Saindo do clima "aprendizagem na área" do meu último post, hoje vou falar de agências de comunicação e seus visuais.
Tem sempre aquela história, casa de ferreiro, espeto de pau. Ok, sabemos que a imagem da nossa querida profissão não anda lá muito boa, mas esse ditado não é de todo verdadeiro não. Podemos perceber isso apenas visitando uma agência qualquer.
Todo mundo da área sabe que entrando em uma agência você vai encontrar pelo menos muuuuitos computadores, coisinhas coloridas, bichinhos e pessoas estranhas (espero que ninguém se sinta ofendido por eu estar, nesse post, considerando os profissionais uma decoração).
Fato é que uma agência de comunicação nunca terá um visual que lembre as empresas que vemos em filmes e novelas, cheia de poltronas cinzas, vasos quadrados com plantas artificiais.
Eu não me surpreenderia se entrasse em uma agência e me deparasse com um bonzai de pau brasil, ou uma poltrona multi-colorida em forma de mão, ou um painel cheio de desenhinhos estilo happy tree friends ou até mesmo uma mesa de sinuca de vidro, entre outras coisinhas incomuns.
Tá! As agências em geral parecem inspiradas em desenho animado, mas e daí? Que diferença isso faz?
Bom. Imagina só. Você é um cliente, tem uma empresa numa área super saturada, a primeira do mercado surgiu lá pra mil novecentos e guaraná com rolha e todas as concorrentes parecem iguais. Ai você resolve reposicionar sua empresa, tentar ganhar mais mercado, pois qualidade não falta, falta se destacar. Ai você sai da sua empresa, mundinho real, liga para aquele sobrinho todo alternativo, que só anda de allstar, tem bonequinhos tatuados nas pernas e adora camisetas coloridas com frases que deveriam fazer algum sentido, mas não fazem, e pergunta:
"Oh, meu filho, tô querendo ir lá naquela agência que você trabalha, ver se dá pra dar uma cara diferente pro meu negócio, sabe?"
Ele te passa o endereço, você vai até lá desconfiado e ao entrar na agência, de repente, se vê submerso em um mundinho de cores, formas, gente diferente, computadores ligados e uma movimentação frenética.
O que você pensa???
"Tá! Se eles não conseguirem dar uma cara nova e diferente ao meu negócio ninguém mais consegue!!"
Ai você é apresentado ao portifólio, começa a entender que não é só desenhar não, vê que tem pesquisa, que é tudo feito de maneira séria e pensada pra se adequar aquilo que você precisa e que a criatividade ta sim em tudo que é feito.
Pronto, a essa altura você já esta envolvido naquele clima todo e é até um choque sair daquele mundinho colorido e cair na buzinação e tons de cinza da cidade novamente.
Viu? Deu pra perceber a diferença que faz um ambiente bem trabalhado, criativo e único?
Só não podemos deixar de fora o bom senso e sair por ai embonecando o ambiente a todo custo! Afinal, uma agência de comunicação não é uma loja de brinquedos, nem um showroom da tool box!
O visual da agência tem que saber transmitir os seus valores, o seu clima, tem que saber mostrar aos seus clientes que a agência traz soluções, que ela pensa em cada detalhe. Afinal, que cliente vai querer deixar a identidade de sua empresa aos cuidados de uma agência que não se preocupa com a sua própria?
Tomados esses cuidados, o negócio é deixar o nosso local de trabalho o mais divertido, inspirador e diferente possível!
Que google que nada! Legal mesmo é trabalhar numa agência de comunicação!!
O Cenário das Relações Públicas na Comunicação Organizacional
Há alguns dias uma pessoa me fez uma pergunta interessante e ao mesmo tempo incômoda, que na verdade acho que todos nós já fizemos um dia. O que é Relações Públicas? O que o Relações Públicas faz afinal de contas? Mesmo já tendo estudado bastante sobre o assunto, eu não me senti tão segura quanto eu gostaria para responder. Quem me perguntou foi um estudante de medicina. É muito fácil ver resultados práticos e tangíveis na atução do profissional da saúde. Entretanto, quando falamos em gestão da imagem pública, resolução de conflitos e geração de boa-vontade a compreensão não é assim tão simples para alguém que não possui o olhar comunicacional apurado. Eu até tentei explicar como é importante o trabalho do Relações Públicas para a sustentabilidade e sucesso de uma organização, mas não tenho certeza se ele percebeu a relevância da atividade de gerenciar a imagem de uma empresa, um bem intangível, porém muito valioso.
