
Lançando uma novidade
Marcadores: direções, lançamento, planejamento, primeiro volante, teste
Muito dinheiro no bolso, saude pra dar e vender.
Em 2007 eu quero...
ter a pro-atividade do Zulato,
a dedicacao de Andressa e Lucere,
as boas ideias do Afonso.
Quero, ainda, ter o bom coracao e a inteligencia da Luciana,
o espirito de lideranca da Cacau
e a responsabilidade do Ricardo.
Posso ser ainda mais pretensiosa nos desejos? Quero mais!
Quero o poder de argumentacao da Bel,
a doce fortaleza da Maisa
e a competencia, em todas as areas da vida, do Luiz.
E o que eu vou fazer para chegar la?
Ja pensou nisso?
Planeje 2008, os resultados sao consequencia!
Feliz Ano Novo!
=D
Planejar para o inesperado - A realidade de uma transmissão ao vivo

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O desafio de colocar Don Giovanni nas Ruas
Agora, em 2007, 220 anos depois, Don Giovanni é um desafio para um grupo de músicos da Escola de Música da UFMG, que escolheu a CRIA UFMG Jr. para ajudar a levar a ópera de Mozart para as ruas, ambientada em um cenário mineiro.
Não somos o virtuose Mozart que compôs a peça, mas seremos como o libretista, ajudando a ópera a ir para as ruas e ter um enorme sucesso, como em Praga no século XVIII.
Para conhecer mais sobre o assunto, pesquisei um texto sobre planejamento de mídia, procedimento com o qual não temos ainda muita experiência.
O texto é um resumo do livro Mídia de A a Z, de José Carlos Veronezzi, autor e diretor do site de informações e recursos de mídia www.midianet.net.
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Independente do tipo de produto, campanha ou tamanho, qualquer Plano de mídia deve ser constituído por três grandes partes, e uma quarta, os anexos, que poderá entrar ou não, de acordo com a necessidade:
A- Informações básicas
B- Objetivos
C- Estratégias
D- Anexos
A - INFORMAÇÕES BÁSICAS
O alicerce do Plano são as informações que devem constar na sua primeira parte, chamadas de Informações Básicas. Trata-se de toda e qualquer informação que possa contribuir para orientar, definir e justificar as decisões contidas no Plano.
A maior parte das informações básicas geralmente vem do briefing de mídia passado pelo cliente, mas isso não quer dizer que não possam ser obtidas informações também de outras fontes: levantamentos especiais feitos pela agência, dados de pesquisas de mercado e de mídia, artigos de imprensa e quaisquer outras fontes de informações.
Essa parte deve conter, no mínimo, os itens a seguir, muitos deles extraídos do briefing passado à agência pelo cliente:
1. Produto
2. Mercado
3. Concorrência
4. Target (público-alvo)
5. Objetivos de marketing
6. Verba e período
B – OBJETIVOS
É a parte vital para o bom desenvolvimento do Plano porque as soluções mais adequadas dependem da precisa definição dos objetivos. São dois os objetivos:
1. Objetivos de comunicação
Devem fazer referência ao estilo, tema e conteúdo das peças criativas, a fim de justificar o uso dos meios, veículos, horários, posições, colocações e seções mais adequadas.
Neste item o Plano precisa mencionar também o nível de conhecimento de marca que se quer atingir ou aumentar. E quais os principais aspectos que a campanha pretende ressaltar ao público.
A colaboração do anunciante neste item deve ser vista por quem estiver fazendo o Plano de mídia como uma concordância antecipada ao que constará nele.
2. Objetivos de mídia
Devem ser estabelecidos em função das seguintes circunstâncias:
2.1 Quanto aos níveis de cobertura sobre o target;
2.2 Quanto às funções que os meios de comunicação deverão exercer na campanha, a fim de atender aos objetivos de marketing e comunicação;
2.3 Quanto à abrangência geográfica que a campanha deve cobrir.
C - ESTRATÉGIAS
Idealmente, as referências aos itens que compõem esta parte do Plano, contendo argumentações, justificativas e detalhes de como serão usados, merecem receber uma explanação integrada, já que eles não existem isoladamente para efeito de veiculação, e qualquer um deles pode definir os demais.
Haverá casos em que o conteúdo criativo das peças conduzirá aos meios mais adequados. Outros, em que a escolha antecipada dos meios definirá as peças. E situações em que havendo necessidade de veiculação em determinados mercados, a partir daí os meios serão escolhidos:
1. Mercados/Meios/Peças e formatos2. Níveis de veiculação
3. Táticas
4. Cronograma de veiculação
5. Programações básicas
6. Resumo da verba
D — Anexos
É importante que todo Plano venha sempre acompanhado pelos rankings de custo por mil de cada meio programado; porque se nos mapas de programações há os programas e veículos selecionados, é nos rankings que o cliente irá ver aqueles que não foram programados. E pode até descobrir algumas injustiças, pois afinal nenhum mídia é infalível.
Estudos de simulações, qualificação, dados de mercados e outras informações, também devem estar no anexo para não atrapalharem a leitura e o raciocínio do Plano.
Pecados e virtudes de um bom Plano de mídia
Nem todos os Planos são um primor de qualidade e virtudes. Existe a situação em que a agência peca pela concisão: o cliente recebe Planos tão resumidos, que parecem charts de um audiovisual. E provavelmente será justamente sobre um assunto em que faltou o áudio, que o diretor de marketing vai fazer muitas perguntas à agência. E nessa hora toda a agência desejaria que o mídia tivesse ido anexado ao Plano.
