Rafinha 2.0

Durante o treinamento em Planejamento de Comunicação da CRIA UFMG JR, apresentado pela publicitária Mariana Almeida, da agência Filadélfia, um vídeo muito interessante foi recomendado para que todos os presentes assistissem. Rafinha 2.0 é um vídeo que mostra como a nova geração, metonimizada por um garoto que dá nome ao trabalho, é cercada pelas novas tecnologias. Blogs, youtube, msn, orkut, myspace, fotolog, photoshop, câmera digital, ipod... Todos esses instrumentos utilizados com a finalidade de compartilhar idéias, produtos ou informações. Assistam ao vídeo e vejam como a lógica da tecnologia está cada vez mais impregnada em nosso cotidiano e como ela é a responsável por mover o mundo atual. E a palavra de ordem continua sendo globalização.


Dica de Blog!

Para quem gosta de se atualizar com comentários inteligentes, um Blog bacana a ser acompanhado é do Moacir Japiassu, jornalista e escritor paraibano que já atuou nos principais órgãos da imprensa nacional, escreveu livros infanto-juvenis e romances e hoje é colunista em várias publicações.
Seus textos comentam atualidades, matérias de jornais, além de ter alguns poemas dignos de tomar um pouco de nosso tempo... Blogstraquis é o nome da página que Moacir alimenta.
Janistraquis de Azevedo Varejão, carregador das ruas de SP, é um personagem criado por Japiassu para comentar futebol no Jornal da República e hoje comenta as mazelas do cotidiano do brasileiro comum através dos textos de seu criador nas colunas que escreve e no bem-humorado Bolg que aqui vos indico. Vale a pena conferir!!!
http://www.blogstraquis.blog-se.com.br/

Competence cria "Movimento Farroupilha Volkswagen"

Passada a Semana Farroupilha em que os gaúchos celebraram um dos mais importantes marcos de sua históra, agência aproveita o espírito farrapo para criar um "Movimento Farroupilha Volkswagen". Tá aí um exemplo clássico de como a publicidade e propaganda pode ser usada regionalmente.



Para celebrar a Semana Farroupilha - que inicia no domingo, 14, e se estende até o dia 21 de setembro –, a Competence bolou uma campanha de oportunidade para a Volkswagen e criou o "Movimento Farroupilha Volkswagen". Foram desenvolvidos vários materiais, incluindo anúncio de jornal, spots para rádio, peças para Elemídia e mobilebus. Além disto, a agência chama a atenção dos consumidores gaúchos com uma ação promocional em conjunto com a Enox, envolvendo displays e distribuições de guardanapos com as imagens da campanha em bares e restaurantes, entre outras intervenções.

A Competence chama atenção para os preços e condições dos modelos Fox, SpaceFox e CrossFox 2009, dentro da filosofia da Semana Farroupilha, o evento mais tradicional da cultura rio-grandense: ela envolve praticamente toda a população do Estado, seja nos locais organizados para festejos, seja nas iniciativas do comércio, dos serviços públicos, das instituições financeiras ou das indústrias.

Fonte: http://www.portaldapropaganda.com.br

O risco do negócio

Celso Japiassu

O preço de uma campanha de publicidade causa horror aos anunciantes, ainda mais quando o fantasma da crise está sentado na cadeira ao lado. Quando eles tomam conhecimento de quanto custa a exibição de um único comercial de trinta segundos no horário nobre da TV, criva de perguntas o pessoal da agência. Isso tudo? Cento e setenta e cinco mil reais por meio minuto no Jornal Nacional ? Não parece uma quantia absurda? Cento e sessenta e três mil por um filmezinho na novela das oito ?

Alguns mais afeitos aos custos do cinema nacional chegam a arriscar que a verba necessária a uma pequena campanha, que nunca se restringe a um único comercial, seria o suficiente para a produção de um longa metragem.