Contei essa histórinha toda para chegar em assunto muito delicado. O conhecimento sobre a profissão e o reconhecimento de sua importância não é insatisfatório apenas entre médicos, dentistas, advogados... Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) mostrou que a área ainda não tem o reconhecimento merecido dentro das próprias organizações. Os dados apontam que apenas 12,4% dos profissionais que trabalham no setor de comunicação das empresas que estão na lista das "1000 Maiores de Valor" são formados em RP. Mais de 49% não possuem formação em comunicação.
A partir disso, podemos refletir que o caminho que teremos que trilhar para o reconhecimento do profissional de Relações Públicas dentro e fora das organizações ainda é longo. A administração das empresas precisa entender que atualmente o foco deve ser maior no relacionamento do que na promoção do comportamento de compra, já que ele acaba sendo uma consequência. No mundo globalizado em que vivemos, onde a concorrência é cada vez mais acirrada, conquista o consumidor a empresa que ganha a sua confiança, que projeta valores que são colocados a prova todos os dias e passam no teste.
Mas nem tudo são trevas. A pesquisa mostra também que a comunicação empresarial está, aos poucos, conquistando o seu lugar ao sol. Cabe a nós, profissionais que estaremos no mercado no futuro, mostrar que somos competentes o bastante para atuarmos na nossa área de formação.
Para quem quizer conferir a pesquisa na integra, aí vai o link:
http://issuu.com/aberje/docs/comunica__o_corporativa_nas_organiza__es?mode=embed&documentId=090213145019-1be6f2e452fe4527a7cb52950ac5caad&layout=grey
Contei essa histórinha toda para chegar em assunto muito delicado. O conhecimento sobre a profissão e o reconhecimento de sua importância não é insatisfatório apenas entre médicos, dentistas, advogados... Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) mostrou que a área ainda não tem o reconhecimento merecido dentro das próprias organizações. Os dados apontam que apenas 12,4% dos profissionais que trabalham no setor de comunicação das empresas que estão na lista das "1000 Maiores de Valor" são formados em RP. Mais de 49% não possuem formação em comunicação.
A partir disso, podemos refletir que o caminho que teremos que trilhar para o reconhecimento do profissional de Relações Públicas dentro e fora das organizações ainda é longo. A administração das empresas precisa entender que atualmente o foco deve ser maior no relacionamento do que na promoção do comportamento de compra, já que ele acaba sendo uma consequência. No mundo globalizado em que vivemos, onde a concorrência é cada vez mais acirrada, conquista o consumidor a empresa que ganha a sua confiança, que projeta valores que são colocados a prova todos os dias e passam no teste.
Mas nem tudo são trevas. A pesquisa mostra também que a comunicação empresarial está, aos poucos, conquistando o seu lugar ao sol. Cabe a nós, profissionais que estaremos no mercado no futuro, mostrar que somos competentes o bastante para atuarmos na nossa área de formação.
Para quem quizer conferir a pesquisa na integra, aí vai o link:
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Um Novo "COMTEXTO"
Marcadores: CURSOS COMUNICAÇÃO, planejamento
Buscando sempre novos conhecimentos, trazemos para você uma nova oportunidade de se aperfeiçoar e adquirir uma experiência diferente.
Como comunicólogos devemos sempre procurar ter um olhar mais critico sobre nossa área.
A pesquisa na nossa profissão é um fator indispensável, pois trabalhamos com a sociedade, e por isso é necessário sabermos nos comunicar e compreender de maneira mais ampla a relação da comunicação com a saúde, com o meio ambiente e sobre tudo a comunicação empresarial.
O site “COMTEXTO” sobre comunicação e pesquisa oferece cursos a distância de:
• Comunicação Empresarial
• Comunicação Interna
• Assessoria de Imprensa
• Jornalismo Científico
• Comunicação e Meio Ambiente
• Comunicação e Saúde
• Comunicação e Agribusiness
Todos, não só planejadores, mas também jornalistas e publicitários podemos, todos os dias, adquirir novos conhecimentos que com certeza nos ajudarão.
Aos interessados o site é: http://www.comtexto.com.br/novo/cursos.htm
Até a próxima galera! : )
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Aos interessados o site é: http://www.comtexto.com.br/novo/cursos.htm
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Redundância também é importante
Apesar de ter pouca experiência na atividade de planejamento comunicacional, um detalhe já me chamou a atenção nesse processo de "atingir o público da maneira mais eficiente possível". Eu pude perceber que uma aparência limpa, moderna e "apresentável" numa campanha comunicacional não é sinônimo de sucesso para uma marca. Quando digo aparência, não digo só em relação ao design, mas ao tom da campanha como um todo.