Um Plano de mídia profissionalmente correto deve:
Ser um documento completo, sem ser redundante.
Não ser superficial, mas também não se emaranhar na erudição.
Ser à prova de dúvidas, sem ser didático.
Ter um raciocínio lógico e coerente, sem se resumir numa única folha de cronograma com resumos de verbas e GRP.
Ser o conjunto de soluções mais rentáveis e adequadas para veicular às peças da campanha, e, principalmente, deixar o cliente e o chefe dele, convencidos disso.
Um abraço a todos, Maísa
Natal dos Correios
PAPAI NOEL DOS CORREIOS
| Fonte: http://gulp.com.br/artigo/adote-uma-carta/ A idéia de promover um encontro das crianças com o Papai Noel surgiu há muitos anos, quando os carteiros não sabiam o que fazer com as centenas de cartas endereçadas ao bom velhinho. Sensibilizados com o conteúdo de algumas delas, alguns empregados procuravam atender aos pedidos por meio de ação solidária entre os colegas; outros envolviam também a comunidade. Em 1994, esta ação transformou-se em projeto corporativo, passando a ser desenvolvida em todas as Diretorias Regionais dos Correios. | |
| Uma das principais ações do projeto é enviar uma carta do Papai Noel a cada criança que escreveu para o bom velhinho. Assim, o foco principal desse projeto é demonstrar carinho e atenção, procurando preservar a magia do Natal, seja por meio da mensagem de amor e esperança contida em cada carta-resposta ou por meio da figura do Papai Noel, que leva presentes simbólicos e alegria às crianças com a sua simples presença. | |
| Muitas cartinhas emocionam e sensibilizam pelo teor do seu pedido. São crianças pedindo material escolar, cesta básica para a família, vestuário, próteses, cadeiras de roda ou até mesmo simples bonecas. A essas, os Correios procuram atender convidando empregados, pessoas da comunidade e empresários a fazerem a adoção. Algumas pessoas e empresas preferem participar com doações diversas, seja de cesta básica, material escolar, brinquedos e outras, as quais são direcionadas a famílias de baixa renda e a instituições sociais, contribuindo também para fazer um Natal melhor. Assim, a empresa consegue, por meio dos seus muitos Papais Noéis, levar uma mensagem positiva a várias famílias. Para mais informações, contate a Central de Atendimento dos Correios, pelo telefone 0800 570 0100 |
Correios recebem cartinhas para 'Papai Noel' a partir do dia 15
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL170404-5598,00-CORREIOS+RECEBEM+CARTINHAS+PARA+PAPAI+NOEL+A+PARTIR+DO+DIA.html
Empresa já registrou 2,3 mil cartas neste ano.
Quem quiser adotar uma carta pode procurar os Correios a partir de dezembro.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo
Divulgação/Correios
Carteiro se veste de Papai Noel para entregar presentes no Natal de 2006 (Foto: Divulgação/Correios)
A idéia de promover um encontro das crianças com o Papai Noel, surgiu há cerca de 20 anos nos Correios, mas o projeto de atender a todas as cartinhas recebidas pelas crianças começou em 1997. Desde abril, os Correios já registraram cerca de 2,3 mil cartas endereçadas para o Papai Noel, apesar de o programa começar apenas em novembro. A adoção das cartas estará aberta a partir do dia 3 de dezembro.
No ano passado, foram 299.043 cartinhas selecionadas e 45% delas foram adotadas. Os Correios receberam cerca de 501 mil correspondências para Papai Noel.
Segundo Tereza Cristina da Silva, da coordenação do projeto Papai Noel nos Correios, apesar da empresa já ter recebido 2,3 mil cartinhas, os autores dessas cartas não terão algum tipo de vantagem cronológica para receber uma resposta. "A idéia do Natal dos Correios é não deixar uma cartinha sem resposta. O objetivo maior é não incentivar o consumismo e a resposta em forma de presente. Queremos que a criança mantenha a magia de acreditar no Papai Noel, além de criar o hábito de escrever cartas."
Divulgação/Correios
Crianças correm para receber o Papai Noel dos Correios (Foto: Divulgação/Correios)
Tereza disse ainda que as crianças, depois do Natal, mandam cartas para agradecer a Papai Noel. "Muitas crianças escrevem agradecendo a cartinha que recebeu de resposta, pois nunca tinha recebido uma correspondência. É a lembrança do Papai Noel que é mais importante e não o presente."
Seleção
Os Correios selecionam as cartas a partir da segunda quinzena de novembro. "Damos preferência para correspondências escritas pelas crianças. É um trabalho que envolve 28 regionais nos estados. Quem quiser adotar uma cartinha pode procurar mais informações no site dos dos Correios. A adoção será disponibilizada a partir de dezembro", disse Tereza.
Para evitar possíveis fraudes, a empresa analisa o nome de cada criança e o CEP das cartas. "Quem manda mais de uma carta não receberá o mesmo número correspondente de resposta, mas apenas uma".
As cartas ficam disponíveis em um local adaptado nas agências dos Correios participantes. Quem escolher uma correspondência para adoção deve fazer um cadastro com seu nome e o da criança autora da carta.
Campanha na UFMG
Na última terça-feira, dia 13, alguns membros da CRIA UFMG Jr iniciaram o recolhimento de assinaturas dos interessados em ajudar em mais um ano do projeto Natal dos Correios. Os resultados não poderiam ter sido melhores: quase 90 assinaturas em dois dias.
A partir de segunda-feira, dia 19, as cartinhas estarão à disposição para recolhimento nos stands do 3º andar.
O bom velhinho agradece!
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