+DIA.html

Empresa já registrou 2,3 mil cartas neste ano.
Quem quiser adotar uma carta pode procurar os Correios a partir de dezembro.

Glauco Araújo Do G1, em São Paulo


Divulgação/Correios

Carteiro se veste de Papai Noel para entregar presentes no Natal de 2006 (Foto: Divulgação/Correios)

A idéia de promover um encontro das crianças com o Papai Noel, surgiu há cerca de 20 anos nos Correios, mas o projeto de atender a todas as cartinhas recebidas pelas crianças começou em 1997. Desde abril, os Correios já registraram cerca de 2,3 mil cartas endereçadas para o Papai Noel, apesar de o programa começar apenas em novembro. A adoção das cartas estará aberta a partir do dia 3 de dezembro.

No ano passado, foram 299.043 cartinhas selecionadas e 45% delas foram adotadas. Os Correios receberam cerca de 501 mil correspondências para Papai Noel.

Segundo Tereza Cristina da Silva, da coordenação do projeto Papai Noel nos Correios, apesar da empresa já ter recebido 2,3 mil cartinhas, os autores dessas cartas não terão algum tipo de vantagem cronológica para receber uma resposta. "A idéia do Natal dos Correios é não deixar uma cartinha sem resposta. O objetivo maior é não incentivar o consumismo e a resposta em forma de presente. Queremos que a criança mantenha a magia de acreditar no Papai Noel, além de criar o hábito de escrever cartas."


Divulgação/Correios

Crianças correm para receber o Papai Noel dos Correios (Foto: Divulgação/Correios)

Tereza disse ainda que as crianças, depois do Natal, mandam cartas para agradecer a Papai Noel. "Muitas crianças escrevem agradecendo a cartinha que recebeu de resposta, pois nunca tinha recebido uma correspondência. É a lembrança do Papai Noel que é mais importante e não o presente."

Seleção

Os Correios selecionam as cartas a partir da segunda quinzena de novembro. "Damos preferência para correspondências escritas pelas crianças. É um trabalho que envolve 28 regionais nos estados. Quem quiser adotar uma cartinha pode procurar mais informações no site dos dos Correios. A adoção será disponibilizada a partir de dezembro", disse Tereza.

Para evitar possíveis fraudes, a empresa analisa o nome de cada criança e o CEP das cartas. "Quem manda mais de uma carta não receberá o mesmo número correspondente de resposta, mas apenas uma".

As cartas ficam disponíveis em um local adaptado nas agências dos Correios participantes. Quem escolher uma correspondência para adoção deve fazer um cadastro com seu nome e o da criança autora da carta.

Campanha na UFMG

Na última terça-feira, dia 13, alguns membros da CRIA UFMG Jr iniciaram o recolhimento de assinaturas dos interessados em ajudar em mais um ano do projeto Natal dos Correios. Os resultados não poderiam ter sido melhores: quase 90 assinaturas em dois dias.

A partir de segunda-feira, dia 19, as cartinhas estarão à disposição para recolhimento nos stands do 3º andar.


O bom velhinho agradece!

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