Observando outro dia um desses jornais de R$ 0,25, vi que a tipografia das manchetes era em caixa-alta, negrito, itálico e sublinhada, ao mesmo tempo. Achei feio. Um dia depois, por coincidência, vejo no livro Pensar com Tipos, de Ellen Lupton, que exatamente essa combinação seria desnecessária e poluída. Concordei. Mas o "problema" é que esse jornal é o segundo mais vendido em todo o país. Logo, a manchete poluída não parece atrapalhar. Pelo contrário, chama mais atenção.
Outro exemplo é o das Casas Bahia, que, desde 2001, investe maciçamente em propagandas um tanto quanto "enfáticas". Para isso, foi feito um estudo sobre o comportamento de compra e a percepção das marcas pelo consumidor que durou seis meses. No meu meio de convivência, é unanimidade que aqueles comerciais são extremamente irritantes. Mas toda aquela gritaria em 30 segundos chama a atenção do público. Nas classes de renda mais baixa, os financiamentos da empresa atraem os clientes. Resultado? A Casas Bahia atingiu um lucro bruto anual de R$ 9 bilhões em 2004, e vence com folga o prêmio Folha Top Of Mind para loja de eletrodomésticos desde 2006, ano em que o prêmio foi criado.
Casos como esse provam a extrema importância do planejamento da comunicação. A redundância e o exagero não podem ser interpretados como algo negativo. Muitas vezes os comunicólogos/publicitários produzem marcas e campanhas de tom moderno, usando as mais mirabolantes teorias do design ou insistindo em práticas corriqueiras da propaganda, e esquecem do argumento. Não quero aqui desprezar o design ou as propagandas mais "conservadoras", até porque essas práticas costumam ser muito eficientes. Só escrevi essas linhas para tentar demonstrar a importância de se agir com originalidade e ousadia no mercado da comunicação. Essa atitude é essencial para chamar a atenção do público num mundo globalizado e cheio de informações como o nosso. Em meio a esse universo, são as ações incomuns (e, porque não, espalhafatosas) de tanto sucesso que fazem da comunicação - e principalmente do planejamento - algo ainda mais fascinante.
Observando outro dia um desses jornais de R$ 0,25, vi que a tipografia das manchetes era em caixa-alta, negrito, itálico e sublinhada, ao mesmo tempo. Achei feio. Um dia depois, por coincidência, vejo no livro Pensar com Tipos, de Ellen Lupton, que exatamente essa combinação seria desnecessária e poluída. Concordei. Mas o "problema" é que esse jornal é o segundo mais vendido em todo o país. Logo, a manchete poluída não parece atrapalhar. Pelo contrário, chama mais atenção.
Casos como esse provam a extrema importância do planejamento da comunicação. A redundância e o exagero não podem ser interpretados como algo negativo. Muitas vezes os comunicólogos/publicitários produzem marcas e campanhas de tom moderno, usando as mais mirabolantes teorias do design ou insistindo em práticas corriqueiras da propaganda, e esquecem do argumento. Não quero aqui desprezar o design ou as propagandas mais "conservadoras", até porque essas práticas costumam ser muito eficientes. Só escrevi essas linhas para tentar demonstrar a importância de se agir com originalidade e ousadia no mercado da comunicação. Essa atitude é essencial para chamar a atenção do público num mundo globalizado e cheio de informações como o nosso. Em meio a esse universo, são as ações incomuns (e, porque não, espalhafatosas) de tanto sucesso que fazem da comunicação - e principalmente do planejamento - algo ainda mais fascinante.
Virais
Marcadores: virais propagandaOlá! Sou o novo blogueiro das Segundas-feiras e na minha estreia no blog vou falar de virais.
Virais, na publicidade, são aqueles vídeos comerciais lançados na internet para que as pessoas vejam e passem para as outras, espalhando a propraganda tal como um vírus (a gripe suína, nesse caso, é um case de sucesso).
Em tempos de TV digital, em que a audiência escolhe ou não assitir aos comerciais, os virais surgem e ganham força como o futuro das propagandas. Até porque neles a criatividade dos publicitários não esbarram na censura
ou nos meros 30 segundos que os comerciais normalmente possuem na tv
Para quem quiser ver mais http://marketingdeguerrilha.wordpress.com/videos-virais/
Aproveitem os vídeos!
Até sgunda que vem!
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