Existe algum sentido no assombro dos clientes diante dos custos da publicidade, mesmo quando lhes são apresentados os cálculos de custo por mil espectadores. E mesmo quando eles compreendem que a propaganda é parte dos custos para que um produto possa ser produzido, ter presença e competir no mercado.

A propaganda na TV, ainda por cima, nem sempre é suficiente para, sozinha, cobrir todas as necessidades de uma campanha. A mídia segmentou-se diante dos interesses diversificados de grupos sociais e culturais que se transformaram em mercados consumidores, cada um com suas peculiaridades.

Cada vez mais a comunicação de marketing, onde a propaganda se insere, passa a ser o item mais caro na vida de qualquer produto. Fazer o produto com determinado nível de qualidade há muito deixou de ser o calcanhar de Aquiles. Está aí a Nike, provando que seus sapatos, meias, raquetes e toda a parafernália esportiva podem ser fabricados na Indonésia, na China, no Japão ou no Ceará, mantendo os mesmos padrões de qualidade. A tecnologia se difunde com muita rapidez, atualmente. As empresas passaram a administrar apenas as suas marcas, que são o seu maior ativo, usando um complexo de comunicação sofisticado, caro e eficiente.

As verbas precisam ser profissionalmente administradas. O planejamento estratégico não começa nem termina na criação ou na produção dos anúncios e muito menos na compra do espaço nos veículos de comunicação. Não estamos nos referindo ao planejamento de marketing de um produto, e sim ao planejamento da comunicação de marketing.

As agências estão investindo no planejamento estratégico tanto quanto na criação das campanhas. Se antes o anúncio criativamente brilhante enchia os olhos dos anunciantes e do próprio consumidor, hoje esse anúncio tem de continuar a ser brilhante e memorável e tem de apresentar um conceito estratégico que não venha a significar um tiro pela culatra. Ou no pé, como diz Alex Periscinotto.

Um conhecido escritor brasileiro certa vez espantou-se com a limitação e a dificuldade que tinham com a língua portuguesa alguns redatores de publicidade que ele conhecia. Compreendeu melhor quando lhe foi explicado que não se tratava, na realidade, de redatores, e sim de criadores, responsáveis pela criação de idéias dentro de um conceito previamente estabelecido.

Criar publicidade eficiente torna a campanha mais barata. Ou menos cara. O conceito que diferencia o produto e motiva o consumidor é obtido pela clareza dos objetivos - os de marketing e também os de comunicação. Identificar o tipo de consumidor com quem se fala ajuda a saber o que ele pensa da marca e o que se pretende que ele passe a pensar depois de ser exposto à campanha.

Embora a publicidade use e abuse da emoção, porque ela tira o consumidor da indiferença, deve-se descobrir qual o argumento que justifique tudo o que se disser sobre a marca. Um único argumento que resuma os benefícios que estamos prometendo ao consumidor e que vai ser confirmado no produto se a campanha for bem sucedida. Toda publicidade é uma promessa feita ao consumidor. Porisso ela precisa ser transmitida com clareza e de forma a que o consumidor possa nela confiar.

Todos estes pontos deveriam ser considerados pelo anunciante quando, ao escolher uma agência, é tentado a aproveitar-se do momento e do alto grau de competição do mercado publicitário para impor uma remuneração humilhante. Ao ser transformado em "commodity", o trabalho da agência pode perder a capacidade de viver o desafio do produto e de se aliar ao cliente numa empreitada de risco, como é uma campanha de propaganda.


Fonte: http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/risco.htm


Energia e criatividade


Uma idéia genial de tão simples e adequada ao produto. Enquanto não há ninguém no ponto de ônibus a luz fica apagada. Um detector de presença ilumina o mobiliário urbano assim que chega alguém.
Agencia: Saatchi & Saatchi, Cape Town, África do Sul
Obs: clique na figura para ampliar a imagem.
Gente, achei essa estrategia muito interessante, principalmente porque o conceito da campanha se aliou totalmente a midia utilizada. Bacana ne?
 
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