Vida longa ao rádio!
Marcadores: campanha, Planejamento de Mídia, RádioA importância da escolha certa
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Mídia Dados 2009
Marcadores: Mídia Dados, Planejamento de MídiaPara isso a gente recorre a várias ferramentas. Buscamos treinamentos, como o de questionários que tivemos em outubro, recorremos ao nosso referencial teórico, fazemos o que chamamos de tema semanal (quando um membro fica responsável por pesquisar algum tema predefinido e trazer para o núcleo um texto sobre o assunto para que todos leiam e discutam), entre outras maneiras que herdamos de outras gestões ou que trazemos nós mesmos.
Uma coisa que estamos começando a explorar melhor atualmente, é o Mídia Dados, uma espécie de catálogo de mídias revisado anualmente pelo Grupo de Mídia de São Paulo e que atualmente está disponível na internet nesse endereço aqui http://midiadados.digitalpages.com.br/home.aspx
No Mídia Dados nós temos informações sobre as mais variadas mídias disponíveis, como elas funcionam, qual seu público, entre outros dados e matérias sobre essas mídias.
Enfim, o Mídia Dados é uma fonte de informação e de pesquisa excepcional e que pode auxiliar muito a vida não só dos mídias, para quem ele é originalmente destinado, mas também dos planners, como é o nosso caso na CRIA.
Planejamento desde o site
Marcadores: Planejamento de MídiaIsto feito, é necessário pesquisar. E não adianta ir só em sites de busca para fazê-lo. Tem que se entrevistar, testar sites, observar a navegação do público preferencial. Essa pesquisa fornecerá dados essenciais, a partir dos quais você pode escolher os melhores nomes dos tópicos da página, a estrutura de navegação (conforme a atenção), o número de menus, enfim.
Mera coincidência...
Marcadores: Cobertura Esportiva, Planejamento de Mídia, Radeialismo, TelevisãoEm um primeiro momento, embora a audiência tivesse se mantido estável, o novo modelo foi muito criticado pelos telespectadores via e-mail. Só em uma primeiro momento. Hoje a audiência aumentou e só chegam mensagens elogiosas.
Eis a questão: será que a toda poderosa Rede Globo daria um arriscado tiro no escuro inovando no tradicionalíssimo Globo Esporte? E seu sucesso? Foi mera coincidência? Já disse Fred Vieira (professor da comunicação aqui da UFMG): quando se entra no curso de comunicação social, a ingenuidade e inocência vão embora. Percebi a minha inocência se perdendo me fazendo essas perguntas sobre o sucesso do Globo Esporte paulista. Certamente toda essa mudança estrutural no programa foi planejada. A resistência inicial, mas a estabilidade da audiência, evidentemente foi previsto e estudado. Por fim, o objetivo proposto, o aumento da audiência, foi atingido.
Possivelmente os planners da Globo pensaram que, em um período de teste, poderia haver reprovações do público, acostumados com outra forma, mas a audiência não cairia tanto, visto que é um programa com grande credibilidade e tradição. Entretanto essa resistência seria quebrada com o tempo, em face ao sucesso de alguns programas esportivos que combinam informação e bom-humor.
Desconstruindo os processos de comunicação é fácil perceber que, nesta área, não se faz nada sem planejamento!
